Resumo: Atualmente, com o avanço dos estudos sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA) é possível destacar a música como um recurso eficaz em seu tratamento. A musicoterapia vem crescendo junto com as demais intervenções realizadas entre esses pacientes, já que o objetivo principal é criar através da música uma janela de comunicação social. Este artigo objetiva apresentar a musicoterapia como um recurso terapêutico de grande representação no tratamento de crianças com TEA, possibilitando compreender que qualidade de vida é essencial, e que por mais complexo que seja o transtorno é importante que o sujeito seja acompanhado e tratado. Para a realização deste artigo foi utilizado pesquisa bibliográfica em livros, artigos, teses entre outros recursos. O Transtorno do Espectro Autista, após a atualização do DSM-V, passou a agrupar vários transtornos que possuem características comuns, tais como, a dificuldade relacionada à interação social, que pode ocorrer devido ao comprometimento da linguagem, da comunicação, de habilidades sociais, entre outros fatores. Vale esclarecer que este transtorno, antes conhecido como Autismo, surge na infância. Ele tem tratamento e, por isso, é necessário um diagnóstico, assim, favorecendo o desenvolvimento das crianças e adultos. O tratamento para este público alvo é feito de maneira multidisciplinar, já que o transtorno abrange vários aspectos da vida. Dentre os vários recursos que podem ser utilizados em seu tratamento, a música tem a capacidade de trazer benefícios para os pacientes, assim como para a vida de quem a utiliza.

Palavras-chave: Transtorno do Espectro Autista. Musicoterapia. Autismo. Criança. Tratamento.

1. Introdução

O presente artigo tem como objetivo investigar sobre a relação positiva entre a música e Psicologia, no sentido de que a música possa ser um recurso terapêutico eficaz no tratamento de crianças com Transtorno do Espectro Autista. A musicoterapia é um campo teórico e método terapêutico conhecido por ser capaz de através dos sons, músicas, ritmos, improvisos estimular resultados positivos em pacientes.

Em princípio, este artigo aborda o Transtorno do Espectro Autista no DSM-V, que apresenta a sua definição, a realização do diagnóstico, a sua classificação e os dados estatísticos. Em seguida ressalta a musicoterapia, apresentando as principais características, o histórico de eficácia diante das doenças e Transtornos e a relação que ocorre entre a música e a Psicologia, e, por fim, sobre o autismo e a musicoterapia, em que ressalta as formas de tratamento acerca do autismo, assim como o manejo terapêutico através da musicoterapia em crianças com autismo.

O Transtorno do Espectro Autista, antes conhecido apenas por Autismo, é um transtorno que gera comprometimentos na capacidade de interagir, através de uma comunicação, linguagem e habilidades dificultadas. Este transtorno atualmente é bastante conhecido, possuindo várias formas de tratamentos, sabendo-se que o seu diagnóstico pode ser feito com crianças de aproximadamente 3 anos de idade, facilitando assim o desenvolvimento de tratamento.

Capaz de ser um instrumento muito poderoso, a música é muito mais que facilitador  de emoções, podendo também gerar processos cognitivos como atenção dividida e sustentada, controlar impulsos, planejar e executar funções motoras, entre outros. Atualmente através da prática relacionada à música cotidiana é possível ter grandes resultados. A utilização de instrumentos pode resultar em um desempenho diferenciado, além de outras práticas musicais que necessitam de treinamento. Quando o indivíduo toca um instrumento musical, canta ou, então, quando faz o improviso musical é fácil observar o desenvolvimento de habilidades, assim como, o nível de processamento cognitivo (KOELSCH, 2011; RODRIGUES, 2012 apud SAMPAIO et al., 2015).

Este artigo foi elaborado a partir de diversos materiais como artigos, livros, cartilhas, dissertações, entre outros, com o objetivo de apresentar a musicoterapia como uma forma eficaz no tratamento de crianças com TEA.

2. Transtorno do Espectro Autista (TEA): definição

Desde o início de suas vidas, algumas crianças apresentam dificuldades, que podem acarretar sérios prejuízos na capacidade de se posicionar diante de situações sociais. Crianças que apresentam uma redução na capacidade de interagir socialmente, no uso da imaginação e dificuldades qualitativas na comunicação, são capazes de desenvolver um padrão de comportamentos restritos e repetitivos; características que se referem ao quadro de Transtorno do Espectro Autista (MELLO, 2004).

O Transtorno do Espectro do Autismo envolve um conjunto de alterações. Segundo Paredes (2012, p. 01),

A designação de Espectro do Autismo, reportando-se a uma condição clínica de alterações cognitivas, linguísticas e neurocomportamentais, significa mais do que o conjunto fixo de características. Esta pode manifestar-se através de sintomas num contínuo de gravidade de maior ou menor intensidade.

Este Transtorno pode ser encontrado em todo o mundo, em diversos contextos familiares, econômicos e raciais, e é imprescindível a realização do tratamento desde a sua descoberta, que pode ser nos primeiros anos de existência (GATTINO, 2012).

2.1 Diagnóstico

Com aproximadamente 3 anos de idade, é possível identificar a manifestação dos primeiros sintomas do autismo, desta forma, contribuindo na busca do diagnóstico precoce (SILVA el al., 2012). É importante ser realizado o diagnóstico diferencial, pois o tratamento que será proposto pode ser distinto, dependendo do grau e comprometimento provocado pelo Transtorno. Por isso, quanto mais rápido ele for detectado, melhor é a promoção de qualidade de vida para a criança. O TEA é de ordem multifatorial, ou seja, há vários fatores que contribuem para que seja desenvolvido, podendo ser genético ou ambiental. A carga genética é o primeiro fator a ser investigado, seguida pelo ambiental, que tem grande influência sobre a criança (GATTINO, 2015).

O Transtorno do Espectro Autista possui graus variáveis de comprometimento e as áreas mais afetadas, que facilitam estabelecer o diagnóstico são: interação social, linguagem, comunicação e comportamento (MELLO, 2004).

A interação da criança com TEA apresentará algumas dificuldades que estão ligadas à linguagem, comunicação e ao comportamento. A linguagem pode ser não-verbal, ou então, ela pode desenvolver uma fala de difícil compreensão, alguns casos apresentam repetições, assim como ecolalia, dificultando a comunicação (PERNAMBUCO, 2015).

A comunicação social é prejudicada devido à diminuição ou ausência do contato visual, assim como a falta de habilidade de estabelecer relacionamentos afetivos. Dependendo do grau do Autismo, a criança não consegue fazer a distinção dela como pessoa em relação aos outros, sendo assim, seu “eu” está vinculado ao todo. Apresenta alguns comportamentos estereotipados, como balançar para frente e para trás, chacoalhar as mãos, podendo até apresentar comportamentos agressivos, quando contrariada (PERNAMBUCO, 2015).

2.2 Classificação

Para classificar o Transtorno é necessária a utilização dos critérios apresentados no Manual de Diagnóstico e Estatística de Doenças Mentais, da Academia Americana de Psiquiatria, ou, DSM-V. Existe também a Classificação Internacional de Doenças da Organização Mundial de Saúde, conhecido como CID-11.

O DSM-V inclui algumas mudanças para caracterizar o Autismo, a principal foi o agrupamento de outros transtornos, como: Autismo infantil, Autismo Atípico, Síndrome de Asperger, Transtorno Desintegrativo, fazendo com que se chame Transtorno do Espectro Autista, ou F84.0. Este transtorno faz parte do grupo de transtornos do neurodesenvolvimento (APA, 2014).

2.3 Comorbidades

O Transtorno do Espectro Autista do desenvolvimento depende dos contextos ambientais, assim como da concentração da carga genética, e, além dos prejuízos que provoca no sujeito, podendo estar vinculado a outros tipos de Transtornos, fazendo com que ele seja apenas um dos problemas encontrados. Dados constam que pacientes autistas apresentam 2 a 5 comorbidades, dificultando o diagnóstico e o processo de desenvolvimento (ROTTA et. al., 2016).

As principais comorbidades encontradas atualmente são: Transtorno Bipolar, Transtorno de Déficit de Atenção/Hiperatividade (TDAH), Ansiedade, Psicose, Retardo Mental, Depressão,

tiques, Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC), Esquizofrenia, quadros de epilepsia, entre outros (ROTTA et al., 2016).

2.4 Dados Estatísticos

De acordo com Gattino (2015), os dados mais atuais apontam que numa revisão sistêmica, o autismo está presente sobre uma mediana de 17/10.000 no mundo, assim, o autor destaca esta como a melhor estimativa de casos de autismo e a importância destas coletas de dados. Os estudos que apontam este resultado foram realizados em 2000, em diferentes lugares do mundo.

Ainda de acordo com o autor, no Brasil, o único estudo realizado com crianças de 7 a 12 anos de idade, apontou que a cada 368 crianças, uma é autista. Outro dado considerado importante é a pré-disposição em meninos ser maior que em meninas, os estudos mostram que a proporção é de uma menina, para cinco meninos.

3. Musicoterapia: definição

A música é considerada um fenômeno conhecido em todas as culturas, que é utilizada como fonte de prazer e entretenimento, porém, também é recomendada para outros assuntos, como, expressão social, religiosidade, auxiliar pais com crianças agitadas, proporcionar emoções, e assim gerar uma forma de comunicação, além de coesão social (GFELLER, 2008; KOELSCH, 2014 apud SAMPAIO et al., 2015).

Por isso, desde o início da humanidade a música é utilizada como método terapêutico. Seu papel diante da sociedade sempre foi de intervir perante os diversos aspectos da vida humana, atuando de forma coletiva ou individual (PADILHA, 2008).

A musicoterapia se apropria do som, da música e do movimento, para que facilite, no ser humano, a capacidade de comunicação, fazendo com que assim ele desenvolva a integração social. Os elementos de expressão da música desenvolvem a função de linguagem (PAREDES, 2012).

3.1 Histórico de eficácia

A música é capaz de causar no ser humano grandes resultados na qualidade de vida, devido à influência que exerce em diversos aspectos. Por isso, é considerada um valioso recurso terapêutico.

De acordo com Areias, vários estudos demonstram a capacidade terapêutica que a música exerce em situações que geram dificuldades e sofrimentos, tais como, depressão, insônia, Alzheimer ou doenças mentais, entre outros. É possível entender que a musicoterapia teve um papel de grande importância na busca por melhorias em relação ao sofrimento psíquico. Outro dado relevante é que a musicoterapia tem a capacidade de diminuição de recursos medicamentos, já que este tipo de terapia está aliada ao prazer, gerando no cérebro respostas e permitindo que a utilização de fármacos seja reduzida (2016).

Ainda, segundo o autor acima citado, desde a gestação, é possível reconhecer a influência que a música pode exercer sobre o feto e isto pode ocorrer ao longo da vida. Em alguns tratamentos para gestantes música é indicada como forma de relaxamento para seu bebê. Outro âmbito em que é possível identificar grandes resultados da musicoterapia é no tratamento de pessoas idosas que apresentam doenças como Alzheimer ou outras demências, em que a música atua na memória de longo prazo.

3.2 Música e Psicologia

A Psicologia pode se utilizar da musicoterapia, assim como outros manejos terapêuticos que considerem a importância do cuidado, para possibilitar a construção e a recuperação de comportamentos considerados saudáveis que possibilitam no paciente uma condição de bem-estar e qualidade de vida (DORO et al., 2015).

A musicoterapia tem como objetivo primordial não proporcionar no sujeito o saber musical, mais possibilitar crescimento psíquico, assim como prazer, através do que o som pode oferecer. Não importa qual seja o estilo musical, e qual instrumento e/ou recurso seja utilizado, o que importa é que a música possibilite a expressão de emoções e sentimentos. Um dos pontos que se destaca é a improvisação por parte do indivíduo, e a capacidade de recuperação que a música pode trazer (LEITE, 2005 apud PAREDES, 2012).

A relação entre música e Psicologia existe porque ambas contribuírem para o desenvolvimento do indivíduo, podendo atuar de maneira subjetiva. Por isto, a ligação entre elas vem crescendo para facilitar o cuidado na sociedade. Sendo assim, atualmente é possível encontrar cursos ou especializações em que os profissionais possam se aprimorar. Os diversos

campos de atuação da Psicologia podem ter um grande respaldo quando se utiliza a música, pois esta beneficia o sujeito, proporcionando-lhe prazer e bem-estar.

4. Autismo e Musicoterapia: tratamentos sócio-históricos do Transtorno do Espectro do Autismo

Quando se pensa sobre a forma como deve ser tratada a criança com TEA, é impossível não salientar que este trabalho deve ser feito em parceria com a família; é preciso preparar a familiar para saber lidar e cuidar. O objetivo principal do tratamento é diminuir o comprometimento que a criança apresenta e, principalmente, gerar uma qualidade de vida adequada (PERNAMBUCO, 2015).

Desde a descoberta do Transtorno do Espectro Autista até a atualidade muitos tipos de tratamentos foram desenvolvidos. É possível destacar alguns métodos que foram introduzidos como forma de proporcionar resultados e facilitar o desenvolvimento da criança.

As principais formas de tratamentos são: ABA (Análise Aplicada do Comportamento), muito utilizada em crianças pequenas com algum distúrbio dentro do espectro do autismo. A característica marcante da ABA é a modificação de comportamentos indesejados, que, por meio do tratamento, são substituídos por comportamentos funcionais (SILVA et al., 2012).

TEACCH (sigla em inglês para Tratamento e Educação para Autistas e Crianças com Déficits relacionados à Comunicação), onde através de recursos visuais a criança é capacitada a atuar de forma independente diante do ambiente, já que visa a melhora das habilidades e da capacidade de adaptação da criança (CALAZANS, 2007).

A terapia é a forma mais concreta de auxílio no desenvolvimento interacional da criança, por isso existem diversos tipos de terapias, o autismo pode ser tratado em abordagens comportamentais e analíticas, além do tratamento fármaco que a criança pode vir a necessitar, caso o TEA seja integrado a outros quadros (BARROS, 2012).

As abordagens Cognitivo-Comportamentais e a Psicanalítica são bastante utilizadas nos tratamentos do autismo, sendo que a Cognitivo-Comportamental atua de forma a compreender o transtorno, para que de fato formule adequadamente o diagnóstico e através do tratamento consiga favorecer o desenvolvimento do sujeito e sua adaptação. Por outro lado, a abordagem Psicanalítica visa à compreensão do sujeito através da sua subjetividade (CALAZANS, 2007).

A terapia Ocupacional vai atuar junto à criança sobre os aspectos de seu desenvolvimento em melhor estado, buscando identificar quais serão suas habilidades, e

através disso fazer com que a mesma seja capaz de produzir diante de situações concretas. Esta forma de terapia aborda as habilidades presente na criança com TEA, para que assim ela saiba também se expressar. Muito parecido com a musicoterapia que através da música e da criação de sons, ritmos e improvisações ajuda a criança a se comunicar (PAREDES, 2012).

5. A musicoterapia como manejo terapêutico em crianças com TEA

Diante dos diversos tipos de tratamentos encontrados para crianças com Transtorno do Espectro Autista, é possível salientar que a música pode desenvolver um papel importante, já que a mesma surge como forma de tratar e intervir, uma relação de ajuda que pode surgir derivada de modelos e abordagens terapêuticas utilizadas com pessoas com autismo (GATTINO, 2015).

Ao longo da história, não existem regras universais sobre como aplicar a terapia musical em diferentes contextos do autismo devido à diferença de casos. Assim sendo, a criança pode reagir positivamente uma determinada técnica utilizada, enquanto outras crianças podem não ser favorecidas. A música é um instrumento muito poderoso em casos de isolamentos sociais, facilitando a quebra deste bloqueio, por outro lado, pode provocar sobrecarga em pessoas com Transtorno do Espectro Autista, aumentando assim reações de estimulo próprio (BRÉSCIA, 2003 apud PAREDES, 2012).

O improviso musical é o marco inicial no trabalho com estas crianças, através dele é gerado o rapport entre musicoterapeuta e paciente, além do uso livre e a criatividade contribuírem ricamente para que em termos cognitivos a criança crie um processo auditivomotor (GATTINO, 2015). A utilização de instrumentos musicais pode, ainda, facilitar o interesse das crianças pela terapia (PAREDES, 2012).

Os musicoterapeutas se diferenciam pela forma como trabalham, pelos métodos que utilizam e pelo posicionamento que possuem; além disto, o tratamento pode ser adequado para ser trabalhado de forma individual ou grupal. Isso vai depender do grau de comprometimento que a criança apresenta (PAREDES, 2012).

6. Considerações

Com o passar dos anos, a música foi deixando de ser apenas um hobby e se transformando em recurso terapêutico. Por isso, é possível compreender que sua estrutura é bastante rica e, possivelmente, capaz de acessar vários contextos. Com a evolução na forma

de tratar e intervir no desenvolvimento dos pacientes, estudos desenvolveram a musicoterapia. Marcada pela utilização da música, assim como de outros elementos que sejam capazes de criar uma forma de comunicação com o paciente. Esta forma de terapia é considerada um auxílio de grande importância atualmente no tratamento de crianças com TEA, já que ajuda a capacitar a criança na sua comunicação.

A criança com TEA apresenta um déficit na comunicação, na linguagem, assim como na forma de interagir perante a sociedade. Considerando as diversas formas de tratamento, é possível concluir que a música tem o poder de causar bem-estar e contribuir no desenvolvimento cognitivo e comunicativo dessas crianças.

Sobre os Autores:

Lafaelly Mirelly da Silva - Acadêmica do Curso de Psicologia das Faculdades Integradas da Vitória de Santo Antão – FAINTVISA.

Carlos Antonio de Sá Marinho - Docente e Orientador do Trabalho de Conclusão de Curso das Faculdades Integradas da Vitória de Santo Antão.

Referências:

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