Artigos com o tema:

Saúde Mental

Resumo: A necessidade de convívio social e triunfo no modelo de vida perfeita, da sociedade capitalista do século XXI, força a busca intensa pela perfeição inexistente, tanto no seu acumulo material, quanto nas suas relações do seu meio sociocultural, que por algum motivo ou por sobrecarga de tanta cobrança, por obter sempre o êxito, a falência de suas relações com seu meio, pode lhe colocar na situação de isolamento interno e/ou externo, de estar com o transtorno depressivo. Diante de tal dilema, o doente e seu meio por vezes, tomam conceitos ou decisões equivocadas sobre o transtorno. Buscou-se entender um pouco, as relações com que a sociedade com esse tipo de conceito equivocado percebe e /ou aceita o depressivo, e quais influências a sociedade exerce sobre esse indivíduo com o transtorno depressivo.

Palavras-chave: Depressão, Preconceito, Sociedade.

Leia mais: Depressão: o Preconceito Acerca do Depressivo na  Sociedade Contemporânea

Resumo: O presente artigo discute as relações entre trabalho e saúde-doença dos trabalhadores do sistema prisional. Entende-se que o modo de adoecer de um indivíduo provavelmente está diretamente ligado ao modo de viver deste dentro e fora do ambiente de trabalho, sendo que este contém vários elementos que pode ser a razão para o sofrimento. O sofrimento por sua vez é capaz de desestabilizar a identidade do sujeito, conduzindo para problemas mentais, por isso é comum estes profissionais apresentarem alto grau de stresse e seus reflexos negativos físicos e psíquicos entre outros problemas, em função do dano psicológico e da mudança de convívio.

Palavras-chave: Saúde Mental, Trabalhadores, Psicologia Organizacional, Psicopatologia.

Leia mais: Saúde Mental e Psicopatologias Relacionadas ao Ambiente de Trabalho



A loucura pode ser considerada uma experiência social, já que é encarada de diferentes formas, tanto por grupos sociais como foi no decorrer da história. Na Grécia Antiga, a loucura era considerada uma manifestação divina. Os loucos eram vistos como profetas, porque falavam coisas que o homem comum não entendia. Outros achavam que eles tinham excesso de paixão, sentimento. Circulavam, nessa época, livremente pela cidade.

Leia mais: Abordando a História da Loucura

Resumo: A dependência química está presente na vida de distintas famílias. As relações familiares apresentam uma ampla influência nesse campo da dependência, podendo de tal maneira provocar conflitos que induzem o indivíduo ao uso, quanto retomar e estabelecer vínculos importantes para a sua recuperação. A existência de um usuário de drogas afeta a organização do sistema familiar, interferindo na qualidade do seu convívio. Devido a esse fator, alguns autores citados neste artigo, entre eles Nogueira (2009) informa que mesmo que só um membro da família tenha desenvolvido a dependência química, todos necessitam de tratamento, uma vez que a família adoece junto. Logo, é complicado amparar o dependente, se a família não buscar ajuda e apoio. Meditando nesta realidade, o objetivo desse estudo foi realizar um levantamento bibliográfico sobre a importância da família na recuperação do dependente químico, por meio de artigos científicos publicados sobre o tema a partir das palavras chaves: drogas, dependência química e família. Assim, trata-se de um estudo qualitativo de natureza exploratória. Deste modo, contatou-se que a família é essencial e eficaz para o tratamento do dependente químico, significando de tal modo, o quanto é importante o seu envolvimento nas atividades e no acompanhamento passo a passo do processo. Portanto, a dependência química repercute os usuários e os seus familiares que convivem com os mesmos.

Palavras-chave: Drogas, Dependência Química, Família.

Leia mais: Dependência Química e o Valor dos Familiares na Recuperação

1. Introdução

Tendo em vista que a questão da institucionalização na saúde mental no Brasil começa com a teoria eugenista, que sustentava a ideia de limpeza social, assim como exclusões e falta de conhecimento das famílias, falta de cuidados em Instituições Manicomiais, falta de preparo de discentes, maus tratos físicos e verbais, começa a surgir movimentos em prol de uma Reforma Sanitária no Brasil, em função da reforma realizada pelo psiquiatra Franco Basaglia, que propõe através de uma lei, criada em 13 de maio de 1978, a extinção dos manicômios e a substituição do modelo psiquiátrico por outras modalidades de cuidado e assistência, na Itália.

Leia mais: Institucionalização na Saúde Mental: de que forma o doente mental vem sendo acompanhado pela saúde...

Resumo: O presente estudo aborda o dependente químico e sua reabilitação na sociedade. É possível reabilitar-se? É um tema atual que nos leva à reflexão. Objetiva questionar a serviços de saúde, na qual é oferecido um tratamento adequado contínuo, por nove meses aproximadamente, de método como recuperação na espiritualidade e na filosofia dos doze passos com modelos psicológicos de orientação cognitivo-comportamental com a prevenção, a recaída e a psicodinâmica. A droga é um problema de saúde pública e social, mediante as experiências vivenciadas na história do homem em diferentes contextos culturais e sociais. Relevante apontar que não basta derrubar os muros dos hospitais psiquiátricos, mas sim, os preconceitos, conceitos e conscientizar-se que os dependentes químicos têm o direito de viver como cidadãos, de novas concepções e relações. O cuidado a esses usuários, sabendo que em médio ou longo prazo é preciso, todavia, considerar a família como mediadora entre o indivíduo e a droga. É um trabalho interdisciplinar em (re)encontrar um novo sentido de vida na inserção e nos laços sociais.

Palavras-chave: Dependência química. Comunidade terapêutica. Reabilitação Psicossocial. Cuidado interdisciplinar e familiar.

Leia mais: Dependência Química e Comunidade Terapêutica: Possível caminho para Reabilitação Psicossocial na...

1. Introdução

Neste trabalho de conclusão discorreremos sobre o tema desenvolvimento da saúde mental na primeira infância; sendo este um assunto comum a todos, pois todo ser humano passa de alguma forma pelo processo de desenvolvimento mental. Observa-se uma necessidade de compreensão cada vez maior em relação ao processo de desenvolvimento saúde mental dos indivíduos, e dos problemas comportamentais da sociedade. O estudo é relevante para o entendimento de como o processo de desenvolvimento da saúde mental acontece, e quais são os pontos importantes para a colaboração do desenvolvimento mais adequado do mesmo; atendendo a necessidade de profissionais que buscam orientação sobre assunto e de pais, que buscam entender o processo de desenvolvimento, para ajuda-los no posicionamento de seus papeis (BOWLBY, 2002, pag. 89).

Leia mais: Prejuízos da Ausência Materna no Desenvolvimento Infantil

Resumo: o artigo teve como objetivos identificar as possíveis formas de tratamento para o indivíduo portador do Transtorno do Pânico, caracterizar as causas geradoras, sintomas inerentes e suas consequências, uma vez que o TP é uma entidade nosológica acompanhada de importante prejuízo psíquico e funcional. O método utilizado foi a revisão narrativa da literatura nas principais bases de dados existentes (Bireme e Scielo) e em livros-textos atualizados. Como resultado encontramos que devido à sintomatologia predominantemente física desse transtorno, os pacientes geralmente procuram vários atendimentos clínicos até que o diagnóstico seja feito. O tratamento do TP pode ser feito com psicoterapia e/ou psicofármacos. As diversas abordagens terapêuticas são apresentadas com o nível de evidência de cada recomendação. E pudemos concluir que o conhecimento do Transtorno de Pânico, seus tratamentos por todos os portadores, envolvidos e os profissionais de saúde são de suma importância para o encaminhamento direto do paciente ao terapeuta para que comece o mais rápido possível o tratamento, podendo desse modo, diminuir o sofrimento dos portadores antes que o quadro de ansiedade se torne cada vez mais grave.

Palavras-chave: Transtorno do pânico, tratamento, implicações, diagnóstico, farmacoterapia, psicoterapia.

Leia mais: Transtorno do Pânico: implicações e tratamento