Artigos com o tema:

Desenvolvimento Humano

Resumo: O presente artigo traz uma perspectiva da luta pela ressocialização de adolescentes que tenham cometido algum tipo de ato infracional, pontuando a relação e a responsabilidade que a sociedade e a família têm com este adolescente e apresentando as medidas socioeducativas como um meio positivo, mas deficitário no que concernem as medidas de internação como causadoras e fomentadoras de uma conduta anti-social daqueles que saem da internação piores do que antes, quando entraram. Com o intuito de esclarecimento, procuraremos trazer uma discussão sobre o tratamento oferecido a estes jovens e o seu desligamento com a instituição, trabalhando este percurso de uma maneira mais satisfatória e positiva para a ressocialização deste adolescente e reconhecendo a responsabilidade que temos de tratar estes “meninos perdidos” com mais seriedade e de forma mais humana.
Palavras-chaves:
Adolescência, família, delinqüência, sociedade e políticas públicas.

Leia mais: O adolescente infrator e a conduta institucional sob a luta pela ressocialização

Entrar no mundo dos adultos – desejado e temido – significa para o adolescente a perda definitiva de sua condição de criança. É o momento crucial na vida do homem e constitui a etapa decisiva de um processo de desprendimento que começou com o nascimento. [...] Neste período flutua entre uma dependência e uma independência extrema, e só a maturidade lhe permitirá, mais tarde, aceitar ser independente dentro de um limite necessário de dependência. (ABERASTURY E KNOBEL. 1981; p. 13)

Leia mais: O Jovem Adolescente e a Escolha Profissional



RESUMO: Esse trabalho trata-se de uma pesquisa aplicada, quantitativa, descritiva e de levantamento que objetivou analisar a influência de jogos eletrônicos violentos no comportamento de adolescentes do sexo masculino entre 15 e 18 anos. De modo mais específico, procurou discriminar quais os jogos mais utilizados por esses adolescentes, monitorar o comportamento desses adolescentes no ambiente escolar juntamente com a equipe pedagógica e debater a ocorrência ou não de influência no comportamento dos adolescentes questionados. Foram entrevistados 20 alunos, entre 15 e 18 anos, estudantes do ensino médio do Colégio Sapiens. Aplicou-se um questionário misto para a realização da análise de dados, que por sua vez foi realizada por meio da elaboração de gráficos, agrupando os dados em duas categorias: categoria A (jogos não violentos) dividida em duas subcategorias e categoria B (jogos violentos) dividida em três subcategorias. Os resultados mostraram que apesar de estudos anteriores determinarem a existência de uma influência dos jogos no comportamento de jovens, durante a pesquisa não observamos essa mudança de comportamento no grupo de sujeitos.
Palavras-chave: Jogos Violentos; Influência; Adolescentes.

Leia mais: A Influência dos Jogos Eletrônicos Violentos nos Adolescentes

Resumo: O presente estudo focaliza a participação dos pais adolescentes no cuidado das crianças em famílias de camadas populares. Trata-se de uma pesquisa de abordagem qualitativa, em razão do caráter naturalístico, foi utilizado o método de estudo de caso, com realização de entrevistas semi-estruturadas com dois casais, do sul da Bahia, durante os meses de Agosto à Novembro de 2010. O Objetivo foi perceber como funciona a relação Pai/criança na prática, analisar as representações sociais elaboradas por esse sujeito sobre a sua nova realidade e sobre as mudanças ocorridas na sua vida familiar em razão desse fenômeno, no sentido de aliviar o impacto que a paternidade tem na vida desses meninos. Conclui-se que o fenômeno precisa ser compreendido em um contexto histórico e cultural específico, distinto de sua ocorrência décadas atrás, embora persista a identificação com papéis de gênero tradicionais, os novos pais desejam uma participação mais efetiva na vida dos filhos.
Palavras-Chave: Adolescência; Gravidez; Paternidade;

Leia mais: Gravidez na Adolescência e co-responsabilidade Paterna: Percepção dos Pais frente à Gravidez

Resumo: O objetivo deste estudo é investigar as relações entre a dinâmica familiar e o comportamento anti-social de 12 crianças de uma escola da rede pública municipal de uma cidade do interior do Estado de Rondônia. Utilizando-se de instrumentos que avaliam as práticas educativas usadas pelos pais para com os filhos e a percepção da criança frente ao suporte familiar recebido, o trabalho busca analisar a influência da família no comportamento da criança. Os resultados gerais encontrados apontam para uma correlação entre o comportamento agressivo destas crianças e o ambiente familiar ao qual fazem parte. Assim, o estudo conclui que estas famílias por meio de sua constelação e de suas práticas educativas configuram-se como espaço gerador de modelos agressivos. As considerações finais sinalizam a necessidade de futuros estudos para expandir a compreensão do comportamento agressivo e sua relação com a violência familiar.

Palavras-Chave: Comportamento agressivo; violência familiar; criança; estilos parentais; práticas educativas.

Leia mais: A Influência da Família na Aquisição de Modelos Agressivos pelas Crianças

O modelo de sociedade consumista evoca o pensamento crítico sobre a atuação deste modelo, o público atingido e, portanto, as consequências no desenvolvimento psíquico, social e fisiológico do ser humano como um todo, especificamente na criança, como trata o projeto presente.

Leia mais: Consumismo Infantil

O veiculo primário para o desenvolvimento das relações com os colegas ou companheiros é a brincadeira com as outras crianças. Tais brincadeiras não ocorrem com freqüência antes do dois anos. Entre a idade de 02 a 05 anos, as interações das crianças se tornam mais freqüentes, mais fortalecidas, mais sociais e complexas. Nos primeiros anos da pré-escola, as crianças se engajam principalmente em brincadeiras solitárias, em que não prestam atenção aos colegas, ou em brincadeiras paralelas, em que brincam próximas umas as outras, sem interagir.

Leia mais: O Desenvolvimento Social da Criança

John Bowlby em estudos enfatizou sobre o significado do primeiro relacionamento entre a mãe e a criança, através da chamada teoria do apego, ressaltando a importância do primeiro contato mãe-bebê.

Além dele, Ainsworth fala sobre vínculo afetivo como um laço relativamente durável em que o parceiro é importante como um indivíduo único e não pode ser trocado por nenhum outro. Num vínculo afetivo existe o desejo de manter proximidade com o parceiro. Um apego é uma subvariedade do vínculo emocional em que o senso de segurança de uma pessoa está estreitamente ligado ao relacionamento.

Leia mais: Sobre o Desenvolvimento Afetivo da Criança