Desenvolvimento Humano

O modelo de sociedade consumista evoca o pensamento crítico sobre a atuação deste modelo, o público atingido e, portanto, as consequências no desenvolvimento psíquico, social e fisiológico do ser humano como um todo, especificamente na criança, como trata o projeto presente.

O veiculo primário para o desenvolvimento das relações com os colegas ou companheiros é a brincadeira com as outras crianças. Tais brincadeiras não ocorrem com freqüência antes do dois anos. Entre a idade de 02 a 05 anos, as interações das crianças se tornam mais freqüentes, mais fortalecidas, mais sociais e complexas. Nos primeiros anos da pré-escola, as crianças se engajam principalmente em brincadeiras solitárias, em que não prestam atenção aos colegas, ou em brincadeiras paralelas, em que brincam próximas umas as outras, sem interagir.

John Bowlby em estudos enfatizou sobre o significado do primeiro relacionamento entre a mãe e a criança, através da chamada teoria do apego, ressaltando a importância do primeiro contato mãe-bebê.

Além dele, Ainsworth fala sobre vínculo afetivo como um laço relativamente durável em que o parceiro é importante como um indivíduo único e não pode ser trocado por nenhum outro. Num vínculo afetivo existe o desejo de manter proximidade com o parceiro. Um apego é uma subvariedade do vínculo emocional em que o senso de segurança de uma pessoa está estreitamente ligado ao relacionamento.

A palavra “adolescência” vem da palavra latina “adolesco”, que significa crescer. É uma fase cheia de questionamentos e instabilidade, que se caracteriza por uma intensa busca de “si mesmo” e da própria identidade, os padrões estabelecidos são questionados, bem como criticadas todas as escolhas de vida feita pelos pais, buscando assim a liberdade e auto-afirmação.

O quinto estágio da Teoria do Desenvolvimento Psicossocial de Erikson, que se dá entre os 12 e os 18 anos, ganha contornos diferentes devido à crise psicossocial que nele acontece, ou seja, Identidade Versus Confusão. Neste contexto o termo crise não possui uma acepção dramática, por  tratar-se de a algo pontual e localizado com pólos positivos e negativos.

É fato que as drogas estão, há muito, presentes na macro e micro sociedade, fazendo vítimas num número quase que incontável, preocupando e assustando as autoridades pelo fato de que os usuários adentram neste mundo cada vez mais cedo. A séria relação entre consumo de drogas e agressividade tornou-se foco de vários estudos e pesquisas e embora o tema seja vasto, ainda não se alcançou definitiva conclusão sobre o assunto. O presente trabalho pretende então expor pontos observados em estudo sobre a “O Uso de Drogas e a Violência na Adolescência”, apresentando definições e características marcantes desta complexa fase do desenvolvimento humano, relacionando com a temática em foco. Este trabalho foi desenvolvido pela equipe de graduandos no 5º período do curso de Psicologia pela Faculdade Pitágoras, e apresentado aos alunos durante o Seminário da Adolescência, sob a orientação da Professora Mestre Ana Carolina Zeferino, que leciona a disciplina de Psicologia do Desenvolvimento na referida instituição.

Palavras-Chave: adolescência, desenvolvimento humano, família, sociedade, uso de drogas, violência.

 TDAH em crianças e adultos

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