Resumo: Através de histórias fantásticas, as crianças são capazes de se identificar com os personagens, expressar seus sentimentos, angústias e necessidades infantis e resolver conflitos psicológicos de acordo com a fase de desenvolvimento que estão passando. Assim como os contos, as cantigas de ninar trazem à tona questões humanas que todos devem elaborar, como a separação, a morte, o desamparo. Muitos adultos acreditam que os contos de fada são prejudiciais para a criança, pois exigem explicações racionais para tudo o que fazem. Dessa forma, impedem as crianças de lidar com seus próprios medos e ansiedades.

1. Introdução

Quando ouvimos uma história, lemos um livro, uma história em quadrinhos, ou mesmo quando assistimos a um filme ou a uma novela de televisão, nos identificamos com heróis. Isso porque eles nos trazem admirações e sonhos com aventuras e não apenas por acomodar valores (POSTIC, 1993).

Segundo Ressurreição (2007), “a capacidade de simbolizar é fundamental pra a nossa natureza psíquica e emocional, e é um atributo desejável para um desenvolvimento intelectual pleno, saudável e criativo”. A criatividade, a fantasia e a imaginação tornam o ser humano mais autônomo e independente (RADINO, 2003).

Através da fantasia, as crianças têm maior facilidade de compreensão, pois ela “se aproxima mais da maneira como veem o mundo, já que ainda são incapazes de compreender respostas realistas”. As crianças dão vida a tudo: ao sol, à lua e todos os elementos do mundo, da natureza e da vida. Nas histórias, elas se identificam facilmente com os problemas dos personagens, sendo isso fundamental para seu desenvolvimento emocional (RESSURREIÇÃO, 2007).

“A fantasia dos contos de fadas é fundamental para o desenvolvimento da criança. Há significados mais profundo nos contos de fadas que se contam na infância do que na verdade que a vida adulta ensina. É por meio dos contos infantis que a criança desenvolve seus sentimentos, emoções e aprende a lidar com essas sensações”. (RESSURREIÇÃO, 2007: p.1).

O conto é um instrumento de trabalho muito importante que auxilia a criança a lidar com a ansiedade que está vivenciando e superar obstáculos, favorecendo para o desenvolvimento da personalidade. A criança concentra-se mais e aprende a respeitar o outro através dos contos e histórias infantis. (RADINO, 2003).

2. Desenvolvimento da Imaginação

Segundo o dicionário universal da língua portuguesa (2007), “imaginação” significa “faculdade de conhecer e criar; faculdade de representar no espírito objetos ausentes; pensamento imaginário; fantasia”.

Nas palavras de Postic (1993, p.13):

“Imaginar é evocar seres, colocá-los em determinada situação, faze-los viver como se quer. É criar um mundo a seu bel-prazer, libertando-se. Tudo é possível. Tudo acontece. (...) Na vida cotidiana, imaginar é uma atividade paralela à ação que exercemos ligadas à realidade. A imaginação é um processo. O imaginário é seu produto”.

Para Sartre (apud. POSTIC, 1993), a imaginação é um ato mágico. É uma encantação determinada a fazer aparecer o objeto pensado, desejado. Imaginar é reconstruir e transformar a realidade por meio dos significados dados aos acontecimentos ou repercussões interiores que eles têm em nós.

A criança expressa seu imaginário primeiro pelo jogo, pelo gesto, pelo corpo. É só depois que ela vai utilizar do desenho, da pintura, e por fim, da narração (POSTIC, 1993). O brincar de faz-de-conta, não é uma atividade banal ou vazia. Para Bee (2003), é do faz-de-conta que depende grande parte do desenvolvimento cognitivo da criança. O jogo do faz-de-conta começa mais ou menos a partir do segundo ano de vida, onde os brinquedos são utilizados para seus propósitos reais: a criança utiliza de objetos como uma colher para “comer”, ou um pente de brinquedo para pentear o cabelo (BEE, 2003).

Aproximadamente com um ano e meio, ocorre uma mudança: “o receptor da ação de faz-de-conta agora passa a ser uma outra pessoa ou um brinquedo, em especial uma boneca” (BEE, 2003, p.202). A criança passa a encenar com este objeto simbólico (a boneca), se envolvendo na situação e sobrepondo seus estados afetivos: a criança pode fazer carinho na boneca, assim como pode a repreender. A criança adota papéis sociais, pontos de sua referência, como os próprios pais, professores, etc. Mesmo sabendo que “não é pra valer”, a criança representa como se fosse verdade, entusiasmando-se e deixando-se levar pela brincadeira (POSTIC, 1993).

Entre dois e três anos de idade, ocorre outra mudança, na qual as crianças começam a utilizar objetos para representar algo totalmente diferente dos seus propósitos típicos: uma vassoura passa a ser um cavalo, um fuzil, uma lança (BEE, 2003). Tudo é possível.

“Cavalga-se uma baleia e enfrenta-se um tubarão. Nasce assim espontaneamente, uma visão que se apoia no real e dele se liberta assim se desperta a exaltação de viver. A criança apropria-se do real sem que este se volte contra ela”. (POSTIC, 1993, p.23).

Segundo Field (apud. BEE, 2003), com aproximadamente quatro ou cinco anos, as crianças passam 20% de seu tempo lúdico brincando de faz-de-conta.

3.História dos Contos

Em muitas sociedades, os contos eram envoltos em significados sagrados. Foram protegidos e transmitidos, perpetuando-se através das gerações até a atualidade. E mesmo nessa atualidade, o que vemos é que os contos trazem uma proteção às crianças, no momento em que pedem aos pais que lhe contem uma história para que adormeçam (RADINO, 2003).

Mulheres de diferentes classes sociais, segundo Radino (2003), foram responsáveis pela criação de muitos contos conhecidos atualmente. Inicialmente, os contos não eram feitos para crianças, uma vez que estas não eram reconhecidas por suas características próprias de infância. A literatura dirigida à criança foi produzida a partir do século XVII, após a queda do sistema feudal, com a qual a família torna-se unicelular, e a criança é tida biologicamente como frágil e afastada dos meios produtivos. Consequentemente, a infância começa a ser pensada como uma fase de dependência do adulto. “A criança passou a ser valorizada, e juntamente com as ideias para seu desenvolvimento intelectual, surge a necessidade de manipulação de suas emoções” (RESSURREIÇÂO, 2007, p.8).

4. A Estrutura dos Contos de Fadas

“Os contos de fadas são narrativas, com ou sem a presença de fadas, que se desenvolve dentro de uma magia feérica. O eixo central dessa narrativa refere-se a uma problemática existencial em que o herói busca a realização que está relacionada à união homem-mulher”. (RADINO, 2003, p.171).

Os contos de fadas tendem muito para o lado do encantamento, do fantástico. Um mundo habitado por seres maravilhosos, todos convivendo naturalmente. Nada é considerado estranho. Tudo é maravilhoso no mundo da magia, do sonho e da fantasia. Não há limitações da vida humana e os conflitos são resolvidos por meios sobrenaturais (RESSURREIÇÃO, 2007).

A estrutura dos contos corresponde às necessidades infantis (RADINO, 2003). Os contos de fadas falam de heróis comuns. Seus nomes são genéricos e descritivos, ou comuns, como João e Maria. Os pais dos heróis também podem ser qualquer um de nós. Dessa forma, como diz Radino (2003), “torna-se mais fácil uma identificação com esses personagens genéricos, que vivem situações cotidianas e que têm uma família comum, e não sobre-humana ou sobrenatural”.

De acordo com Ressurreição (2007), os contos de fadas começam de uma maneira simples e partem de um problema ligado à realidade. A criança se depara com situações equivalentes à sua realidade interna. Buscando solucionar esses conflitos, aparecem as figuras mágicas. “E a narrativa termina com a volta à realidade, em que os heróis se casam ou retornam ao lar” (RESSURREIÇÂO, 2007: 3). Não há a localização temporal, pois este pouco importa para os contos de fadas. Assim sendo, as crianças e adultos dos contos de fadas não envelhecem, já que o tempo não existe. Ressurreição (2007) diz: “A velhice e a juventude faz parte do caráter do personagem” (p.10).

  Nas palavras de Radino (2003):

“Todo conto se inicia em um outro tempo e em um outro lugar, e a criança sabe disso. Ao iniciar um ‘era uma vez’, a criança sabe que partirá em uma viagem fantástica e que dela retornará com um ‘e viveram felizes para sempre’ (...). Esses rituais mostram que vamos tratar de fantasia, de uma Terra do Nunca. Quando nós, adultos, entramos em um cinema, ao se apagarem as luzes, não questionamos se o filme é real ou não. Embarcamos nessa viagem e identificamo-nos com os personagens, chorando e dando risadas. Quando as luzes se acendem, às vezes saímos um pouco tontos da sala de projeção, mas retornamos ao nosso mundo real” (p.135).

Para Bettelheim (apud. RESSURREIÇÃO, 2007), os contos de fada se estruturam de forma com que a criança consiga também estruturar seus devaneios e assim direcionar melhor a sua vida. Eles não iludem, e sim, expõem as crianças às dificuldades fundamentais do homem. Além disso, aguçam a imaginação (RADINO, 2003). Levine (apud. POSTIC, 1993) pontua que os contos de fadas, em sua maioria, nos trazem, a princípio, a angústia de ruptura com o meio familiar no momento de passagem para o mundo adulto. O que salva o herói é o seu grau de amadurecimento. “A mensagem oculta é a de que precisamos de nossos pais, mas para crescer, temos de nos libertar da dependência deles” (RESSURREIÇÂO, 2007). Em um segundo momento, segundo Levine (apud. POSTIC, 1993), ocorre a necessidade do herói de ser reconhecido além de seu âmbito familiar, como filho por uma “família fantasmática mais ampla” (POSTIC, 1993, p.20).

5. Contribuições dos Contos no Desenvolvimento Infantil

“O bebe necessita de um acalanto para dormir, a criança precisa de uma história e o adulto, muitas vezes, vê-se rodeado de um livro, ou mesmo de um filme, sem o qual não consegue embalar no sono noturno” (RADINO, 2003, p.47).

Segundo Radino (2003), mesmo parecendo terríveis, figuras como bruxas e ogros, por exemplo, podem acalmar a criança no acalanto, pois desvenda questões humanas que todos precisamos elaborar como a separação, a morte, o desamparo (temas muito apresentado em contos e cantigas de ninar).

“O acalanto seria uma forma de exorcizar os maus-espíritos que tentam separar mãe e filho, ajudando ambos a aceitar a inexorável solidão humana. O pedido do acalanto ou do conto antes de adormecer mostra justamente que o sono representa uma separação, em que se libera a mãe para outras atividades”. (RADINO, 2003, p.47).

As crianças muito pequenas ainda não têm condições de abstrair. Muitas vezes, as explicações dadas pelos adultos são incompreensíveis e elas só acharão consolo nos contos de fadas (RADINO, 2003).

Nos contos de fadas e nos mitos são ilustrados, simbolicamente, nossa história interna e nossos conflitos internos (como a rivalidade entre irmãos, por exemplo), sendo que o personagem principal somos nós mesmos (PAVONI, 1989; POSTIC, 1993). Através de uma linguagem fantástica, os contos procuram explicar a existência humana (RADINO, 2003). Segundo Postic (1993), a criança se identifica com o herói da história e capta significados a partir de seus interesses e necessidades momentâneas. Radino (2003) fala que os contos mostram à criança muitas questões humanas que ela vivencia, mas não consegue verbalizar. Eles dão forma a desejos da própria criança, aguçando a imaginação e favorecendo para o seu processo de simbolização que, segundo a autora, é de grande importância para a sua inserção no mundo civilizado e cultural. “(...) [A criança] troca de identidade de acordo com os problemas que tem que enfrentar” (POSTIC, 1993, p.20). Os contos de fadas sugerem, de forma simbólica, como convém resolver os conflitos internos (POSTIC, 1993).

Os contos de fadas, bem como os mitos, usam a mesma linguagem que o inconsciente. Pavoni (1989) diz que os contos falam diretamente com a criança, sem conselhos, explicações ou sermões.

“Eles falam ao inconsciente através de imagens, que vão conversar com as bruxas, os monstros, os medos que a estão assustando. Com o auxílio das fadas ou da espada mágica, a criança adquire forças para vencer o que a assusta ou preocupa. Enquanto ela não soluciona seu problema inconsciente, ouve ou lê a história até que o resolve. É esse um dos motivos que leva as crianças a pedirem que lhe contem várias vezes a mesma história”. (PAVONI, 1989: p.19).

Radino (2003) fala que o pedido de contar mais uma vez a história, é uma “forma de a criança apropriar-se de suas emoções e elabora-las” (p.143). Para tanto, a criança reconta várias vezes a mesma história, brinca e a dramatiza. Utilizando o simbolismo das histórias, ela consegue expressar as suas angústias. A criança também sempre terá uma história preferida que remete diretamente a algum conflito importante que esteja passando. Em momentos diferentes, a criança se identifica com determinado personagem, logo que despertada a sua angústia (RADINO, 2003).

Segundo Freud, as crianças identificam-se com os contos de fadas, pois estes desencadeiam temas universais dos seres humanos. Eles transmitem a garantia de sucesso na resolução de problemas das crianças. De acordo com Radino (2003), os contos de fadas são apresentados de forma simbólica, dando base para a assimilação de conflitos internos de acordo com o estágio de desenvolvimento (tanto psicológico, como intelectual) que a criança está passando.

Eis o final feliz, que Battelheim (1980; apud. RADINO, 2003) refere-se como uma realidade interior, pela qual “(...) a criança conseguirá superar seus conflitos e se tornar independente” (p.134-5).

Quando a criança sente medo da bruxa, ou do monstro, ela passa a sentir menos medo de seus pais (HELD, 1980; apud. RADINO, 2003).

“A mãe má, personificada na figura da bruxa, ajuda a preservar a mãe boa dos ataques sádicos da criança. Quanto mais intensa a fantasia sádica dirigida aos pais, maior a necessidade de a criança manter as figuras dos pais bons, protegidas e separadas. Ao internalizar essas figuras más, a criança intensifica seu contato libidinal com seus objetos externos. Procura segurança na pessoa real da mãe, distanciando-a de sua figura interna, terrorífica (...). É mais fácil e menos angustiante para uma criança temer uma bruxa do que sua própria mãe, que também é objeto de amor. A figura da bruxa, ou da madrasta má, simboliza justamente as dificuldades entre mãe e filho, no processo pré-edípico. A figura da mãe, projetada na madrasta ou bruxa, alivia o ódio entre mãe e filho”. (RADINO, 2003 p.141).

Held (1980; apud. RADINO, 2003), fala que pelos contos, a criança aprende “(...) a dominar seus medos reais e, dessa forma, suas relações cotidianas melhoram. O medo de um pai ou de uma mãe pode tornar-se um objeto mental dominado pela criança” (p. 196).

6. Contos Infantis no Contexto Escolar

 Para uma história prender a atenção de uma criança, esta deve fazer uma relação com “todos os aspectos da personalidade da criança” (RESSURREIÇÃO, 2007: 3). Isso deve ser feito sem menosprezá-la. Os conflitos são sempre por intenção maldosa contra uma pessoa de bem e só é resolvido pelo encantamento. A bruxa (ou o mal) persegue o herói, aumentando o conflito até o final, onde o bem triunfa e o mal é castigado. A morte da bruxa (do mal) tem que ser total e absoluta. A criança tem que interpretar a morte como algo definitivo (ou senão a bruxa pode reaparecer). Então, a história termina com um final feliz (RESSURREIÇÂO, 2007; RADINO, 2003).

O que muitos autores criticam é o fato de ainda hoje, pais e educadores (guiados pelo pensar), exigirem da criança explicações racionais para tudo que elas fazem. Acreditam que a atividade artística, quando desprovida da intelectual, forma pessoas incapazes de lidar com a vida cotidiana. (PAVONI, 1989; RESSURREIÇÃO, 2007).

Muitos adultos acreditam que os contos de fadas seja prejudicial à criança, justamente por seu caráter irreal, e tentam de alguma maneira censurá-los ou torná-los mais realistas. A fantasia acaba sendo considerada como um elemento “que dificulta o acesso à realidade e [é] taxada de mentira” (RADINO, 2003 p.116).

Ao fazer isso, esses pais e/ou professores estarão impedindo a criança de lidar com seu próprio medo e agressividade.  Segundo Radino (2003), “o que traumatiza as crianças não é o contato com os elementos escabrosos, mas o significado e a relevância que os adultos lhe dão” (p.196). As crianças só temerão imagens assustadoras, quando os adultos insistirem no seu caráter assustador (GRIMM, 1999; apud. RADINO, 2003).

“(...) ao censurar os contos de fadas, muitos pais e professores não estarão protegendo a criança de vivenciar situações que estes apresentam como o medo, a sexualidade, a inveja, o ódio, entre outros. Esses sentimentos já estão presentes na criança, de forma fantasiada, desde muito cedo. A ideia de que o contato com tanta fantasia desorganiza, ao contrário do que se imagina, pode servir como fonte de elementos simbólicos para a própria organização mental” (p.135).

E não devemos esquecer-nos da importância de a criança se projetar na história e no personagem, de imaginar os personagens, a paisagem. “Quanto mais elementos realísticos a história tiver, menos a possibilidade da criança se projetar nela” (BETTELHEIM, 1980; ALVES COSTA, 1991; apud. RADINO, 2003: p.182).

Referências:

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RESSUREIÇÃO, J. B., A Importância dos Contos de Fadas no Desenvolvimento da Imaginação. FACOSCAD – Faculdade Cenecista de Osório. Terra de Areia – RS. Retirado da Internet em 05 de maio de 2007. Em: http://www.cnecosorio.edu.br/pos/lin_lit/docs/02.doc.