Artigos com o tema:

Psicologia Social

O texto pretende abordar mudanças que emergiram socialmente resultando em uma inversão de papéis e valores no percurso do desenvolvimento histórico, até os tempos pós – modernos, relatando suas características e influências na constituição subjetiva de cada indivíduo.

Leia mais: Sociedade Pós-Moderna: Relações Esvaziadas na Constituição de Produtos Humanos

Resumo: A depressão é um estado reduzido do funcionamento psicológico e mental, frequentemente associado ao sentimento de infelicidade. Existem muitos fatores que podem desencadear ou mesmo predispor ao aparecimento da depressão em idosos, todavia, a sintomatologia depressiva é pouco verificada e valorizada por parte dos profissionais de saúde. Sendo assim, este estudo teve por objetivo investigar a prevalência de depressão em idosos institucionalizados e identificar a prevalência de depressão por gênero e avaliar fatores agravantes na presença ou ausência das visitas de familiares destes idosos. A pesquisa foi realizada em uma instituição filantrópica, situada em um município do estado de Rondônia. O método utilizado foi a pesquisa de campo, com caráter quantitativo descritivo. A análise contextual da instituição e as técnicas de recolha e análise de dados foram feitas por meio de uma escala de depressão geriátrica (GDS) e um questionário com cinco questões, construído e aplicado pela autora do estudo juntamente com a instituição. O estudo demonstrou que todos os inquiridos possuíam um estado depressivo e constatou-se que, este estado depressivo é mais elevado no sexo feminino. Pode-se concluir uma possível relação entre maior índice de depressão e ausência do contato do idoso institucionalizado com familiares.

Palavras-chave: Depressão, Idosos, Prevalência, Institucionalização.

Leia mais: Prevalência de Depressão em Idosos Institucionalizados e sua Relação ao Suporte Familiar



Resumo: Este artigo conduz a uma reflexão sobre a importância do contato com relatos biográficos para o indivíduo e para o coletivo. Nosso objetivo foi analisar depoimentos registrados no Museu da Pessoa buscando compreender como as elaborações produzidas pelos depoentes podem se mostrar tocantes e produtivas para quem as acessa. Entendemos que ao registrar sua vivência o depoente consegue realizar esta reflexão e expor o que refletiu a outras pessoas. Neste parâmetro o trabalho realizado pelo Museu da Pessoa tem esta característica de resgatar estas histórias individuais e torná-las públicas em seus sites, além de permitir o registro de diferentes indivíduos dos segmentos sociais. Por realizar os registros individualmente democratiza este método, de forma que outras gerações possam acessar estas informações. No período de outubro de 2013 a abril de 2014, foram colhidos depoimentos, com o critério de averiguar as ressignificações destes para composição do presente tema. A partir do depoimento no Museu da Pessoa, fomos detalhando os aspectos da ressignificação, observando em cada registro como os sujeitos apresentam tais ressignificações ao leitor e como, simultaneamente, podem promover em quem lê outras ressignificações. Acreditamos que o exposto nos depoimentos, ao gerar elaborações também nos leitores, pode representar uma significativa ferramenta de contato consigo mesmo e de transformação subjetiva.

Palavras-chave: Memória, Ressignificação, Museu e Psicologia.

Leia mais: Histórias e Ressignificações de Memórias: uma Trajetória Pertinente Através do Museu da Pessoa

Resumo: Este presente estudo tem como objetivo compreender e analisar quais crenças a respeito da Psicologia envolvem o imaginário dos evangélicos integrantes de diferentes denominações. Sabendo que as crenças são inerentes ao ser humano e capazes de conduzí-lo em sua vida, importa entender como os evangélicos percebem a Psicologia. Para tanto, participaram desta pesquisa 40 indivíduos dos 11 aos 60 anos de idade de ambos os sexos prevalecendo o sexo feminino, pertencendo a 4 tipos diferentes de denominações tais como Batista, Metodista, Adventista e Pentecostais. Este estudo utilizou-se do método quantitativo e para análise dos dados, a análise de variância (ANOVA), Teste T, Correlação, Média e Frequência todos calculados através do programa SPSS 15.0 para Windows. Os resultados mostraram que não há uma diferença significante entre o modo de pensar destas 4 denominações, contudo fatores como idade, sexo, cargo na igreja e profissão irão influenciar naquilo que os evangélicos creem a respeito da Psicologia. Concluiu-se então que os evangélicos não veem a Psicologia como algo totalmente adverso e perigoso, mas sim algo que pode auxiliar as questões da fé protestante, mesmo tendo algumas ideias divergentes.

Palavras-chave: Psicologia, Religião, Protestantismo, Crenças.

Leia mais: Crenças de Membros de Diversas Denominações Evangélicas em Relação à Psicologia

Resumo: Vivemos num momento de inquietudes, como tantos outros na história. Dúvidas, angústias e perguntas sem respostas assolam nossa vida cotidiana. As raízes dessas inquietudes são múltiplas, porém os caminhos para saná-las nem tantos. A violência passou a ser caracterizada como um fenômeno social e despertou a preocupação do poder público e também de estudiosos de várias áreas, tais como: Ciências Sociais, História, Geografia, Economia, Medicina, Psicologia, Direito, entre outros. A violência no Brasil é um dos fenômenos que mais tem preocupado a população nas últimas décadas. A violência não é natural, mas resultado exatamente do desequilíbrio das nossas relações sociais, econômicas e políticas, o mais cruel dos produtos que acabamos gerando em nome do crescimento econômico, da transformação de tudo em mercadoria, da civilização ocidental que se mundializa sob a égide do capitalismo global. A história ensina que a humanidade já passou por períodos pacíficos, revolucionários e violentos, fases em que a guerra e as expressões da violência se fizeram presentes, em diversas civilizações. Cada ação concreta de agressão ou violência permite ritualizar uma ameaça, justificando a reprodução do medo e a adoção de medidas de segurança. Esse estudo tem por objetivo, relatar e identificar o que está desnorteando esse aumento deliberado da violência relacionada a criminalidade, como também as incidências traumáticas de cunho físico, moral e psicológico, vivenciados nesse contexto.

Palavras-chave: Violência, Fenômenos, Humanidade.

Leia mais: O Enfrentamento da Violência Sob o Olhar Psicológico

Resumo: O envelhecimento populacional é um fator em grande crescimento em nossa sociedade. O aumento de idosos no país implica também no aumento de serviços prestados para esta população, assim como de profissionais especializados e capacitados para atendê-los. Atualmente, existem diversos lugares que recebem idosos, principalmente Instituições de Longa Permanência para Idosos (ILPI´s), Ancionatos, Centros de Convivência entre outros, sendo relevante conhecer a qualidade de vida propiciada nestas instituições e dar voz aos idosos que nelas passam a viver. Diante disto, esta pesquisa teve como objetivo identificar qual o ponto de vista do idoso em relação à institucionalização, contemplando quais são os principais fatores para institucionalização de idosos na cidade de Joinville (SC), traçando dados estatísticos referentes à quantidade e perfil de idosos que residem na cidade de Joinville e qual sua perspectiva de vida, bem como o perfil dos idosos institucionalizados. De acordo com os dados levantados mediante a execução desta pesquisa, pôde-se perceber que a maioria dos idosos entrevistados sentem-se felizes em relação à institucionalização, muitos destes conversaram com seus familiares para que a institucionalização ocorresse, em sua maioria os mesmos decidiram por conta própria serem institucionalizados. No entanto, foi observado que alguns destes se sentem infelizes ou insatisfeitos em relação ao fato de não estarem residindo junto com seus familiares.

Palavras-chave: ILPI´s, Idosos, Institucionalização de idosos, Sentimento.

Leia mais: O Processo de Institucionalização sob a Perspectiva do Idoso

Resumo: Este artigo foi desenvolvido a fim de fazer uma análise sobre a prática da prostituição no Brasil, tendo em foco a cidade de Feira de Santana, estado da Bahia. Levando em consideração os aspectos sócio históricos, culturais, políticos e psicológicos dessa categoria, abordaremos a prostituição nos prostíbulos.

Palavras-chave: Prostituição, Psicologia Social, Sexualidade

Leia mais: Prostituição: uma Abordagem Sobre essa Prática no Estado da Bahia

Resumo: Em toda a história da humanidade podemos ver as inúmeras transformações do ser humano em aspectos, físicos, sociais e culturais. Buscamos compreender as características de uma era social onde vivemos a fluidez, à instabilidade, a individualização, a incoerência e a velocidade que norteiam as relações interpessoais. Este estudo teve por objetivo verificar se existe uma consonância cultural entre os jovens sobre os termos “ficar e relacionamento estável”, condizente com o referencial teórico pesquisado sobre este fenômeno. Utilizou-se o método de modelos culturais que pressupõe que existem representações cognitivas a respeito de um determinado fenômeno que são compartilhadas socialmente. Para tanto, foram entrevistados jovens universitários acima de 18 anos, homens e mulheres, excetos os estudantes matriculados na Universidade Paulista (UNIP), totalizando 130 sujeitos, distribuídos nas seguintes etapas: 40 sujeitos na etapa de listas livres, 30 sujeitos na etapa de agrupamentos e 60 sujeitos na etapa de consenso cultural. Para esta verificação foram utilizados instrumentos de coletas de dados denominados de listas livres, agrupamentos livres e entrevista de consenso cultural, mensuradas por escalas de consonância que são denominados métodos etnográficos sistemáticos. Os dados coletados nas três etapas foram analisados por um programa estatístico de MSDOS Anthropac 4.98. Este percurso possibilitou compreendermos e identificar a representação que os jovens fazem dos termos “ficar” e “relacionamento estável”. Portanto, observou-se que há consenso sobre o que os jovens pensam apontados no domínio relacionamentos amorosos. Dentro deste domínio identificamos duas dimensões: “o ficar” e o “relacionamento estável”, que entendemos estar ligados por uma fase de transição, percebendo que há maior concentração de ideias trazidas pelos jovens referindo-se ao “relacionamento estável” em consideração à outra dimensão do “ficar”. Acreditando que os vínculos atuais são fluidos, sugerimos que seja verificado em um novo estudo a motivação dos jovens para morar junto e/ou casar-se e posteriormente romper esses laços, podendo retomá-los a qualquer momento como num vai e vem, e o estigma que esta condição pode provocar ao sujeito frente à sociedade contemporânea.

Palavras-chave: Modelos culturais, Relacionamentos amorosos, Ficar, Relacionamento estável.              

Leia mais: Relacionamentos Amorosos na Juventude: o Ficar x Relacionamento Estável