Artigos com o tema:

Psicologia Social

Resumo: O presente artigo discorre sobre a repercussão da traição na vida da mulher. Esse trabalho objetivou verificar a repercussão da traição na vida de mulheres que possuíam relacionamento amoroso. Como objetivos específicos, identificar os sentimentos vivenciados pelas mulheres após a separação; verificar os motivos apresentados às mulheres para a traição; analisar as decisões tomadas pelas mulheres para a vida a partir da ocorrência da traição e avaliar a recorrência da traição nos relacionamentos amorosos das mulheres. Utilizou-se no estudo a pesquisa qualitativa, com entrevista, e, como instrumento de coleta de dados o questionário semiestruturado. Como participantes tem-se quatro mulheres, de idades entre vinte e cinquenta anos, com base nesses dados complementamos a pesquisa utilizando uma análise de conteúdo de Bardin. A infidelidade é um tema muito complexo, que gera sentimentos e atitudes diferenciados em cada indivíduo. Contatou-se que algumas pessoas traem seus parceiros como forma de fortalecer seu ego, sua autoestima, outras traem para satisfazer algo que está incompleto na relação com o parceiro. Foi possível ainda identificar que, as participantes, inicialmente constituíram um vínculo amoroso com seus parceiros com o desejo de serem felizes, novas realizações pessoais e conjugais. Porém, com a ocorrência da traição vinda de seu parceiro, esses planos foram rompidos, gerando angústia, sofrimento, dor e baixa autoestima. Percebeu-se que essas mulheres devem enfrentar esse processo de perda, porque é necessário que a pessoa conviva com esses momentos de “luto”, para posteriormente se recuperar. Porém sabe-se que, esse processo não acontece de imediato, isso requer tempo e paciência.

Palavras-chave: Traição, Relacionamento amoroso, Autoestima.

Leia mais: Repercussão da Traição na Vida da Mulher

Resumo: O presente artigo tem como objetivo fazer uma discussão acerca da compreensão da vivencia da opressão,  no âmbito  da violência de gênero sob a visão da Gestalt-fenomenológica-existencial. Buscando compreender a origem da opressão feminina. Assim como a opressão e o existencialismo; a  opressão e a Gestalt-terapia e a opressão e fenomenologia.

Palavras-chave: opressão, gestalt-terapia, existencialismo, fenomenologia

Leia mais: Compreendendo, na Visão da Gestalt-Fenomenológica-Existencial, a Vivência da Opressão no Âmbito da...



Resumo: O presente artigo tem como objetivo, dentro do contexto da psicologia social, trazer à baila a discussão acerca da relação entre misoginia, patriarcalismo e violência de gênero. Nesse contexto, esclarecendo qual é o objeto da Psicologia Social, quais as consequências da conduta social. Tecendo uma compreensão do significado de gênero, relação de gênero e violência de gênero, assim como acerca do histórico de como foi construída a inferioridade feminina e a relação da misoginia com a violência de gênero.

Palavras-chaves: Misoginia, patriarcado, violência, gênero

Leia mais: Misoginia x Patriarcalismo e sua Relação com a Violência de Gênero

O texto pretende abordar mudanças que emergiram socialmente resultando em uma inversão de papéis e valores no percurso do desenvolvimento histórico, até os tempos pós – modernos, relatando suas características e influências na constituição subjetiva de cada indivíduo.

Leia mais: Sociedade Pós-Moderna: Relações Esvaziadas na Constituição de Produtos Humanos

Resumo: A depressão é um estado reduzido do funcionamento psicológico e mental, frequentemente associado ao sentimento de infelicidade. Existem muitos fatores que podem desencadear ou mesmo predispor ao aparecimento da depressão em idosos, todavia, a sintomatologia depressiva é pouco verificada e valorizada por parte dos profissionais de saúde. Sendo assim, este estudo teve por objetivo investigar a prevalência de depressão em idosos institucionalizados e identificar a prevalência de depressão por gênero e avaliar fatores agravantes na presença ou ausência das visitas de familiares destes idosos. A pesquisa foi realizada em uma instituição filantrópica, situada em um município do estado de Rondônia. O método utilizado foi a pesquisa de campo, com caráter quantitativo descritivo. A análise contextual da instituição e as técnicas de recolha e análise de dados foram feitas por meio de uma escala de depressão geriátrica (GDS) e um questionário com cinco questões, construído e aplicado pela autora do estudo juntamente com a instituição. O estudo demonstrou que todos os inquiridos possuíam um estado depressivo e constatou-se que, este estado depressivo é mais elevado no sexo feminino. Pode-se concluir uma possível relação entre maior índice de depressão e ausência do contato do idoso institucionalizado com familiares.

Palavras-chave: Depressão, Idosos, Prevalência, Institucionalização.

Leia mais: Prevalência de Depressão em Idosos Institucionalizados e sua Relação ao Suporte Familiar

Resumo: Este artigo conduz a uma reflexão sobre a importância do contato com relatos biográficos para o indivíduo e para o coletivo. Nosso objetivo foi analisar depoimentos registrados no Museu da Pessoa buscando compreender como as elaborações produzidas pelos depoentes podem se mostrar tocantes e produtivas para quem as acessa. Entendemos que ao registrar sua vivência o depoente consegue realizar esta reflexão e expor o que refletiu a outras pessoas. Neste parâmetro o trabalho realizado pelo Museu da Pessoa tem esta característica de resgatar estas histórias individuais e torná-las públicas em seus sites, além de permitir o registro de diferentes indivíduos dos segmentos sociais. Por realizar os registros individualmente democratiza este método, de forma que outras gerações possam acessar estas informações. No período de outubro de 2013 a abril de 2014, foram colhidos depoimentos, com o critério de averiguar as ressignificações destes para composição do presente tema. A partir do depoimento no Museu da Pessoa, fomos detalhando os aspectos da ressignificação, observando em cada registro como os sujeitos apresentam tais ressignificações ao leitor e como, simultaneamente, podem promover em quem lê outras ressignificações. Acreditamos que o exposto nos depoimentos, ao gerar elaborações também nos leitores, pode representar uma significativa ferramenta de contato consigo mesmo e de transformação subjetiva.

Palavras-chave: Memória, Ressignificação, Museu e Psicologia.

Leia mais: Histórias e Ressignificações de Memórias: uma Trajetória Pertinente Através do Museu da Pessoa

Resumo: Este presente estudo tem como objetivo compreender e analisar quais crenças a respeito da Psicologia envolvem o imaginário dos evangélicos integrantes de diferentes denominações. Sabendo que as crenças são inerentes ao ser humano e capazes de conduzí-lo em sua vida, importa entender como os evangélicos percebem a Psicologia. Para tanto, participaram desta pesquisa 40 indivíduos dos 11 aos 60 anos de idade de ambos os sexos prevalecendo o sexo feminino, pertencendo a 4 tipos diferentes de denominações tais como Batista, Metodista, Adventista e Pentecostais. Este estudo utilizou-se do método quantitativo e para análise dos dados, a análise de variância (ANOVA), Teste T, Correlação, Média e Frequência todos calculados através do programa SPSS 15.0 para Windows. Os resultados mostraram que não há uma diferença significante entre o modo de pensar destas 4 denominações, contudo fatores como idade, sexo, cargo na igreja e profissão irão influenciar naquilo que os evangélicos creem a respeito da Psicologia. Concluiu-se então que os evangélicos não veem a Psicologia como algo totalmente adverso e perigoso, mas sim algo que pode auxiliar as questões da fé protestante, mesmo tendo algumas ideias divergentes.

Palavras-chave: Psicologia, Religião, Protestantismo, Crenças.

Leia mais: Crenças de Membros de Diversas Denominações Evangélicas em Relação à Psicologia

Resumo: Vivemos num momento de inquietudes, como tantos outros na história. Dúvidas, angústias e perguntas sem respostas assolam nossa vida cotidiana. As raízes dessas inquietudes são múltiplas, porém os caminhos para saná-las nem tantos. A violência passou a ser caracterizada como um fenômeno social e despertou a preocupação do poder público e também de estudiosos de várias áreas, tais como: Ciências Sociais, História, Geografia, Economia, Medicina, Psicologia, Direito, entre outros. A violência no Brasil é um dos fenômenos que mais tem preocupado a população nas últimas décadas. A violência não é natural, mas resultado exatamente do desequilíbrio das nossas relações sociais, econômicas e políticas, o mais cruel dos produtos que acabamos gerando em nome do crescimento econômico, da transformação de tudo em mercadoria, da civilização ocidental que se mundializa sob a égide do capitalismo global. A história ensina que a humanidade já passou por períodos pacíficos, revolucionários e violentos, fases em que a guerra e as expressões da violência se fizeram presentes, em diversas civilizações. Cada ação concreta de agressão ou violência permite ritualizar uma ameaça, justificando a reprodução do medo e a adoção de medidas de segurança. Esse estudo tem por objetivo, relatar e identificar o que está desnorteando esse aumento deliberado da violência relacionada a criminalidade, como também as incidências traumáticas de cunho físico, moral e psicológico, vivenciados nesse contexto.

Palavras-chave: Violência, Fenômenos, Humanidade.

Leia mais: O Enfrentamento da Violência Sob o Olhar Psicológico