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Psicologia Social

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Resumo: Este trabalho busca analisar e refletir a respeito da influência da mídia na subjetividade feminina em específico das leitoras da revista Nova Cosmopolitan. Para uma melhor compreensão do imaginário social dessas mulheres. Objetivo Geral: Analisar as características presentes nas revistas femininas atuais compreendendo que a mídia impressa produz subjetividades e interfere no comportamento feminino. Objetivo específico: Analisar as representações femininas, suas características e modos de se referir ao gênero feminino presentes na revista NOVA e relacionar com a subjetividade feminina das leitoras na contemporaneidade. Método: O estudo será realizado através de revisões bibliográficas como artigos acadêmicos, livros dissertações dentre outros e análise da revista feminina NOVA de março de 2010 a março de 2011.

Palavras-chave: Representação social, Subjetividade, Mulher, Mídia.

Leia mais:A Influência da Mídia na Subjetividade Feminina: uma Compreensão da Subjetividade das Mulheres Leitoras da Revista Nova Cosmopolitan

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Resumo: A sociedade, em que o ser humano está inserido, está em constante mudança, onde os valores as normas, as leis e costumes se alteram. Essas transformações, na ordem social, que ocorrem hoje, podem alterar radicalmente o amanhã, podendo trazer efeitos e consequências positivas e negativas. Nesse sentido, o papel do pensamento filosófico é de compreender a construção da sociedade contemporânea e assim traçar um prognóstico de sua evolução. Dentre os vários filósofos contemporâneos, Michel Foucault é destacado nesse trabalho na obra “Vigia e Punir” onde é abordada a questão histórica do poder exercida numa sociedade disciplinar numa sociedade de controle.

Leia mais:Sociedade Contemporânea Disciplinar: o pensamento Filosófico de Michel Foucault - uma abordagem a partir do livro, Vigiar e Punir

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Resumo: Esse breve trabalho é resultado de um levantamento inicial que ocorreu por meio de pesquisa bibliográfica sobre o tema subjetividade na perspectiva da Psicologia Social. Inicialmente foram selecionados 11 artigos na Biblioteca eletrônica Scielo pela palavra chave “Subjetividade” e utilizado como base o livro Histórias da Psicologia do Brasil - Subjetividade: um objeto para uma psicologia comprometida com o Social de Lúcia Helena Garcia Bernardes e o livro Psicologia Social de Aroldo Rodrigues e colaboradores, além de outras publicações (conforme Bibliografia citada.). A definição inicial do tema se deu pelo fato de tentar entender de como a subjetividade passa a ser objeto de estudo da Psicologia na perspectiva social.

Palavras-chave: Psicologia Social, Sociedade, Subjetividade, Sujeito.

Leia mais:Noção de Subjetividade na Perspectiva da Psicologia Social

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Resumo: O presente estudo teve como objetivo analisar a percepção de dependentes de substâncias psicoativas em recuperação sobre o tratamento oferecido em uma clínica de reabilitação. Foram entrevistadas quatro pessoas, sendo três do gênero masculino e uma do gênero feminino. Trata-se de um estudo qualitativo, na modalidade de uma pesquisa de campo, tendo como principal instrumento um roteiro de perguntas semi-estruturadas, utilizadas nas entrevistas realizadas com cada participante na clínica onde estão para tratamento. Foi possível observar que todos iniciaram o uso das substâncias psicoativas desde muito cedo, sendo ainda na infância e adolescência. Os motivos pelos quais eles fizeram o início do uso são vários, mas é perceptível a influência de alguns fatores como precipitantes potenciais: os diversos problemas familiares, a grande influência exercida pelos amigos, e problemas quanto a autoestima. Pode-se concluir que o tratamento oferecido na clínica de reabilitação tem tanto os seus pontos positivos quanto seus pontos negativos, podendo ser um tratamento positivo, na questão da escuta, apoio e compreensão dos mesmos, uma vez que muitos mencionam não ter isso em seu dia-a-dia e principalmente em casa, de suas famílias, porém como ponto negativo pode-se mencionar a desvinculação social, que eles são acometidos, principalmente de suas famílias, e a primazia pela medicalização no tratamento, as vezes em dosagens altas, deixando a pessoa que esta em busca de tratamento, desorientada, não podendo reagir de forma positiva para com o mesmo.  

Palavras-chave: Dependentes, Substâncias Psicoativas, Clínica de Reabilitação, Tratamento.

Leia mais:A Persistência Leva ao Caminho do Êxito: a Percepção de Dependentes de Substâncias Psicoativas em Recuperação Sobre o Tratamento Oferecido em uma Clínica de Reabilitação

3.8333333333333                     Avalie este Artigo:

Resumo: O presente artigo teve como objetivo avaliar o trabalho realizado com o grupo de adolescentes, composto por vítimas diretas ou indiretas de crimes violentos como estupro e homicídio, acompanhados no Núcleo de Atendimento às Vítimas de Crimes Violentos (NAVCV-BH). Foram analisados alguns Fatores Terapêuticos da psicoterapia de grupo descritos por Yalom, a fim de verificar o alcance dos objetivos previstos para o grupo de adolescentes de ressignificação da violência, e coletivização de suas demandas. Na metodologia de avaliação do grupo, foram analisados os registros dos encontros e realizadas entrevistas semiestruturadas com alguns adolescentes que já participaram e/ou participam do grupo. Posteriormente foi feita uma análise qualitativa do conteúdo do discurso deles. Ficou constatada a presença de diversos fatores terapêuticos positivos, especialmente a coesão grupal, o que demonstrou a eficácia do acompanhamento em grupo não só para o alcance dos objetivos propostos, mas agregando diversos outros valores, provocando mudança na vida das adolescentes em questão e favorecendo o enfrentamento da violência assim como a mudança pessoal.

Palavras-chave: Coletivização de demandas, Crimes Violentos, Fatores Terapêuticos, Grupo de adolescentes, Ressignificação.

Leia mais:A Influência da Prática de Grupo na Vida de Adolescentes Vítimas de Crimes Violentos Acompanhados no NAVCV-BH

3.7608695652174                     Avalie este Artigo:

Resumo: As redes sociais estão cada vez mais presentes nas relações de amizade, com fortes implicações no comportamento das pessoas, seja na forma de comunicar, de relacionar, hábitos e consumo. Esse artigo discute as construções das novas formas de linguagem estabelecidas nos grupos e o aspecto mais elementar do sujeito com a sua relação eu-mundo.

Palavras-chave: Psicologia, Linguagem, Redes sociais, Felicidade, Comportamento.

Leia mais:A Psicologia e o Processo de Linguagem nas Redes Sociais

3.4722222222222                     Avalie este Artigo:

Resumo: Neste artigo, procuramos dar subsídio com relações a alguns fatores que influenciam a aprendizagem humana, bem como apimentar os conteúdos sobre competência e ódio no trabalho. Desta forma, podemos perceber que os fatores que podem prejudicar a recuperação o mais importante é a interferência. Se associarmos diferentes itens a mesma lista, quando tentarmos usar esta lista para recuperar um dos itens os outros itens podem tentar tornar-se ativos e interferir na nossa recuperação. Procuramos também, dar subsídios teóricos a respeito da noção de competência, explicitando o conceito em seus vários níveis de compreensão, relacionando-o à estratégia e aos processos de aprendizagem organizacional.

Palavra-chave: Esquecimento, personalidade, ódio, competência.

Leia mais:Interferência na Aprendizagem, Competências e Ódio no Trabalho

3.4347826086957                     Avalie este Artigo:

Resumo: Este artigo sugere uma reflexão teórica acerca da representação social e a reforma psiquiátrica; conforme os teóricos Pereira et al (1998), Foucault (1979, 1993, 2004), Marinoff (2001), Delgado (1991), Solomon (2002), Lougon (1993), Dalmolin (2000), Cordás (2002), Basaglia (1995) e Miller (1967), a exclusão e isolamento dos doentes mentais como crença do pensamento médico do adoecimento como patologia física irreversível gerou uma institucionalização e medicalização gerando violência institucional no modelo de avaliar os doentes mentais. Ribeiro (1999), Amarante (1998), Rocha (1994), Fernandes (1982), Silva (2003), Bandeira et al (1994), Barros (1996), Rotelli & Amarante (1992, 2003), Holmes (1997), Montero (1985),  Costa-Rosa (2000), Simon (1992), Goffman (1963), Link et al  (1999), Lauber et al (2004) e Corrigan e Gelb (2006) afirmam que a reinserção social do doente mental na comunidade depende de investimentos e de propostas de serviços alternativos e de desconstrução do conceito de “doença mental”, inclundo a remoção de estereótipos negativos da mídia. Andrieu (2006). Jodelet (1982, 1984, 1986, 1994), Moscovici (1978), Vala (1993), Perrusi (1995), Alexander (1987), Perrusi (1995) e Ohana, Besis-Monino e Dannenmuller (1982) falam das mudanças em meio a  representações sociais, que agrupam significados de pessoas que tentam entender o fenômeno psíquico, social,  formado por imagens e símbolos, cuja realidade é  produto e processo de interação e mudança social, envolvendo o corpo (imagem externa), visando prevenir a deterioração e manter o equilíbrio psíquico e a conservação da estética. Durkheim (1986), Moscovici (2010), Bower (1977), Dubar (1997), Bhaskar (1996), Rouanet (1996),  Beck (1999, 2000), Giddens (1994, 1997), Taborda (1996), Motta (2001), Maffesoli (1985) e  Marx (1963) postulam que as diferenças individuais envolvendo socialização e internalização de valores, originam mecanismos de controle social, nos critérios e formas de sanção e recompensa, onde o medo,  na crise da modernidade está relacionado ao risco de agressão e de exposição social, aonde se vive em constantes mutações  de atitudes emocionais. Charlot (2000), Sarti (1996), Chaves et al (2002), Oliveira & Bastos (2000), Cole M. e Cole S. (2004), Devries et al. (2004), Marturano (2002), Lipovetsky (1989), Wahl (2003) e Corrigan & Kleinlein (2005) tratam da essência do humano nas relações sociais, constituindo um filtro por meio do qual traduzem o mundo social, isto é, o conflito entre os valores antigos e o estabelecimento de novas relações, laços afetivos no fenômeno da “socialização”,  constituída pela diversidade de interações entre as pessoas, na busca de informações pelo processo de comunicação, combatendo  as falsas imagens sobre doenças mentais, apresentadas ao público, que criam barreiras para a inserção social dos doentes mentais. Wagner, Halpern & Bornholdt (1999), Piaget (1987), Szymanski (2001), Kreppner (2000), Berger e Luckmann (1985), Médici (1961), Petzold (1996), Kancyper (1999), Campos (2000), Weiner (2000), Exner (2003), Vygotsky (2001, 2003), Bom Sucesso (2000), Sisto (2002), Koga (1997), Quartilho (2001), Borges & Argolo (2002) e Melmam (2002), abordam sobre as mudanças por assimilação e acomodação de esquemas mentais diversificados, aonde a família exerce significativa influência no comportamento dos indivíduos que aprendem as diferentes formas de existir, de ver o mundo e construir suas relações sociais.

Palavras-chave: Representação Social, Reforma Psiquiátrica.

Leia mais:Representação Social e Reforma Psiquiátrica Numa Visão Psicanalítica