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Psicologia Hospitalar

3.9                     Avalie este Artigo:

Resumo: O presente artigo resulta de um levantamento bibliográfico sobre as questões que norteiam o trabalho do psicólogo no âmbito hospitalar, e sobre que fatores sua intervenção está pautada. Para tal, serão apresentados os aspectos emocionais desencadeados pela descoberta da doença e a consequente internação hospitalar. Como forma de enfatizar esta questão, apresentar-se-á aspectos do suporte em Unidade de Tratamento Intensivo que vão além do quesito biológico e orgânico, evidenciando o intrincado convívio com sentimentos complexos e de difícil elaboração inerentes a este ambiente. Possibilitando assim, que se visualize qual grande é a demanda e a necessidade da intervenção psicológica.

Palavras-chave: Internação hospitalar, Aspectos emocionais, Intervenção psicológica.

Continue lendo: A Contribuição do Psicólogo no Âmbito Hospitalar e os Aspectos Emocionais da Unidade de Terapia Intensiva

3.8571428571429                     Avalie este Artigo:

Resumo: O presente artigo aborda a atuação do Psicólogo Hospitalar diante da morte em Unidades de Terapia Intensiva. Teve-se como objetivo principal realizar o levantamento do conhecimento produzido na literatura científica acerca da importância da presença e das intervenções do Psicólogo Hospitalar diante das situações de iminência e ocorrência da morte nessa unidade hospitalar. Para o alcance desse objetivo foi realizado um levantamento da produção na base de dados BVS-Psi, referente ao período de 2002 a 2012, na qual foram acessadas as fontes de informaçãoLILACS e SCIELO. Pesquisou-se também na fonte eletrônica AMIB, em livros, dissertações e teses publicados entre o mesmo período. Nas buscas pelos artigos, as palavras-chave utilizadas nas fontes de dados foram: “morte na UTI”, “psicólogo hospitalar”, “profissionais de saúde”, “pacientes” e “familiares”, uma vez que elas apresentam relação com os objetivos da pesquisa.  O estudo torna-se relevante por mostrar que a iminência e a ocorrência da morte na UTI podem trazer consequências emocionais para aqueles que fazem parte desse espaço: pacientes, familiares e profissionais e diante disso, insere-se a importância das intervenções do Psicólogo com os referidos grupos. Os dados mostram que é importante que a graduação em Psicologia ofereça em seus currículos disciplinas que abordem mais o tema morte, para melhor preparar os profissionais a lidar e trabalhar com esse fenômeno no contexto de trabalho. Também evidenciam que ao trabalhar a morte em UTI, o psicólogo deve focar não apenas nos pacientes e familiares, mas também na equipe de saúde. Assim, espera-se que essa pesquisa contribua para uma maior reflexão sobre a prática do psicólogo hospitalar em UTI’s diante da morte, sobre a importância de serem realizadas intervenções psicológicas com profissionais de saúde e sobre a necessidade de as graduações em Psicologia abordarem mais o tema morte em seus currículos.

Palavras-Chave: Morte, UTI, Psicólogo Hospitalar, Atuação.

Continue lendo: A Atuação do Psicólogo Hospitalar Diante da Morte em Unidades de Terapia Intensiva

3.8125                     Avalie este Artigo:

Resumo: A criança ao ser internada no ambiente hospitalar – por quaisquer que sejam os motivos – irá responder a essa vivência de uma forma bastante particular. Medos, inquietações e conflitos podem ser ativados; e, a depender de como as pulsões inconscientes se deslocam e se representam pelas projeções fantasmáticas, isso poderá revelar a ansiedade da perda dos vínculos afetivos e objetais que foram estruturados de modo a corresponder desejos maternais não satisfeitos. A Ludoterapia, por enfatizar o brincar e propiciar uma produção de sentidos (linguagem) facilitadora para a criança fará com que ela possa expressar as angústias e os sentimentos. Noutras palavras, auxiliará a criança na elaboração e ao psicoterapeuta na identificação das demandas inconscientes.

Palavras-chave: Criança, Ambiente Hospitalar, Fantasma, Ludoterapia.

Continue lendo: A Criança no Ambiente Hospitalar: o Fantasma e a Elaboração pelo Brincar

3.8409090909091                     Avalie este Artigo:

Resumo: Este artigo trata-se de uma revisão de literatura que buscou conhecer as repercussões psíquicas do adoecer com o câncer e como a Psicologia pode atuar frente às demandas de pacientes e familiares. A Psicologia hospitalar tem como valor principal a subjetividade do paciente, por vezes esquecida pela medicina. Para tanto, levou-se em consideração a evolução histórica do contexto hospitalar, a nova estrutura familiar e o aumento do número de casos da doença. Sendo assim, o resultado dessa pesquisa nos possibilita identificar as demandas de pacientes e seus familiares, buscando um cuidado mais humanizado, reposicionando o sujeito em relação a sua doença e mobilizando os indivíduos envolvidos com o tema.

Palavras-chave: Psicologia hospitalar, câncer, família, Psico-Oncologia.

Continue lendo: Oncologia e suas Interfaces com a Estrutura Familiar: o Papel da Psicologia na Assistência às Famílias e Pacientes com Câncer

3.325                     Avalie este Artigo:

Resumo: O presente artigo será constituído de um breve histórico sobre a psicologia no mundo e no Brasil e a mesma na área hospitalar, uma breve descrição do que é o câncer, será colocado como é a relação psicologia e o câncer, no artigo será descrito como os pacientes enfrentam o câncer e terá as considerações finais e as referências bibliográficas no referente artigo.

Palavras-chave: psicologia, área hospitalar, câncer, pacientes.

Continue lendo: O Câncer e as Diferentes Maneiras dos Pacientes Lidarem com a Doença: Uma Visão Psicológica

3.96875                     Avalie este Artigo:

Resumo: Este trabalho apresenta e discute a humanização como prática e as dificuldades resultantes pela má formação dos profissionais e pelo atendimento deficitário aos usuários do sistema de saúde pública e privada. A Política Nacional de Humanização com suas diretrizes e bases proporciona uma reflexão sobre a prática humanizada focada no valor e na dignidade humana. E mostra a importância do psicólogo hospitalar como mediador da humanização entre o hospital, os profissionais de saúde e o usuário.

Palavras-chave: Humanização, Interdisciplinar, Políticas Públicas, Práticas Humanizadas.

Continue lendo: Humanização no Contexto Hospitalar

3.7777777777778                     Avalie este Artigo:

Título completo: As Principais Limitações Biopsicossociais Decorrentes da Insuficiência Renal Crônica, Relatadas por Mulheres na Fase Jovem Adulto, Entre 20 a 40 Anos, que Estão em Tratamento de Hemodiálise no Hospital Philadelfia de Teófilo Otoni - MG

Resumo: Este artigo foi baseado em um Trabalho de Conclusão de Curso, inserido na área da Psicologia Hospitalar e resultado de uma pesquisa, que objetivou verificar as principais limitações biopsicossociais decorrentes da Insuficiência Renal Crônica relatadas por mulheres na fase jovem adulto (20 a 40 anos), que estão submetidas ao tratamento de hemodiálise no Hospital Philadelfia da cidade de Teófilo Otoni – MG. A partir dos temas “Insuficiência Renal Crônica”, “Hemodiálise”, “Fase jovem adulto”, “Limitações biopsicossociais de pacientes com Insuficiência Renal Crônica” e “Atuação do psicólogo na hemodiálise”, fez-se um levantamento teórico para a compreensão do fenômeno estudado. A pesquisa teve caráter descritivo, de abordagem qualitativa e utilizou como instrumento a entrevista semi estruturada. Os dados obtidos foram analisados e demonstraram que a Insuficiência Renal Crônica ocasiona diversas limitações tais como na disposição física, no trabalho, no lazer e consequentemente alterações emocionais que interferem na fase jovem adulto destas mulheres. Este trabalho tratou-se de um esforço para contribuir na atuação do psicólogo frente às questões relatadas pelas pacientes.

Palavras-chave: Insuficiência Renal Crônica, Hemodiálise, limitações biopsicossociais.

Continue lendo: As Principais Limitações Biopsicossociais Decorrentes da Insuficiência Renal Crônica

3.55                     Avalie este Artigo:

Resumo: O conceito de Qualidade de Vida é usado para medir as condições de vida de um ser humano, já a palavra vulnerabilidade refere-se à chance das pessoas estarem expostas ao adoecer. Objetivou-se analisar possíveis relações entre percepção de qualidade de vida e a vulnerabilidade ao estresse no trabalho em enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem que atuam na UTI e no setor de emergência de um hospital público. Utilizou-se o instrumento de qualidade de vida da  Organização Mundial da Saúde, WHOQOL-Bref e a Escala de Vulnerabilidade ao Estresse no Trabalho. Encontrou-se, em relação ao setor de trabalho, diferença  significativa apenas para Qualidade de vida total. Portanto pode-se afirmar que os profissionais que atuam na UTI possuem maior percepção de qualidade de vida quando comparados aos do SUS. Na correlação entre os dois instrumentos, o domínio meio ambiente do WHOQOL-Bref correlacionou-se negativa e significativamente com todos os fatores da EVENT, indicando que a percepção da pessoa em relação aos diversos aspectos do meio em que vive tem relação com a vulnerabilidade ao estresse.

Palavras-chave: enfermagem, hospital, qualidade de vida, estresse.

Continue lendo: Avaliação da Qualidade de Vida e Vulnerabilidade ao Estresse no Contexto Hospitalar