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Psicologia Hospitalar

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Resumo: Este artigo é fruto de uma pesquisa bibliográfica e de campo acerca do câncer em crianças, evidenciando aspectos relacionados às possíveis mudanças ocorridas no seio familiar. A pesquisa foi desenvolvida no Hospital da Agro-Indústria do Açúcar e do Álcool de Alagoas, sendo este um centro de referência para o tratamento do câncer infantil, teve como objetivo investigar as emoções emergentes das mães frente ao diagnóstico de câncer infantil, estabelecendo um espaço para a escuta e compreensão da família a respeito da doença. Tratando-se de um estudo qualitativo foi realizado através de entrevista semi-estruturada com 20 mães, entre 17 e 57 anos, de crianças em tratamento quimioterápico realizado pelo Sistema Único de Saúde (SUS), pôde-se constatar que sentimentos de tristeza, medo e angústia estavam presentes nos relatos das mesmas. Através do estudo podemos notar o poder da psicologia no cenário da saúde, enquanto que os outros profissionais da área estão voltados à doença e ao tratamento, o psicólogo se insere nesse contexto criando espaço para a escuta das emoções emergentes diante do processo de adoecimento.

Palavras-chave: Câncer, Crianças, Mães, Emoções  emergentes.

Leia mais: Um Espaço para a Escuta Terapêutica das Emoções Emergentes de Mães de Crianças com Diagnóstico de Câncer Infantil

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O hospital é o lugar onde o corpo dói, o corpo que é visto pela medicina sendo objeto de estudo e cura. O sujeito é reduzido a sua patologia, que se apresenta em partes do organismo, e o subjetivo não são evidenciados. Podendo, assim, tornar-se mais fácil ou pragmático as curas do corpo orgânico pelo saber médico que exclui a subjetividade. A psicanálise, segundo Moura (2000), encontrou um lugar na cultura científica por se ocupar do que a ciência exclui. Assim, pode-se pensar, então, que a psicanálise e a ciência se apoiam mutuamente sobre o saber do corpo, demarcando um lugar. A psicanálise não oferece um discurso curativo e nem pretende confortar o sujeito sobre o seu adoecimento e sim, faz com que emerja um sujeito implicado em suas próprias questões.

Leia mais: O Hospital, a Psicanálise e o Desamparo no Adoecimento


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Resumo: O adoecimento é pensado, neste trabalho, sob um ponto de vista psicanalítico, entendendo que para que possa contemplar o sujeito é preciso ir além do plano do biológico. Para isso, é refletido aqui quais mecanismos estão implícitos quando o sujeito, diante do diagnostico de uma doença grave, é remetido a pensar sobre sua própria finitude. Considerando a importância da escuta psicanálitica dentro do contexto hospitalar, pois através dessa é possivel favorecer o Sujeito-paciente, com a finalidade de que este possa dar bordas e simbolizações, para essa angústia de finitude, através da fala.

Palavras-chave: Adoecimento, Corpo, Finitude, Morte, Psicologia hospitalar.

Leia mais: O Adoecimento e a Angústia Frente à Finitude

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Resumo: Este trabalho teve como objetivo a busca pelo despertar de sentimentos através da música e do lúdico e a compreensão dos sentidos dados por pessoas hospitalizadas diante desse encontro. Foi realizada uma pesquisa de campo de cunho qualitativo descritivo exploratório, em uma perspectiva fenomenológica existencial, direcionada pelo olhar analítico de Dulce Critelli para que pudéssemos questionar ao fenômeno através de uma pergunta disparadora aquilo que queríamos saber sobre ele. No primeiro capítulo discorremos sobre a historicidade do hospital, as políticas públicas nacionais de saúde, a entrada e o papel da psicologia no hospital e as implicações do adoecimento e hospitalização para o paciente. O segundo e terceiro capítulos trazem a utilização histórica da música e a importância dos recursos lúdicos no contexto hospitalar. No quarto capítulo objetivamos discorrer sobre o olhar fenomenológico constituído por Husserl e ontologizado por Heidegger retomando a questão do ser.  No quinto e último capítulo nos dedicamos à expor nas entrevistas as implicações individuais dos encontros, que nos levaram a refletir sobre a atitude humanizada do profissional de psicologia diante da possibilidade de lançar mão desses e outros recursos, criando um novo espaço para a abertura e fortalecimento da relação. Entrevistamos sete pessoas, em uma clínica nefrológica de Pernambuco, acometidas pelo adoecimento dos rins, que se encontravam no momento da pesquisa diante da máquina dialisadora. Esses encontros nos proporcionaram experienciar a condição de ser si mesmo com o outro em um processo dialógico e autêntico que fez surgir do silêncio à fala poética aquilo da sua história que, antes velado, pôde ser desvelado, revelado, testemunhado, veracizado e autenticado.

Palavras-chave: Música, Ludicidade, Adoecimento, Fenomenologia, Ser-com.

Leia mais: (M)e(U) (SI)lêncio (CA)ntará: Vivenciando Sentimentos e Sentidos com o Lúdico à Luz da Psicologia Hospitalar

3.9444444444444                     Avalie este Artigo:

1.  Introdução

A hospitalização pode afetar o desenvolvimento da criança, interferindo na qualidade de vida e para lidar com essas situações, o lúdico tem funcionado como estratégia de enfrentamento. Por isso, o objetivo deste estudo é analisar a importância da ludoterapia nas crianças em condição hospitalar, bem como analisar a percepção da criança sobre o contexto hospitalar em relação ao aspecto emocional e verificar a influência dos jogos como fator benéfico para a recuperação da criança hospitalizada.

Leia mais: A Criança Hospitalizada e a Ludoterapia como Fator Benéfico para o Tratamento

3.7                     Avalie este Artigo:

Resumo: O objetivo desta pesquisa é verificar como o cuidador foi escolhido ou é escolhido por paciente com câncer, e como vivencia o ato de cuidar e as ameaças da pela e sobrecarga no cuidado paliativo. Participaram da pesquisa 18 familiares, sendo o processo de coleta, realizado através de entrevista semi-estruturada adaptada da escala de sobrecarga de Zarit. A análise foi qualitativa, e os resultados revelaram que 83% dos respondentes escolheram serem cuidadores. Verificamos que o ato de cuidar é vivenciado como gerador de mudanças que criam dificuldades e necessidades específicas. Além disso, viver ameaça da morte pelos cuidadores desenvolve sentimentos de perda e melancolia. Os resultados são compatíveis aos de outras pesquisas, surge então à necessidade de estabelecermos estratégias de intervenções constantes junto ao cuidador familiar, com objetivo de fomentar a qualidade de vida e da saúde na elaboração do transcurso do luto.

Palavras-chave: Estresse, Câncer, Cuidadores, Qualidade de vida, Morte.

Leia mais: Escolhi ou Fui Escolhido? Cuidado Paliativo em Oncologia

3.375                     Avalie este Artigo:

1. Introdução

O presente trabalho apresenta que o serviço de saúde deve ter como eixo central a humanização e os aspectos subjetivos da condição humana, pois a interação dos conhecimentos técnico-científicos com os aspectos afetivos, sociais, culturais e éticos na relação entre o profissional e o paciente garante maior eficácia do serviço (BRASIL, 2004).

Leia mais: Assistência de Enfermagem na Unidade de Terapia Intensiva Pediátrica

4.2692307692308                     Avalie este Artigo:

Resumo: O presente artigo resulta de um levantamento bibliográfico sobre as questões que norteiam o trabalho do psicólogo no âmbito hospitalar, e sobre que fatores sua intervenção está pautada. Para tal, serão apresentados os aspectos emocionais desencadeados pela descoberta da doença e a consequente internação hospitalar. Como forma de enfatizar esta questão, apresentar-se-á aspectos do suporte em Unidade de Tratamento Intensivo que vão além do quesito biológico e orgânico, evidenciando o intrincado convívio com sentimentos complexos e de difícil elaboração inerentes a este ambiente. Possibilitando assim, que se visualize qual grande é a demanda e a necessidade da intervenção psicológica.

Palavras-chave: Internação hospitalar, Aspectos emocionais, Intervenção psicológica.

Leia mais: A Contribuição do Psicólogo no Âmbito Hospitalar e os Aspectos Emocionais da Unidade de Terapia Intensiva

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