Resumo: Este artigo tem como objetivo mostrar, através de um apanhado teórico, a importância da ludicidade dentro das instituições de ensino infantil. As palavras jogos e atividades lúdicas serão usadas como sinônimos de brincadeira. O homem é um ser essencialmente criativo durante toda sua vida. A criatividade é interligada às atividades que julga prazerosas, dentro destas ocorrem o processo de aprendizagem. Através da área criativa, observa-se que existem inúmeras formas de aprender e isso pode ser útil dentro dos processos didáticos escolares, tornando o que antes era uma obrigação, em algo prazeroso.  

Palavras-chave: Educação Infantil, Lúdico, Escola.

1. Introdução 

O lúdico tem sua etimologia do grego, que tem como significado brincar/jogar. É neste contexto que surge um novo modo de aprendizagem: através da brincadeira.  

Com modus operandi menos enrijecido, que proporciona ao aluno mais liberdade através de diversas formas de descobertas prazerosas que tem como produto a aprendizagem não por obrigação, mas por prazer. 

Por meio da brincadeira, a criança aprende valores sócio culturais, morais, práticas da vida cotidiana, interpreta e reinterpreta o mundo em sua volta. Funciona como uma forma de adaptação para a vida adulta. 

Os jogos e as atividades lúdicas tornam-se significativas à medida que a criança se desenvolve, com a livre manipulação de materiais variados, ela passa a reconstituir, reinventar as coisas, que já exige uma adaptação mais completa. Essa adaptação só e possível, a partir do momento em que ela própria evolui internamente, transformando essas atividades lúdicas, que é o concreto da vida dela, em linguagem escrita, transformando essas atividades lúdicas, que é o  concreto da vida dela, em linguagem escrita que é o abstrato (PIAGET, 1994, p. 19).

A brincadeira deve proporcionar a liberdade o que influencia positivamente no processo de aprendizagem em todas as fases do ser humano. Ela desperta a curiosidade fazendo que o aprendizado se dê de forma diverta e prazerosa, não apenas algo mecânico ou por obrigação

Lebovici (1998), coloca que o brinquedo está para criança quanto o trabalho está para o adulto.  Se a criança brinca ativamente e espontaneamente, é sinal de que que é saudável tanto mentalmente quanto fisicamente, já se o oposto ocorre, a ausência de espontaneidade e falta de vontade de brincar, corresponde ao adoecimento da criança. A forma que ela brinca funciona como indicativo como ela se sente no momento e como ela é.

2. A História do Brincar 

A brincadeira, na antiguidade, era vista como uma negação ao trabalho, tida como desinteresse pela pessoa que não levava a vida a sério ( Wajskop, 2007). Segundo alguns estudos da antropologia e etnografia realizados por Elkonin (1998), foi descoberto que nas sociedades primitivas as crianças pouco brincavam, elas estavam mais envolvidas com trabalhos laborais adultos, o que consequentemente implica dizer que a preocupação naquela época era voltada principalmente para o sustento da própria existência. Com isso, também, o indivíduo emancipava-se muito cedo. A criança era vista como um adulto em miniatura. Executava os mesmo serviços de um adulto.  A única brincadeira identificada era o jogo das imitações das atividades adultas. Somente mais tarde, com uma melhor compreensão e conforme a evolução histórico-cultural da comunidade/sociedade, é que os limites entre a infância e a vida adulta foram reconhecidos e desta forma as crianças puderam desfrutar do brincar como atividade (NOVAES, 2004).

Mesmo com essa evolução, o termo brincar,  ainda não foi discriminado devido a sua variação de signos conforme alguns contextos e por isso, atividades lúdicas e jogar podem ser utilizadas como sinônimos. Foi observado desde tempos mais antigos que o brincar se faz presente.  Como por exemplo, os bonecos que foram encontrados em túmulos  de crianças na Grécia antigas, referências de jogos retratadas em grandes obras literárias como a Odisséia de Ulisses e também em quadros pintados por Pieter Brughel no século XVI.  Através desse viés, é possível dissertar que a brincadeira é tida como um processo integrante da vida do indivíduo (SILVA, et al 2009).

Levando em conta que o brincar implica diretamente no aprendizado de signos sociais, os filósofos gregos postulavam que a educação das crianças deveria se dar através dos relatos dos mitos do o relato oral puramente sobre fatos cotidianos e reais. Isso leva a crer na importância que davam ao simbólico (BETTELHEIM, 1980)

3. O Brincar 

Piaget fala que o ser humano quando nasce, nasce como se fosse um papel em branco, apenas com instintos básicos. Corrêa e Bento (s.d.) confirmam com tal pensamento ao colocar que o infante não nasce sabendo brincar e esse aprendizado, ele adquire através da interação social por intermédio de outras crianças e adultos. É através do contato com os objetos que descobre as inúmeras formas de brincar. Por meio desse processo e das descobertas é que os processos cognitivos, de assimilação,  acomodação e percepção do mundo e sobre si ocorrem.  

Corrêa e Bento (s.d.) afirmam que o brincar é de extrema importância para o desenvolvimento humano, para a organização de seus pensamentos e sentimentos. O processo imaginativo propicia a regulação de ações e emoções da própria criança. A brincadeira desencadeia sensação de bem-estar, pois acaba por livrar-se do lixo psíquico como a angústia e tristeza ou qualquer outro sentimento negativo que seja prejudicial ao seu desenvolvimento.

 O brincar nada mais é do que uma maneira mais fácil de compreender como se dá a leitura de mundo da criança e como é a realidade em que vive, mas também facilita o processo de aprendizado de forma mais eficaz (MALUF, 2003).

O brincar proporciona a aquisição de novos conhecimentos, desenvolve habilidades de forma natural e agradável. Ele é uma das necessidades básicas da criança, é essencial para um bom desenvolvimento motor, social, emocional e cognitivo. (MALUF, 2003, p. 9). 

Segundo Santos (1999), brincar é viver. Isto se justifica pela verossimilhança que as brincadeiras têm com a realidade. De acordo com os enfoques dados pelo autor, a brincadeira nada mais é do que uma reprodução da realidade seja esta caracterizada como psicológica e/ou concreta. Não é apenas a transposição da concretude ou do psicológico a situações imaginativas, é tida também como o meio mais fácil de inserção do aprendizado através de algo totalmente diferente do cotidiano.

Santos (1999) faz um levantamento do enfoque teórico pertinente às brincadeiras através de diversos pontos de vista:

  1. Filosofia: e uma contraposição da realidade. Tanto a razão quanto a emoção humanam devem estar juntas com a ação

  1. Sociologia: trata-se da inserção da criança na sociedade. É através da brincadeira que ela passa a assimilar as crenças, hábitos, moralidade, costumes sociais necessários para a vida em comunidade.

  1. Psicologia: está presente durante todo o desenvolvimento infantil, sendo parte indispensável para modificar seu comportamento.

  1. Criatividade: é através dela que cria-se os signos de objetos e atitudes

  1. Pedagogia: Visto como uma estratégia e aliado eficaz na aprendizagem do ser humano.

É brincando que se aprende. Portanto, a brincadeira se torna uma necessidade básica do ser humano, assim como saúde, educação, cultura, habitação e nutrição. Tida como necessária para um desenvolvimento psicossocial saudável de um indivíduo, pois é por ela que apreende-se os signos, desenvolve-se a autoestima, afetividade, estimula o raciocínio (DALLABONA; MENDES, 2004)

4. O Lúdico 

A etimologia da palavra lúdico é oriunda do latim e tem como significado: brincar. Neste brincar estão inclusos o divertimento, jogos e brinquedos. Também relaciona-se ao sentido literal da ação de uma pessoa que brinca, se diverte e joga (CASTAGINI;BABY, s.d) .

Entretanto, brincar não significa desperdiçar tempo. É considerado com uma ação educativa, pois proporciona que o indivíduo aprenda, ensine, demonstre sua percepção de mundo e seus conhecimentos (CASTAGINI;BABY, s.d) .

4.1. O Lúdico na Educação Infantil 

Segundo pesquisas feitas por Almeida (1998), foi perceptível observar que as crianças que estavam sendo alfabetizadas e ensinadas através do método de jogos lúdicos têm um melhor aprendizado mais rentável e melhor do que crianças que estão em escolas que prezam pelo ensino tradicional. Isso implica dizer que além de brincar, elas aprendem com mais facilidade o que o docente ensina em sala de aula.

“O jogo não pode ser visto, apenas, como divertimento ou brincadeira para desgastar energia, pois ele favorece o desenvolvimento físico, cognitivo, afetivo, social e moral” (KISHIMOTO, 2002, p. 95).

A brincadeira/jogo, não pode ser vista, como afirma Kishimoto (2002), como algo apenas para preencher o tempo ocioso, ela terá que ter objetivos relacionados a aprendizagem para que assim, se torne útil.

Segundo Vigotsky (1994), é brincando que a criança vai desenvolvendo aptidões para a vida adulta através da absorção de regras e valores e atitudes sociais. Tais valores são: a proatividade, senso de responsabilidade e justiça, respeito, cooperação, etc. Ela aprende, de forma inconsciente, como lidar com as regras e limitações impostas pela sociedade.

Segundo Dallabona e Mendes, o homem é um ser em constante mudança, e por isso, o mesmo pensamento deve ser aplicado ao processo de aprendizagem. Assim como a sua personalidade, a forma de aprendizagem também é diversificada. Não cabe, portanto, estruturar um único modelo de ensino e muito menos deve-se colocar freios as outras formas criativas de aprender, pois “o ser humano é original por natureza” (DALLABONA e MENDES, p. 08,  2004).

Marcellino (1990) defende a reinserção das atividades lúdicas em ambiente escolar e propõe que as escolas repensem no modelo de ação educativa em que se deve considerar as relações existentes entre a instituições de ensino, processo educativo e lazer.  Essa intersecção possibilita o surgimento de novos métodos considerados positivos nas didáticas escolares. Nesse ponto, reconhece os jogos como algo positivo no processo pedagógico e na apresentação de conteúdos. O lúdico influencia positivamente na autonomia e democracia nesse ambiente onde o adulto, no papel de professor, seria o facilitador e não representaria a figura autoritária.

Dallabona e Mendes (p. 09, 2004), colocam que “o jogo e a brincadeira são experiências vivenciais prazerosas”. Isso aplicado a aprendizagem, pode ser associado pela criança como uma vivência agradável e prazerosa. A ludicidade proporciona a criatividade, sociabilidade e afetividade, assim como o respeito dos direitos da criança.

O trabalho com o lúdico envolve a interação e oportuniza uma postura não mais tão rígida em que ocorre o resgate do potencial de cada um e o desenvolvimento de estratégicas lúdicas que  servem para dinamizar o trabalho do docente que será, consequentemente, mais produtivo e prazeroso para ambas as partes. Marcellino  ( 1990, p. 126) complementa que “É só do prazer que surge a disciplina e a vontade de aprender”.

O lúdico não está presente somente na fase do desenvolvimento infantil do indivíduo, ele perdura por toda a vida deste. O homem é um ser de essência lúdica, criativo por natureza e tem sede por descobertas (SANTOS b., 2007).

Pesquisas realizadas por Corrêa e Bento (2013), mostram que os educadores participantes da pesquisa revelaram que utilizam jogos e brincadeiras em atividades escolares e que estes, julgam o uso destes recursos como algo indispensável para o desenvolvimento da criança, em vista que exerce função motivadora não só em outros aspectos da vida como também na educação. Ela motiva os alunos a realizarem esforço, porém de forma espontânea e voluntária para atingir o objetivo desejado.

Ainda de acordo com a pesquisa abordada, os autores (2013) relatam que os jogos são mais utilizados na área da matemática e que podem ser introduzidos facilmente desde que com fins pedagógicos. Acrescentam ainda que os docentes, em sua maioria, concordaram que existe um interesse maior nas atividades desenvolvidas pelos alunos quando são inseridos jogos pedagógicos para melhor apreensão do conteúdo a ser passado. Com base nisto, é possível qualificar tal técnica como um excelente recurso de aprendizagem. Levando em consideração o que foi exposto, Carvalho expõe:

 “[...] o ensino absorvido de maneira lúdica, passa a adquirir um aspecto significativo e afetivo no curso do desenvolvimento da inteligência da criança, já que ela se modifica de ato puramente transmissor a ato transformador em ludicidade, denotando-se, portanto em jogo”. (CARVALHO, 1992, p. 28)

A questão do trabalho com o lúdico, transcende a questão pedagógica, está além do simples aprendizado. É através do lúdico que se conhece a realidade do outro e a melhor forma de trabalhar com ele. É uma forma de respeito à individualidade e a cultura da criança. Ao negar o lúdico, a escola também nega a criança, sua história, idiossincrasia e desrespeita sua cultura, tornando assim, o trabalho muito mais difícil de ser executado (DALLABONA e MENDES, 2004).

Cada vez que ensinamos algo a uma criança, estamos impedindo que ela descubra por si mesma, por outro lado aquilo que permitimos que ela descubra por si mesma permanecerá com ela (PIAGET, 1978, p. 74).

O lúdico na escola, tem como objetivo, incentivar a descoberta do aluno através de um processo natural, espontâneo e prazeroso, ou seja, o aluno descobre por si mesmo e o processo de aprendizagem, além de deixar de ser mecânico, ocorre de maneira mais fácil.

Além do prazer, o lúdico proporciona desafios e provocam reflexão por parte da criança. Acaba por contribuir também “experiências concretas, necessárias e indispensáveis às abstrações e operações cognitivas” (DALLABONA e MENDES, 2004, p. 10).

O lúdico representa uma ferramenta a mais na educação pedagógica infantil e que tem acréscimo e respostas muito mais efetivas do que alguns métodos tradicionais, vai refletir também do desenvolvimento integral do indivíduo durante sua infância, pois dá margem a uma livre expressão e ação de seus pensamentos, força motriz interior, naturalidade, e como já foi dito diversas vezes, o prazer. Todos esses comportamentos, raramente são vistos dentro do contexto das atividades escolares comuns.

Não tem apenas fins pedagógicos quando usada dentro do ambiente escolar, remete também, ao sucesso da formação desta criança como cidadã, pois a aprendizagem irá ser aplicada em diversas vertentes de sua vida social, relacional, pessoal e cognitiva (DALLABONA e MENDES, 2004).

Santos (2011), critica o modelo pedagógico ainda utilizado atualmente, pois ele prepara os alunos para um mundo totalmente dissociado ao que é pregado nas escolas, um mundo que não existe mais. É como se o aprendizado na escola fosse dissociado da realidade enfrentada pelos discentes. O verdadeiro aprendizado sempre é significativo, a educação nas instituições escolares, além de uma transmissão pobre de um apanhado de informações e técnicas sem qualquer significado atribuído, tornado portanto, um ensino vazio.

Pensar diferente significa criar diversas formas de aprendizado e isso é bem mais importante do que o aluno ater-se a fatos e dados memorativos irrelevantes, o que dificulta mais o processo de aprendizagem. A escola deve seguir tal preceito: educar de forma divertida e inteligente (SANTOS, 2011)

Segundo Sneyders (1996), ao invés da pedagogia ser sinônimo de técnica de ensino e aprendizado, deverá se portar como uma das principais incentivadoras do desafio e incentivo à descoberta, onde o docente passe a ser facilitador e incentivador da construção do conhecimento do próprio aluno.

O parágrafo acima reforça a fala de Almeida (1998, p. 41):

A educação lúdica contribui e influencia na formação da criança, possibilitando um crescimento sadio, um enriquecimento permanente, integrando-se ao mais alto espírito democrático enquanto investe em uma produção séria de conhecimento. A sua prática exige a participação franca, criativa, livre, crítica, promovendo a interação social e tendo em vista o forte compromisso de transformação e modificação do meio.

5. Considerações Finais 

Percebe-se ao decorrer deste artigo que não só o lúdico é peça fundamental da aprendizagem nas escolas, como também se faz necessária a reconstruções das técnicas de ensino.

O lúdico permite o construtivismo do discente, ou seja, permite uma nova construção sobre os assuntos abordados nas instituições escolares, pois lança um novo olhar integrado aos assuntos ali abordados. Torna-se uma forma democrática, prazerosa e inteligente de ensino e aprendizagem porque incentiva o aluno a buscar.

O professor, no caso, passa a ser apenas o facilitador desse processo. Apresentando-se de forma não autoritária ao reconhecer uma nova forma de aprender.

O reconhecimento da importância do trabalho através da ludicidade também é o reconhecimento de outras realidades, da história, cultura e individualidade da criança. Transcende o significado científico, arraigando-se em outros contextos: políticos, sociais, culturais, educacionais e de saúde do indivíduo.

O brincar é visto como uma forma de comunicação com o mundo. Através dele, é possível analisar como a criança interpreta o mundo e o que permeia em sua vida, através da reprodução dos fatos em suas brincadeiras.

Evidente, que a brincadeira pedagógica, deve ter fins claros, não é feita de maneira vaga. Sempre deve existir objetivos por trás dela, pois sem isso, o aprendizado é inexistente e portanto, vazio.

Sobre o Autor:

Sara Silva Vale - Psicóloga formada em ênfase de Saúde Pública e Hospitalar pela Faculdade da Amazônia Ocidental, premiada como melhor aluna da turma de Psicologia 2010, pós graduanda em Transtorno do Espectro Autista. E-mail para contato: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Referências:

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