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Psicologia do Esporte

Resumo: Os processos psicológicos básicos, segundo Suyane Elias Comar, derivam tanto das interações de processos inatos quanto de processos adquiridos, junto a relações do indivíduo de experiência e vivência com o meio. Inteligência e emoção são dois processos muito trabalhados por atletas de várias modalidades. Nosso trabalho gira em torno das contribuições desses processos para a Psicologia do esporte. Tanto no campo do vôlei quanto no da arbitragem, esses dois ppb’s são utilizados para um melhor desempenho na hora de uma partida. Diante da diversidade de atuações possíveis ao psicólogo é de se esperar que o profissional que atua em Psicologia do Esporte tenha também uma diversidade de formação. Além do conhecimento específico trazido da Psicologia como o uso de instrumentos de diagnóstico e modelos de intervenção, espera-se e exige-se que o profissional tenha um vasto conhecimento das questões que permeiam o universo do atleta. Utilizada nos termos mais biológicos, hoje, a Psicologia do Esporte tem a função de estudar e agir em um universo de casos que envolvem motivação, bem-estar de atletas para se sentirem seguros, dinâmica de grupo e individual, violência e agressão, liderança, tomada de decisão nas áreas educacional e clínico. Temas como motivação, personalidade, agressão e violência, liderança, dinâmica de grupo, bem-estar psicológico, pensamentos e sentimentos de atletas e vários outros aspectos da prática esportiva e da atividade física têm requerido estudo e atuação de profissionais da área, visto que o nível técnico de atletas e equipes de alto rendimento está cada vez mais equilibrado, sendo dada ênfase especial à preparação emocional, tida como o diferencial.

Palavras-chave: Inteligência, Emoção, Psicologia do esporte, Vôlei, Arbitragem.

Leia mais: A Prática dos Processos Psicológicos Básicos de Inteligência e Emoção na Psicologia do Esporte

Resumo: O presente trabalho tem como base a prática de judô e a influência do ídolo desse esporte atuando como agente promotor de resiliência para adolescentes que vivem em situação de risco social. O objetivo geral foi analisar de que maneira a imagem do ídolo auxilia na motivação para prática do judô por adolescentes carentes, os específicos por sua vez foram: identificar qual a percepção do adolescente carente sobre o judô, quais as mudanças que a prática do judô proporciona na vida desse adolescente praticante e de que forma a imagem do ídolo contribui para resiliência desses praticantes de judô. A pesquisa teve enfoque qualitativo e como instrumento de coleta de dados uma entrevista semi-estruturada, com participação de 10 (dez) adolescentes participantes do projeto superação em Teresina-PI, com idades entre 12 e 14 anos, após autorização e assinatura do TCLE feita pelos pais ou responsáveis. Os dados foram analisados a partir da Análise de Conteúdo. Ao final obteve-se uma melhor compreensão de como o ídolo influência na motivação da prática do judô, sendo possível perceber que tal processo auxilia os adolescentes a terem mais maturidade e responsabilidade. Outro resultado foi que à utilização desse ídolo como modelo a ser seguido, auxilia esses adolescentes a estabelecerem metas para suas vidas, desde a iniciação prática à conquista da medalha, alimentando sonhos relacionados a esse esporte, e assim acabam descobrindo algo em que são bons e que lhes oferece uma oportunidade de sonhar com um futuro melhor.

Palavras-chave: Psicologia do Esporte, Herói, Judô, Superação.

Leia mais: A Influência do Ídolo para Motivação na Prática do Judô: um estudo sobre resiliência



Introdução

Atualmente o futebol é o esporte mais popular, atraindo jogadores e torcedores por sua simplicidade. Para Costa e Oliveira citado por Leoncini (2001), o futebol representa uma válvula social para inúmeros indivíduos, uma espécie de nutrição psicológica que possibilita o senso da vitória, do reconhecimento e da identificação. O primeiro time surgiu na Inglaterra, porem hoje existem muitos outros; como o Rolim de Moura Esporte Clube, na região norte do Brasil; onde fora submetido o Estagio Básico III, da instituição acadêmica FAROL (Faculdade de Rolim de Moura), correspondente aos processos grupais.

Nesta entidade o objetivo fora reconhecer as normas que regem o time de futebol do município de Rolim de Moura, avaliando os comportamentos e atitudes dos representantes do time em campo e seus superiores, cujos principais sentimentos e emoções estão emergentes no convívio em campo; emoções que são frequentemente manifestadas como a ira e a agressividade, e sentimentos que convertem em verbalizações e expressões de sinais obscenos.

Leia mais: Psicologia e o Futebol: um estudo de caso