Introdução

O presente trabalho pretende fazer uma revisão de literatura com o objetivo de investigar as relações estabelecidas entre pais e filhos e sua influência na construção de uma identidade cristã, buscando compreender como estas relações contribuem ou interferem na formação dessa identidade, refletindo sobre as dificuldades, os medos, as ansiedades, as dúvidas, as fantasias e expectativas dos pais quando se fala em uma criação voltada para a Bíblia, e quais conflitos podem gerar. 

A idéia para essa análise teve início a partir da observação das dificuldades de comunicação entre os pais cristãos e seus filhos as quais trazem, geralmente, um crescente distanciamento entre eles. Frente a formas de tratamento e ensinamento imposto em detrimento às escolhas dos filhos o relacionamento acaba por gerar muitos conflitos, ficando prejudicadas as relações. Assim, esse texto pretende discorrer sobre o que pode definir a qualidade das relações entre pais e filhos para a construção da identidade cristã.

A família como principal agente no desenvolvimento humano

Desde os primórdios os seres humanos têm sido foco de estudo. Procura-se saber como eles nascem, crescem e se desenvolvem, considerando as mudanças que são próprias do desenvolvimento.

Todo indivíduo, desde o nascimento necessita ser cuidado, e isso acontece geralmente dentro de uma família. É dentro da família que ele se sentirá cuidado, amado, querido, por mais conflitos que enfrentem uma determinada família,é ali que começará seu desenvolvimento.

Soifer (1982, p. 23), define a família como:

[...] estrutura social básica, com entrejogo diferenciado de papéis, integrada por pessoas que convivem por tempo prolongado, em uma inter-relação recíproca com a cultura e a sociedade, dentro da qual se vai desenvolvendo a criatura humana, premida pela necessidade de limitar a situação narcísica e transformar-se em um adulto capaz [...]

A família é a responsável pela estruturação de cada indivíduo, onde ele nasce, cresce e se desenvolve psíquica e emocionalmente, formando sua identidade e personalidade, portanto, o objetivo da família é educar os filhos para a vida. Soifer (1982) ainda salienta que à medida que o desenvolvimento acontece, a criança aprende a respeitar, amar e ser solidária, em contraponto aprende a lidar com os sentimentos de ódio, inveja, rivalidades e ciúmes originados dos conflitos infantis, consolidando-se a identidade da família na sociedade. Durante o desenvolvimento são observadas algumas influências que podem definir a maneira de ser de cada indivíduo, construindo assim, sua identidade enquanto ser humano.

Segundo Winnicott (1988), um indivíduo começa a existir quando é concebido mentalmente, ou seja, quando os pais manifestam o desejo, não apenas consciente de conceber. A partir desse desejo pode-se dizer que a identidade começa a formar-se. A mãe é a primeira a introduzir a criança no mundo e através das sensações essa criança vai conhecendo o que a rodeia, tendo a possibilidade de relacionamento com os outros.

A partir do nascimento do bebê a ligação necessária ao desenvolvimento deste, pode ativar nos pais fantasias e desejos narcísicos advindos de conflitos não elaborados do passado destes. Muitas vezes as dificuldades na interação da mãe e seu bebê, podem ser indicativos destes problemas não elaborados. Quando estes conflitos inconscientes invadem o bebê ainda em formação, pode vir a comprometê-lo ou até mesmo impedi-lo de desenvolver-se para se tornar um indivíduo autônomo.

Dessa forma percebe-se o quanto a relação pais e filhos é importante, já no momento em que se deseja formar uma família. O bebê que é desejado e amado mesmo antes de ser concebido têm a possibilidade de construir sua identidade alicerçada numa relação de amor, proteção e compreensão. A proteção da família, o modo como o bebê é inserido no mundo pode revelar a qualidade dos relacionamentos estabelecidos dentro dessa família que podem ou não influenciar na formação da identidade cristã.

A identidade está ligada às características que compõem ou que são próprias de um indivíduo, é o que diferencia um indivíduo do outro, esta se baseia na construção do autoconhecimento e da relação com o mundo que o rodeia. A vida social é vivida de trocas que possibilita a constituição da identidade da criança e, à medida que ela se desenvolve vai se identificando com o meio para tornar-se uma pessoa. No primeiro momento a criança é pura sensação e se identifica com o seio da mãe, conforme cresce passa a reconhecer o ambiente e a mãe como alguém à parte dela.

Assim a noção de identidade sugere que o sujeito precisa de outro para se desenvolver, para adquirir atitudes, valores e princípios que vão norteá-lo em sua vida adulta e social e à medida que a criança cresce e se desenvolve ela vai se tornado uma pessoa diferenciada dos pais, adquirindo com a ajuda deles, certa autonomia, num processo de identificação (KUSNETZOFF, 1982).

De acordo com Papalia (2006) a adolescência é uma fase repleta de mudanças em que o pequeno jovem começa a descobrir quem é e o que quer ser. Para crescer e entrar no mundo dos adultos, o adolescente precisa, aos poucos, ir se separando dos pais o que, às vezes é insuportável para certos pais, pois estes deixam de ser as pessoas mais importantes do mundo para se tornarem “velhos caretas”. Nesse momento é comum que o adolescente busque grupos com os quais possa se identificar. Papalia (2006) explica a importância da influencia do grupo na vida dos adolescentes,

O grupo de amigos é uma importante fonte de apoio emocional durante a adolescência. Jovens que estão passando por rápidas transformações físicas sentem-se melhor na companhia de outros que estão passando por mudanças semelhantes. (PAPALIA, 2006 p. 500).

Mas isso não quer dizer que a família perdeu a importância na vida dele, pelo contrário é nessa fase que eles mais precisam do apoio da família, pois são os pais que dirão o que eles podem ou não fazer. Ferrari (2000) afirma:

“[...] é a família que propicia os aportes afetivos e sobretudo materiais necessários ao desenvolvimento e bem estar dos seus componentes. Ela desempenha um papel decisivo na educação formal e informal, é em seu espaço que são absorvidos os valores éticos e humanitários onde se aprofundam os laços de solidariedade. É também em seu interior que constroem as marcas entre as gerações e são observados valores culturais.” (apud GONÇALVES, 2001, p. 10).

Sendo assim, o bom relacionamento entre pais e filhos é fundamental para a formação de uma identidade saudável, mesmo que na fase da adolescência os ensinamentos dos pais pareçam não ter importância para eles, nesse sentido é preciso que os pais os compreendam. Os pais que transmitem afeto, atenção e orientação, respeitando as escolhas do filho, estarão reforçando sua auto-estima, fazendo com que se sintam valorizados e seguros para enfrentar os desafios do mundo real.

A religião na vida do homem

Religião é uma maneira que o homem encontrou de se aproximar de Deus, estabelecendo com ele uma inteira dependência. Essa dependência se manifesta através da fé e também das obras que são os cultos ou reuniões solenes e festividades, mas muitas vezes se expressa através do medo daquilo que é diferente e desconhecido. Rubem Alves (1999, p. 62) afirma que:

“[...] o indivíduo [...] se descobre totalmente dependente de algo que lhe é superior. [...] O sagrado é o criador, a origem da vida, a fonte da força. [...] Sente-se dominado e envolvido por algo que dele dispõe e sobre ele impõe normas de comportamento que não podem ser transgredidas [...]” (ALVES, 1999, p. 62).

O homem na sociedade é dono de si mesmo e de muitas coisas, ele domina o mundo com suas invenções tecnológicas, mas no mundo sagrado ele se apresenta como servo para servir ao Senhor Supremo da criação, ele se torna totalmente submisso.

Schleiermacher, in Otto (1985 p. 14), enfatiza que esse sentimento de dependência na religião é mais intenso, “Isto acontece exatamente porque se trata de um dado cuja origem e fundamentos encontram-se na alma”, tornando o servir uma prioridade diante de quaisquer circunstâncias, mesmo que pareça loucura. Portanto o servir e obedecer a Deus torna-se prioridade na vida do cristão.

Temos hoje no Brasil uma diversidade de religiões e pessoas que defendem com afinco cada um a sua, discutem, brigam e tentam convencer o próximo a seguir o seu caminho. Os ideais são passados de geração a geração e aceitos de forma inquestionável, estando eles certos ou não, tendo como recompensa para o cristão um sentimento de fortaleza diante do sofrimento, isto é, mesmo nas piores situações da vida sente-se forte para vencê-las graças à força que vem de Deus. Assim, muitas vezes a religião torna-se o clamor daqueles que sofrem e almeja tranquilizar sua alma aflita, ou seja, o que deveria ser prazeroso se torna uma troca – adora-se a Deus para receber Dele o favor.

Pós Modernidade X Criação dos filhos de acordo com os valores e crenças - um desafio

Na era moderna o homem vem adquirindo novas maneiras de pensar e enxergar o mundo, a todo instante é coberto de novas informações e novas descobertas em todas as áreas afins. Nesse sentido, a sociedade se caracteriza como uma sociedade globalizada priorizando o poder de consumo, os valores deixaram de ser universais passando a ser, para muitos individuais e autônomos. E é neste contexto que a pós-modernidade chega trazendo consigo a formação de indivíduos cada vez mais mergulhados nas incertezas e medos, fazendo-o buscar respostas nos valores de uma "modernidade reflexiva" (GIDDENS, 1996).

Segundo McGrath (2007, p. ),

O pós-modernismo é geralmente entendido como algo de sensibilidade cultural sem absolutos, certezas fixas ou fundamentos [...] [...] O pós-modernismo declara que todos os sistemas de crenças devem ser vistos como igualmente plausíveis. Algo é verdadeiro se é verdadeiro para mim.

Sendo assim, todos são possuidores da verdade, isto é “vale tudo”, não existe mais um padrão de exposição da realidade, é o fim da proibição. Esses novos conceitos colocados diariamente afrontam os princípios cristãos despertando nos pais a insegurança de que não vão conseguir incutir no filho os ensinamentos bíblicos.

Desde cedo, filhos de pais cristãos começam a aprender que o Homem foi criado à imagem e semelhança de Deus e a obediência a Ele vem em primeiro lugar.

Quando falamos em educação de filhos cristãos entramos num dos principais problemas das famílias hoje em dia. “Ser criado numa família cristã e ensinado nas igrejas cristãs não garante que nossos filhos irão adotar a fé cristã” (MCDOWELL, 1994, p. 91). Enquanto as crianças são pequenas, são direcionadas e fazem o que os pais querem. À medida que crescem esses pais começam a entrar em conflitos, pois o crescimento e desenvolvimento causam mudanças e com as mudanças vem às crises. A primeira crise que se apresenta é a crise de autoridade, os pais acham que por deterem o total poder sobre o filho deve-se fazer obedecer e muitas vezes exercem o autoritarismo, prejudicando assim, o aprendizado. Alguns comportamentos são compreendidos pelos pais como rebeldia, fazendo-os agir de forma errônea buscando assegurar sua autoridade mostrando “quem é que manda”. Segundo McDowell, (1994) é preciso estabelecer um relacionamento real antes de estabelecer as regras para que estas não induzam a rebelião e não prejudiquem a autoimagem e autoestima do adolescente.

O relacionamento real é ao mesmo tempo estar ligado e diferenciado dos outros, possibilitando a auto-observação, disposição para autocrítica e consequentemente a mudança. Os filhos precisam reconhecer na relação com seus pais a verdade e segurança para o enfrentamento das próprias escolhas, buscando assim, o equilíbrio entre o respeito e obediência aos pais e a autonomia, proporcionando à família bases de respeito, amor e carinho, meios pelos quais a família se estrutura com saúde.

De acordo com Quirino, (2009) o objetivo de uma família cristã é construir um relacionamento saudável pautado num testemunho cristão, e isso é possível através dos direcionamentos bíblicos. É preciso que os pais não contradigam os ensinamentos, não adianta conhecer as Escrituras, ensiná-las aos filhos e não vivê-la, a criança não acreditará no ensino.É responsabilidade de todo pai cristão procurar conhecer a Palavra de Deus para falar sobre ela e comunicá-la com precisão aos seus filhos. Assim sendo, uma comunhão familiar é fundamental para o aprendizado sobre os fundamentos bíblicos sem pressão.

Diante do exposto, percebe-se que há uma necessidade de orientação a esses pais em como refletir sobre os seus filhos, proporcionando ajuda em como lidar com a angústia de não ter um manual ou treinamento para a criação dos filhos, mas que é na relação do dia a dia, na confiança no seu potencial que poderão ser pais sábios para promover um desenvolvimento adequado para seu filho. 

Discussão e Conclusão

Este trabalho buscou investigar possíveis ligações entre relações familiares e construção de identidade cristã. A revisão literária indicou que a família é o berço do desenvolvimento psíquico e, por conta disso, responsável pela transmissão de valores, costumes e conceitos acerca da vida (Soifer, 1982). Neste processo de transmissão, estão contidas fantasias, medos, anseios, crenças diversas, enfim, que são, na realidade, fruto de uma integração de costumes e valores, em partes pertencentes a uma figura paterna e, em partes, advindas de uma figura materna.   

Assim, é possível compreender que valores ligados à religião também serão transmitidos, e tais valores estarão, também, ligados à vivência religiosa dos pais. Se o objetivo da família é o de educar e formar o indivíduo, tal processo dar-se-á com base na formação que os pais deste tiveram anteriormente com seus familiares e responsáveis. O desenvolvimento da personalidade de um indivíduo, assim, está diretamente envolvido com as relações estabelecidas entre ele e seus familiares, e tais relações serão, então, determinantes também no processo da construção de sua identidade cristã, bem como no desenvolvimento de sua personalidade (Papalia, 2006).

No mundo pós-moderno há uma diversidade de pensamentos e religiões. As pessoas usufruem de seu livre arbítrio para viverem conforme suas crenças e ideologias, os valores deixaram de ser universais para se tornarem individuais e autônomos, cada um dita sua própria regra e assim, vale tudo.

Comumente se observa no meio cristão uma insegurança diante das dificuldades em relação aos ensinamentos bíblicos e com a rotina do dia a dia, da vida profissional, os pais não encontram tempo para conversar, brincar, enfim passar um tempo junto com os filhos e assim, fica difícil garantir que o filho seja alguém responsável, fiel e temente a Deus vivendo num mundo “contaminado” da pós-modernidade.

Há em certos pais uma fantasia de que existe um ensinamento privilegiado para os cristãos que parece ser diferente ao ensinamento secular, e um conflito quanto a esse ensinamento quando esse parece não ser internalizado por seus filhos, tendo que se colocar, o tempo todo, em contradição com a Bíblia. Esses pais consideram um desafio viver de acordo que a palavra de Deus num mundo todo “errado”, assim percebe-se um medo grande da influência desse mundo sobre seus filhos, colocando em cheque seu exemplo de cristão.

Muitos pais por não confiarem em si mesmos como instrutores da palavra de Deus, acabam agindo precipitadamente com castigos, chingamentos, instigando a ira em seus filhos. Em outro momento buscam respostas prontas para a educação dos filhos, demonstrando a incerteza de que são realmente capazes de instruir o filho como diz em Provérbios 22:6 : “Ensina a criança no caminho em que deve andar, e, ainda quando for velho, não se desviará dele”, e que também podem fazê-lo através de seu exemplo como servos de Deus, ao contrário disso confirmam o tempo todo a sensação de não serem pais bons o suficiente para encaminhar e caminhar com o filho nesse ensinamento. A dúvida é a mesma para todos, como fazer com que os filhos saibam diferenciar o “verdadeiro certo” do “verdadeiro errado”, para realizarem escolhas certas, se eles – os pais, não conseguem entender as escolhas que fizeram? Assim fica difícil caminhar com o filho. Considerando o que diz McDowell, (1994) os filhos precisam ter convicções sólidas sobre a verdade para não aceitar facilmente as falsificações e fazerem escolhas erradas, trazendo assim sofrimento para a família.

É possível perceber que grande parte dos conflitos nos relacionamentos com os filhos são gerados pela incompreensão de qual o verdadeiro papel de pais cristãos na formação dos filhos. Em virtude de uma má interpretação de passagens bíblicas, surge a fantasia de que tudo é pecado, inclusive os conflitos vividos pela adolescência, não podendo enfrentá-la como um elemento importante no desenvolvimento do filho para o processo de tornar-se adulto.

Existe uma expectativa de uma educação cristã pautada em normas e valores cristãos, mas nem sempre o que é ensinado pelos pais é vivido pelos filhos, pois o inconsciente dos pais influencia a experiência consciente dos filhos e o que o filho aprende é através daquilo que não foi dito, mas foi sentido como verdade pela criança, levando os pais a colocar em dúvida sua própria fé. Exemplo disso é uma filha de pastor, criada com muito amor e carinho, na sã doutrina, sendo o orgulho dos pais por sua conduta, quando começou a namorar um jogador de futebol, fez sexo com ele logo no início do relacionamento e em pouco tempo dormira com toda a equipe de futebol, quando questionada o motivo de tal comportamento ela disse: “Eu queria me sentir amada. Nunca durava muito e sentia-me infeliz depois, mas pelo menos por breves momentos sentia como se alguém me amasse”. O pai ficou chocado com essa resposta, conta MCDOWELL (1994).

É fundamental que os pais não percam de vista os seus valores, os seus princípios, as suas crenças, estejam seguros do que buscam enquanto seres, enquanto sentido de vida, enquanto seu papel nesse mundo e que criem seus filhos com amor, respeito e compreensão, respeitando seus próprios limites e história de vida.   

Compreendemos que os valores ligados à fé cristã, bem como a formação da identidade cristã, estão estreitamente vinculados à família e aos valores estabelecidos por ela e também na segurança estabelecida através da confiança em si mesmo como cristãos autênticos, seguidores da palavra de Deus. É importante salientar que essa população precisa ser compreendida em suas necessidades reais para assim serem ajudadas a prevenir dificuldades relacionais, em um espaço de promoção da saúde familiar. E é exatamente esta a busca deste trabalho, alertar as famílias para prevenção e promoção da saúde no âmbito familiar e religioso.

Dessa forma este artigo procurou tecer considerações sobre a importância do relacionamento entre pais e filhos na formação da identidade cristã e chamar a atenção para futuros estudos nessa área.

Referências:

ALVES, Rubem. In ______. O que é religião? São Paulo: Editora Loyola, 1999, p. 55 – 66. 

BIBLIA , A. T. Provérbios. Português. Bíblia sagrada. Versão de João Ferreira de almeida. São Paulo: Ed. Revista Corrigida, 1995. Cap. 22, vers. 6.

GIDDENS, Anthony. Para além da esquerda e da direita. São Paulo: UNESP, 1996.

GONÇALVES, Ana Cléia Ferreira. Conflitos de relacionamentos entre pais e filhos adolescentes no contexto familiar.  2001, 22 f. Monografia, Centro de Ciências Humanas e Educação, Curso de Serviço Social, Universidade da Amazônia, Belém do Pará, 2001. Disponível em: <http://www.nead.unama.br/site/bibdigital/monografias/Conflitos_entre_pais_filhos.pdf> Acesso em: 16/ maio/2010.

MCGRATH, Alister. Paixão pela verdade: a coerência intelectual do evangelicalismo. São Paulo: Shedd Publicações, 2007.

MCDOWELL, Josh. Certo ou errado? São Paulo: Editora Candeia, 1994.

OTTO, Rudolf. In ______. O Sagrado: Um estudo do elemento não-racional na idéia do divino e a sua relação com o racional. (tradução: Prócoro Velasquez Filho). São Bernardo do Campo: Imprensa Metodista, 1985, p. 14 – 25. 

PAPALIA, Diane E. Desenvolvimento Humano. Porto Alegre: Artmed, 2006 8 ed.

QUIRINO, Marcelo. Desafios para um Relacionamento Familiar Saudável e Cristão. 2009, Disponível em: <http://www.isaltino.com.br/2009/05/desafios-para-um-relacionamento-familiar-saudavel-e-cristao/> Acesso em: 15/ Setembro/ 2010.

Soifer, Raquel. In: ______. Psicodinamismo da família com a criança. Petrópolis: Vozes, 1982, p. 21 - 45

WINNICOTT, Donald. In: ______. Os bebês e suas mães. São Paulo: Martins Fontes, 1988, p.