Artigos com o tema:

Psicologia Analítica

Resumo: Este artigo tem como objetivo compreender o estudo da simbologia e mitologia delineada a partir da perspectiva da Psicologia Analítica de Carl G. Jung. Trata-se de uma pesquisa bibliográfica baseada na concepção e organização do homem e seus símbolos através da aceitação do inconsciente. Os arquétipos foram trabalhados e conceituados por Jung e analisados em fases estratégicas do inconsciente. A simbologia é caracterizada como algo complexo e se desenvolve na sua relação interpessoal com o outro e na dinâmica psicoterapêutica. Evidencia-se a importância destas informações para o conhecimento e compreensão da psique humana a partir da perspectiva analítica e para a atuação dos profissionais da área da Psicologia.

Palavras-chave: Arquétipo, Simbologia, Mitologia, Psicologia, Inconsciente.

Leia mais: A Simbologia em Conjunto com a Trajetória dos Arquétipos, História e Definições em Psicologia

Introdução

No presente artigo, relaciona-se os conceitos Junguianos de Anima e Animus com as conquistas amorosas e sexuais, com o feminismo e com o imperialismo. Primeiramente, definiu-se Anima e Animus (SHULTZ e SHULTZ, 2006; JUNG, 1988) em que teríamos uma tendência optimal para o equilíbrio entre a percepção consciente da sexualidade e o respectivo Anima, ou feminilidade inconsciente no homem e Animus, ou masculinidade inconsciente na mulher.

Leia mais: Anima e Animus: conquistas amorosas e sexuais, feminismo e imperialismo

Resumo: As mulheres do século XIX iniciaram um processo de maior liberdade pessoal mas não sem enfrentar dificuldades e julgamentos. A literatura retrata o momento histórico em que se insere e Machado de Assis fala sobre o mundo feminino e a repercussão de suas conquistas na sociedade e na psique humana. Iremos vislumbrar o que significou ser mulher no século XIX utilizando o olhar machadiano para tal intento.

Palavras-chave: Século XIX, Mulher brasileira, Machado de Assis, Literatura.

Leia mais: A Mulher Brasileira do Século XIX: um Olhar Machadiano

1. Introdução

O presente trabalho expõe como tema a relação entre o funcionamento de nossa sociedade contemporânea e a adolescência, no que diz respeito à ausência de limites e à formação da identidade, tendo como objeto delimitado a Psicanálise, e apresentando como problema de pesquisa a seguinte pergunta: De que modo o funcionamento da sociedade contemporânea tem influenciado no desenvolvimento do adolescente, no que se refere à formação da identidade, diante da ausência de limites?

Leia mais: Adolescência e Vida Contemporânea: uma Relação entre Limite e Identidade

Resumo: Dentro da abordagem de Análise Institucional foi possível observar vários pontos importantes, no que se refere investigação, análise da instituição, do qual foi realizado o estágio no primeiro semestre desse mesmo ano presente, no Batalhão da Polícia Militar da região de Minas Gerais. Questões como, o prazer e o desprazer relacionado ao desejo ou não, do trabalho -Policial Militar- sendo que, a atuação deste trabalho possivelmente esteja associada a uma autoconstrução de identidade, uma vez que, todo trabalho faz com que o homem seja inscrito e reconhecido no mundo, não somente, em suas relações interpessoais, assim também como, em sua formação subjetiva, onde essa atuação do trabalhador produz vários elementos constitutivos para desenvolvimento do sujeito. Diremos do aspecto possível, do enquadramento do sujeito institucionalizado (sugestionável despersonalização), bem como sobre a questão dos símbolos no que se refere ao indivíduo enquanto policial militar dentro da instituição e no que cerne ao sujeito em sua subjetividade fora da mesma, o que dentre esse aspecto foi possível relacionar, igualmente ou diferentemente, o sujeito ‘dentro’ da instituição e ‘fora’ dela. Usaremos o conceito de Persona, descrito por Jung, para falarmos sobre esses símbolos e a maneira que o homem se apresenta ao mundo. Será dito também sobre o papel do psicólogo, de forma não minuciosa, dentro do contexto.

Palavras- chave: Policial Militar, análise instituição, símbolo, persona.

Leia mais: A Instituição e Suas Representações Simbólicas: O Sujeito Enquanto Policial Militar

Resumo: O objetivo do presente trabalho é a reflexão sobre a posição ocupada pelos mitos na prática da psicoterapia. O estudo surgiu a partir da necessidade de melhor compreender a posição demandada por paciente em atendimento clínico, atendido no Serviço de Psicologia da Faculdade da Cidade do Salvador. Para elucidar as questões exigidas pelo caso, recorreu-se a uma revisão de literatura analítica a respeito de alguns conceitos junguianos e a posição do psicoterapeuta no atuar no setting terapêutico. Partiu-se da análise do Mito de Quíron, o Curador Ferido, para se entender a dimensão de "cura" que demanda do analista um lugar de "curador sempre ferido", uma vez que a ideia presente no mito é a de que Quíron pôde se tornar um exímio curador a partir de sua própria ferida incurável. A ferida de Quíron, utilizada por ele como um recurso para entender o sofrimento dos que curava, foi relacionada ao processo contratransferencial presente no procedimento terapêutico.

Palavras-chave: Clínica analítica, Inconsciente Pessoal, Inconsciente Coletivo, Arquétipos, Mitos.

Leia mais: O Mito de Quíron: Nuances e Prática no Processo Psicoterápico – um Estudo de Caso na Teoria...

1. Introdução

Há muito tempo os mitos e os contos de fadas estão presentes no imaginário do homem e desempenham um papel singular nas sociedades. Estas histórias sobrevivem ao longo dos anos, pois, contém símbolos universais que provém do inconsciente coletivo, que é “a parte da psique que retém e transmite a herança psicológica comum da humanidade.” [01] Mitos e histórias fantásticas acompanhados ou não de ritos ajudam o ser humano a lidar com problemas emocionais e pessoais que povoam sua psique, assim como a realizar difíceis passagens e segundo Hendersen: “alguns símbolos relacionam-se com a infância e a transição para adolescência, outros com a maturidade, e outros ainda com a experiência da velhice, quando o homem está se preparando para sua morte inevitável.[02] Isso acontece pois os mitos e os ritos possuem, para a psicologia analítica, um elo muito forte com os símbolos do inconsciente.

Leia mais: Contos de Fadas e Arquétipos Inconscientes: uma análise do conto da Bela Adormecida

Resumo: Neste trabalho, pautado na abordagem analítica junguiana, refletiremos acerca do jovem e da descoberta do mito pessoal, entendido como convocação do Self; tendo em vista o processo de individuação e ainda, possíveis aspectos mobilizadores e bloqueadores no decorrer do processo. Após breve consideração do contexto histórico, buscaremos definir o termo mito pessoal e relacioná-lo com o conceito de individuação. Ser e viver, segundo uma mitologia própria, ou melhor, segundo uma designação pessoal, desenvolver a personalidade, estão intimamente ligados com às escolhas que fazemos. Somos mobilizados, tanto interna quanto externamente, a viver sendo ‘fiéis à própria lei’. Contudo, este movimento só se efetivará se pudermos escolher nosso próprio caminho. Enriquecemos nossa reflexão com testemunhos de jovens. Não obstante a suposta ‘falta de sentido’, vislumbramos possibilidades, os percebemos como sendo ‘provocados’ a ter uma nova percepção acerca de si mesmos. No entanto, eles necessitam encontrar espaços temênicos, nos quais sintam-se mobilizados, despertados, para tomar suas vidas como próprias; onde eles possam acolher o chamado do Self e percorrer o caminho da individuação com mais consciência.

Palavras-chave: Mito pessoal, Individuação, Sentido da vida, Escola, Educação, Psicologia Analítica

Leia mais: O Jovem e a Descoberta do Mito Pessoal: mobilizadores e bloqueadores