Artigos com o tema:

Humanismo

Resumo: O presente artigo se propõe a apresentar as influências do Existencialismo na Abordagem Gestáltica, que por consequência, faz parte dos pressupostos filosóficos desta abordagem. No desenvolver deste artigo foram abordados referenciais teóricos em livros, mas passando pelos pensamentos de dois filósofos muito importantes, Kierkegaard e Sartre, que ajudarão a entender e se aprofundar melhor no conteúdo proposto. A partir disto será feita uma relação com uma personagem de um filme que será relacionado com a realidade, para evidenciar na prática como o existencialismo ocorre em nosso cotidiano.

Palavras-Chave: Existencialismo, Abordagem Gestáltica, Filme, Kierkegaard, Sartre.

Leia mais: Existencialismo: uma Relação com a Gestalt-Terapia

Resumo: Este estudo tem como objetivo discutir e compreender o conceito das Personalidades Auto-realizadoras, baseado na teoria de Abraham Maslow. Para elaboração deste trabalho foram cumpridas algumas etapas como a escolha do tópico discursivo, desenvolvimento do plano de trabalho e levantamento bibliográfico. Podemos ter em vista que desde o nosso nascimento, as necessidades estão sempre presentes e prontas para serem supridas. Seja ela a necessidade fisiológica, de afeto ou de segurança, variando de impulsos mais fortes aos mais fracos. Portanto, quanto mais assertivos formos em relação a predição do comportamento das pessoas através do estudo da personalidade, melhor será o entendimento acerca das ações humanas.

Palavras-chave: Abraham Maslow, Personalidades, Auto-Realização.

Leia mais: A Importância da Pesquisa das Personalidades Auto-Realizadoras na Teoria de Abraham Maslow



Resumo: Apesar de ter suas origens na Filosofia, a Psicologia produzida no ocidente tende a não reconhecer a importância desse início, bem como a necessidade de uma integração contínua entre as duas partes. No oriente, no entanto, essa integração sempre existiu, sendo quase impossível sua divisão. O presente artigo remonta a forma de psicologia de vida produzida à partir dos pensamentos de Confúcio na “Grande Escola” e, posteriormente, na “Escola da Mente” e, mais recentemente, no Neo-confucionismo. Uma demonstração clara da produção de formas de Psicologia do Cotidiano.

Palavras-chave: psicologia oriental, Confúcio, filosofia, cotidiano, psicologia.

Leia mais: Psicologia Humanista Oriental: a Compreensão de uma Filosofia do Cotidiano

Breve Histórico

Frederick S. Perls nasceu em Berlim, Alemanha, no ano de 1893. Era filho de pais judeus e vivia num ambiente familiar pouco estruturado, no qual sua mãe era agredida por seu pai. A relação com sua mãe também não era boa, pois a mesma o agredia fisicamente (VELÁSQUEZ, 2001).

Perls se achava a ovelha negra da família. Perdeu 2 anos de escola em reprovações pelas quais foi expulso da mesma. Anos depois se formou como médico e logo depois especializou-se em psiquiatria. Serviu como médico no exército e, posteriormente, trabalhou com Kurt Goldstein no instituto de soldados com lesões cerebrais. Através dessa experiência pode compreender a importância de considerar o organismo como um todo e não como aglomerado de partes funcionando independentemente das outras (FADIMAN e FRAGER, 1986).

Leia mais: A Gestalt-Terapia e Frederick Perls

Resumo: Este artigo traz uma reflexão sobre o sentido do corpo, dando um enfoque sobre o espaço e tempo em que se realizam as ações, ou seja, a corporeidade. A valorização do corpo na busca contra as imperfeições vem ganhando espaço a cada década aumentando assim o avanço da indústria estética. E hoje o culto ao corpo traz grandes transtornos para famílias, através das doenças da pós-modernidade, transformando o homem/sujeito em homem/objeto. A fenomenologia propõe o retorno à consciência do ser humano para uma interpretação do mundo possibilitando libertação do determinismo da estética corporal.

Palavras-Chaves: corporeidade, estética, existência, fenomenologia

Leia mais: O Sentido do Corpo

Resumo: O presente trabalho consiste em um ensaio monográfico apresentado como critério avaliativo da atividade interdisciplinar do Curso de Psicologia da Faculdade de Rolim de Moura-FAROL, cujo tema abordado deriva-se dos conceitos presentes na abordagem da Gestalt-Terapia, na qual se estuda a percepção da pessoa em um todo, deixando explícito o conceito de contato frente à relação conjugal. Este é um momento transformador, e sem o contato nada se cria, é através dele que se adquire novas experiências, pois o contato é efeito das interações provindas da relação conjugal ou não, sendo uma maneira de ser e um jeito de se expressar. Desse modo, a forma como as pessoas se encontram e se desencontram, revela a profundidade do engajamento numa relação. Para que ocorra o contato é necessário o encontro de duas ou mais pessoas, e que este momento aconteça naturalmente. O método utilizado na elaboração deste trabalho foi através de pesquisas bibliográficas relacionadas à Gesltalt-Terapia, relacionando-as à importância do contato na relação conjugal, o que leva à conclusão que só haverá harmonia em um relacionamento conjugal se houver contato pleno.

Palavras-chave: Gestalt-Terapia. Contato. Relação Conjugal. Momento Transformador.

Leia mais: Gestalt-Terapia: A definição de contato e a relação conjugal

A Gestalt-terapia é uma abordagem psicológica que teve influência de várias correntes filosóficas. As mais importantes dessas correntes são o humanismo, o existencialismo e a fenomenologia. Para Ribeiro (1985), o homem, enxergado nesta tríplice visão, se torna inteligível e os modos de abordá-lo se tornam mais eficazes.

A Gestalt Terapia e o Humanismo

Para Ribeiro (1985), no humanismo, o homem é o centro do mundo e da existência. Heidegger (apud Ribeiro, 1985), afirma que o homem é o centro das coisas porque só o homem existe, as coisas são, pois só ele tem maneiras características de se fazer e de se realizar.

Leia mais: Pressupostos Filosóficos da Gestalt-Terapia

Este artigo trata de elucidar resumidamente o objetivo da fenomenologia de Husserl e, consequentemente, desvelar o significado da redução fenomenológica. Com este fim, proponho-me a focar na crítica de Husserl à atitude natural do homem e promover a possibilidade de retirar a atenção habitualmente dirigida ao mundo, tão comum e cada vez mais intensa por conta de nossa sociedade, a fim de ver o mundo tal como ele é.

Leia mais: Husserl e a Redução Fenomenológica: como é o mundo?