4.1111111111111                     Avalie este Artigo:

1. Introdução

A população idosa brasileira tem tido papel de destaque em todos os cenários da vida, uma vez que as pesquisas apontam que esse contingente populacional tem crescido significativamente devido a melhoria das condições de saúde e a diminuição das taxas de natalidade e mortalidade. Corroborando tal ideia, segundo o IBGE, estima-se que, a partir de 2025, o Brasil se torne o sexto país em indivíduos na faixa etária de 60 anos ou mais, representando aproximadamente 13% da população (MENDES; GUSMÃO; FARO, 2005). 

Dada a importância de se discutir as questões relativas à população da terceira idade faz-se necessário pensar sobre o processo de institucionalização de idosos na sociedade contemporânea enquanto fenômeno que vem ganhando grande abrangência social. O presente artigo pretende avaliar como se dá a percepção da vivência dos idosos numa Instituição de Longa Permanência no município de Timóteo – MG. O objetivo da pesquisa consiste em investigar a influência do processo de asilamento na vida desses idosos, bem como pretende conhecer o clima do ambiente institucional, a relação entre funcionários e idosos, e descobrir a causa mais comum que leva à institucionalização dos idosos entrevistados através de algumas observações realizadas inloco e de análise de questionário respondido pelos mesmos e entrevista aberta com os funcionários.

A Instituição conta com 33 moradores atualmente, sendo 17 do sexo masculino e 16 do sexo feminino. Há vários tipos de profissionais envolvidos no trabalho da Casa, como uma enfermeira, dois fisioterapeutas, uma técnica em enfermagem e uma assistente social, além de uma economista doméstica, uma orientadora de atividades pedagógicas e um coordenador geral.

Quanto aos meios de investigação, a pesquisa caracteriza-se por ser bibliográfica e de campo – pesquisa qualitativa, do tipo exploratória. A pesquisa de campo foi realizada com um grupo de 06 idosos e 03 funcionários e os dados obtidos serão correlacionados com as publicações encontradas na literatura tangente a terceira idade e ao processo de Institucionalização de Longa Permanência.

2. A Vivência a Partir da Institucionalização

O envelhecimento é a condicionalidade da existência, portanto, todos os seres humanos passarão inevitavelmente por tal fase. JORGE e DUARTE exemplificam esse fato de forma sucinta pelo apoio do aspecto biológico que nos constituem:

“A transformação biológica no processo do envelhecimento é natural e inevitável, pois todo ser que respira tem o teu tempo devido, o seu relógio natural biológico, que determina por quanto tempo aquela espécie vai viver; logo o envelhecimento é um fato universal, comum a todos os seres de origem animal” (JORGE; DUARTE, 2000).

Entretanto, é muito comum a depreciação da fase final da vida, estigmatizada, muitas vezes, como sinônimo de incapacidade e inutilidade. Subjugamos a terceira idade pelos diversos aspectos de suas limitações físicas e cognitivas, por exemplo, mas esquecemos que os idosos são seres humanos dotados de experiência de vida e sabedoria, além de desconsiderarmos a capacidade de certas potencialidades que poderiam ser desenvolvidas por eles mesmos.

O homem do século XXI tem buscado na Ciência formas para prolongar a vida; paradoxal é essa ação quando pensamos na discriminação da terceira idade e da resistência do homem em entrar em contato com essa fase, desenvolvendo ao mesmo tempo diversos recursos para viver mais, porém, mais jovem.

Essa nova realidade de longevidade humana a qual nos insere faz surgir diversas problemáticas acerca da população que envelhece; um dos pontos que tem merecido destaque e maiores discussões é a questão da institucionalização de idosos por se tratar de um fenômeno social emergente, principalmente no aspecto que tange à liberdade, valorização e ao respeito da subjetividade dos idosos enquanto seres históricos, dotados de vida e potencialidades.

O aumento contínuo da população idosa é um fenômeno recente e que tem preocupado a vários segmentos da sociedade pela possibilidade de desencadear novos e complexos problemas sociais e econômicos. Devido a significativa mudança nos parâmetros etários da população, não só brasileira, mas mundial, o asilamento é uma situação contemporânea que tem se tornado pertinente à nossa realidade e se consolidado como tal por uma série de motivos.

O idoso desprovido de família nuclear possui maior probabilidade de asilamento; isso está em consonância com o que prevê a Política Nacional de Atenção ao Idoso, expressa na Lei nº 8.842/94 e regulamentada pelo Decreto nº 1.948/96, ao explicitar que a modalidade asilar de assistência social ao idoso ocorre no caso da inexistência do grupo familiar, abandono e carência de recursos financeiros próprios ou da própria família. A partir disso, podemos constatar que o asilamento também um meio de assegurar a promoção da sobrevivência digna aos idosos que não mais possuem família estruturada. Corroborando essa informação, o Estatuto do Idoso prega que os idosos devem ter a garantia da “priorização do atendimento ao idoso por sua própria família, em detrimento do atendimento asilar, exceto dos que não a possuam ou careçam de condições de manutenção da própria sobrevivência”. (Lei nº 10.741, 1º de outubro de 2003, art. 3º, inciso V).

Destaca-se que para alguns o encaminhamento ao asilo é resultado da ausência de descendentes diretos; para outros, é em virtude da impossibilidade dos filhos de conciliar trabalho e cuidar dos pais que são idosos, principalmente quando estes se encontram doentes e dependentes; para outros, o motivo para residir em uma instituição pode ser por desejo do próprio idoso.

A pesquisa realizada com os idosos da Instituição visitada aponta que cinco pessoas estão institucionalizadas porque a família foi responsável por levá-los para a Instituição, enquanto uma pessoa respondeu que reside na Casa por vontade própria, devido as circunstâncias da vida anterior que levava. Tais dados ratificam as fontes pesquisadas, uma vez que existe um consenso na literatura de que a maior causa do asilamento, seja por várias situações envolvidas, está na atitude da própria família.

A institucionalização de idosos continua sendo um assunto delicado, visto que sua aceitação como alternativa de suporte social ainda não é consensual, embora seja indiscutível o aumento da demanda por este serviço. (PESTANA; SANTO, 2004)

O que é urgentemente necessário discutir é a questão do tratamento oferecido aos idosos nessas instituições, uma vez que a busca por essas consiste na busca por um local mais adequado à saúde do idoso em detrimento do que pode ser oferecido dentro da própria família. Porém, o foco na saúde biopsicossocial não tem sido efetivo nos diversos relatos que escutamos e nas pesquisas realizadas nos asilos.

Por exemplo, perguntado aos idosos se eles realizavam algum tipo de atividade dentro da Instituição, dois deles responderam sim – fisioterapia e ginástica - enquanto quatro disseram não realizar nenhum tipo de atividade. O Sr. J. E., 77 anos, comenta: “Por enquanto não. Se aparecer alguma coisa aqui dentro eu faço”. Constatamos nesse sentido a carência de atividades que poderiam ser realizadas na Instituição em prol da saúde do idoso, colocando-o sob postura mais ativa, criativa e animadora.

Os autores PAVAN, MENEGUEL e JUNGUES (2008) apontam que estas “instituições fundamentam-se no controle e na hierarquia, o tratamento é uniformizado, a rotina é regida por horários preestabelecidos e os idosos perdem o direito de expressar sua subjetividade e seus desejos”. A Instituição visitada compactua dessa rotina administrativa, onde existem horários pré-determinados para as refeições diárias, os remédios, o banho, a limpeza, enfim, todas as atividades. Nesse sentido pode-se pensar sobre a limitação da liberdade e privacidade que a institucionalização provoca na vida dos idosos, apesar de todo o grupo pesquisado ter relatado que tudo na Casa era muito bom, que eles gostavam de morar ali, gostavam da alimentação fornecida e que eles não gostariam de ir embora da Instituição. O que se pode inferir sobre a satisfação de morar no local é o fato de não ter fora, nada comparado ao que lhes é oferecido na Casa.

Quanto ao tratamento da parte dos funcionários, cinco idosos responderam ser bem tratados e um respondeu com conceito ótimo. Todos eles destacaram serem bem servidos por todos os funcionários. Todos os entrevistados aparentaram ter relações pacíficas com os profissionais da Instituição; alguns até mesmo elogiam os mesmos.

Em relação ao clima do ambiente institucional, as pesquisas corroboram as mesmas características de estagnação do tempo encontradas na Instituição visitada. LIMA relata a rotina dessas Instituições claramente:

“No dia a dia de várias instituições para idosos residentes, a sensação que se tem é de um lugar onde o tempo estagnou. As horas não passam e existe uma situação de “mesmice” nas diferentes horas do dia: idosos sentados estáticos, muitas vezes um ao lado do outro, sem conversas, ou, quando se ouve alguma voz na maioria das vezes é solitária. Idosos conversam, mas não se ouvem. Uns gritam sem motivo aparente, outros vagam. A sensação é de desistência da vida. Permanece um tempo vazio de “espera” da morte nas instituições” (LIMA, 20[]).

A literatura traz diversas pesquisas e estudos relacionados à questão atual das ILPI (Instituições de Longa Permanência para Idosos). Torna-se extremamente relevante discutir a situação da população idosa no contexto asilar, com objetivo de tornar as Instituições acolhedoras mais humanas e promotoras de vida, desvinculando os sentidos negativo e pejorativo inerentes a elas. Para Presser (2005) “lidar com o envelhecimento populacional será, sem dúvida, uma das tarefas mais árduas a serem enfrentadas pela sociedade, talvez um dos maiores desafios do próximo milênio”.

Questionados sobre o que eles mais gostam de fazer no dia-a-dia, as respostas foram: um gosta de ficar à toa, um gosta de passear e quatro gostam de receber visita. A predominância do gosto de receber visitas evidencia a importância desse contato social externo na vivência do idoso asilado. Essa característica é confirmada pela aparente alegria e satisfação dos idosos entrevistados quando alguém senta perto deles e lhes dirigem atenção, tal qual como na oportunidade de realização da pesquisa.

As pesquisas apontam que a família quando leva os idosos para alguma Instituição objetivam o melhor lugar para cuidado dos mesmos. Porém, é comum acontecer a desvinculação desses familiares com os idosos asilados, e é esse desligamento afetuoso que pode causar algumas consequências nocivas na vida dos idosos:

“A família vai à busca do melhor local para o idoso morar em termos de estrutura física, cuidados e convívio social com iguais e outras pessoas, pois entendem que por meio de visitas podem manter vínculos familiares e afetivos. Contudo, em alguns casos, depois da adaptação do idoso à instituição, esse vínculo familiar muitas vezes é rompido, ficando, o idoso, sem visitas de filhos ou parentes por tempo significativo. Esse desligamento, que causa muito sofrimento, pode ser um fator desencadeador de deterioração da saúde do idoso, que se vê sozinho, isolado, sem receber visitas e, portanto, sem ninguém no mundo” (PERLINI, LEITE, FURINI, 2007)

Um dado interessante obtido através do questionário refere-se sobre a correlação da existência de família fora da Instituição, no qual pelo menos um membro foi considerado como tal, e a questão das visitas por parte dessas famílias. Os seis idosos entrevistados responderam ter família ou pelo menos algum laço consaguíneo mais próximo. Entretanto, quando perguntados se a família lhe visita com freqüência, igualmente os seis responderam não. Pelos relatos, a grande maioria menciona a existência de parentes longe da Iocalização da Instituição, como em outros estados brasileiros, por exemplo. As pesquisas confirmam essa questão: “O estabelecimento da freqüência das visitas é definido, a priori, de acordo com a disponibilidade de tempo e a distância geográfica de cada integrante da família” (PERLINI; LEITE; FURINI, 2007).

E quando perguntados do que eles mais sentiam falta do lado de fora, dois responderam sentir mais falta de passear e quatro responderam sentir mais falta dos seus familiares, o que reitera a importância da ligação familiar no contexto do asilamento.

Ainda sobre a questão das visitas por parte da família, a assistente social V. A. – 35 anos, ressalta que: “Os familiares não comparecem para visita com freqüência. Normalmente as visitas são muito esporádicas. Quando o idoso chega para morar na Instituição às vezes recebe visita, mas alguns nem no início recebe”. Essa desvinculação do laço familiar dentro do ambiente institucionalizado, tal qual como já citado anteriormente, pode levar o idoso a não se adaptar a nova rotina, desenvolver problemas de fundo emocional e sintomatizar essa falta. É comum ver isolamento, angústia e choro por parte dos idosos ao que concerne o desejo de rever os familiares.

Um importante ponto a ser discutido consiste na percepção da relação com os idosos a partir da visão dos profissionais. A Enfermeira responsável, V., 29 anos, há dois anos e meio na Instituição, menciona: “Tenho liberdade e conheço todos. Converso na medida da necessidade de cada um. A conversa é mais profissional que pessoal”, sugerindo uma relação mais distante dos idosos.

Já a fisioterapeuta L. M., 32 anos, ressalta exatamente o contrário no convívio com os idosos:

“Minha relação com os idosos é muito boa; interajo com as questões relacionadas com a saúde deles, mas também desenvolvo uma relação de amizade, conversando, brincando. Durante as sessões eles interagem com os profissionais e entre eles também”.

Ressalta também a importância do trabalho em equipe com o objetivo de aumentar a qualidade de vida de todos. “É necessário foco no indivíduo e não na patologia”, destaca a fisioterapeuta.

Perguntadas sobre qual o olhar das profissionais em relação à vida que os idosos levam na Instituição, a Enfermeira responde sucinta e firmemente: “A vida é bem organizada. Mas tem horário para tudo, tem que seguir o ritmo da Instituição. Não existem muitas atividades. Eles acabam perdendo noção de horário e data”. A fala da entrevistada demonstra a mesma rigidez administrativa na Instituição comprovada pelas pesquisas em contextos similares, o que nos leva a predizer que existem funcionários conscientes do tipo de tratamento oferecido no local e a implicação desse tratamento na adaptação e saúde dos idosos.

Sobre a mesma pergunta, a fisioterapeuta Lívia elogia a assistência aos idosos, caracterizando-a como de boa qualidade. Entretanto, ela aponta como problemas principais: “Aqui o problema é o isolamento e a pobre interação com a comunidade. A localização e o difícil acesso dificultam isto”, sugere a entrevistada.

RODRIGUES, MENEGÓCIO e PEREIRA expõem sobre como as Instituições deveriam enxergar o idoso a fim de adaptá-lo dignamente ao ambiente que por vezes lhe é imposto, por vezes parte do seu próprio desejo e que por vezes é a única forma de sobrevivência no mundo:

“As Instituições de Longa Permanência necessitam se preparar para receber o idoso como ser único, considerar suas experiências e formular as intervenções para o indivíduo encontrar ou resgatar o significado da vida, o valor da existência e aceitar seu processo natural, que passa por diversas etapas. (RODRIGUES; MENEGÓCIO; PEREIRA, 2008).

Por fim, é de extrema validade salientar depois de todos os dados obtidos e interpretados à luz das teorias sobre o processo de institucionalização, que a possível transformação dessas Instituições acolhedoras de idosos, para o bem comum do seu público alvo, deve estar primeiramente pautada no respeito da singularidade de cada um dos idosos, considerando-os seres humanos únicos e merecedores de atenção e assistência como qualquer outro.

3. Conclusão

Após a pesquisa realizada em um Instituto de Longa Permanência de Idosos (ILPI) e a revisão bibliográfica sobre o assunto verifica-se necessário pensar o asilamento como um fenômeno social emergente do século XXI sob uma ótica mais humanizada. E como fenômeno, devemos nos atentar para as possíveis consequências produzidas pela institucionalização. É preciso retirar de uma vez por todas o sentido negativo que soa quando nos referimos a asilos, casas de repousos, abrigos institucionalizados. Como política pública, e até mesmo privada, essas instituições devem mudar significativamente os seus perfis; faz-se necessário ajudar os idosos com outros olhos, é preciso valorizar a história de vida do idoso e enxergar nele um ser dotado de muitas experiências, valores, princípios e bagagem social. Ocupar o tempo ocioso demasiado nestas instituições também é um fato que necessita de mudança; em geral, nestas instituições os idosos ficam a mercê do tempo, sem atividades que poderiam beneficiar a adaptação saudável dos mesmos; a infra-estrutura desses locais deve ser melhorada; os cuidadores dos idosos devem ser mais capacitados para essa demanda; é necessário promover rotinas diferentes e colocar os idosos em contato com o mundo, e não retirá-los da sociedade como se não pertencessem a ela. Temos muito que fazer em termos de ações e intervenções, e isso só será possível quando a terceira idade deixar de ser estigmatizada e discriminada, mas compreendida como uma fase final de vida que merece atenção pela grandiosidade de suas experiências e realizações no palco dessa existência.

Referências:

Estatuto do Idoso – Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003

JORGE, Eliane de Medeiros; DUARTE, Marcelo Silva. Idosos institucionalizados: auto percepção da vivência e a cerca da qualidade de vida dos idosos institucionalizados.  Disponível em:
<http://www.frasce.edu.br/nova/prod_cientifica/idosos_asilamento.pdf>                Acesso em: 31 outubro de 2011.

LIMA, Maria Amélia Ximenes Correia. Retratos de asilo: termos de institucionalização. Disponível em: www.portaldoenvelhecimento.com.br.         Acesso em: 20 nov. 2011.

MENDES, Márcia Barbosa, GUSMÃO, Josiane Lima de, FARO, Ana Cristina Mancussi e Faro, LEITE, Rita de Cássia Burgos de O. A situação social do idoso no Brasil: uma breve consideração. Acta Paul Enferm. 2005; 18(4) : 422 – 6. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/ape/v18n4/a11v18n4.pdf.
Acesso em 20 nov. 2011.

PERLINI, Nara Marilene O. Girardon; LEITE, Marinês Tambara  e  FURINI, Ana Carolina. Em busca de uma instituição para a pessoa idosa morar: motivos apontados por familiares. Rev. esc. enferm. USP [online]. 2007, vol.41, n.2, pp. 229-236. ISSN 0080-6234.  Disponível em:< http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0080-62342007000200008&lng=pt> . Acesso em 03 setembro 2011.

PESTANA, Luana Cardoso ;  ESPIRITO SANTO, Fátima Helena do. As engrenagens da saúde na terceira idade: um estudo com idosos asilados. Rev. esc. enferm. USP [online]. 2008, vol.42, n.2, pp. 268-275. ISSN 0080-6234. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0080-62342008000200009&lng=en&nrm=iso&tlng=pt>. Acesso em 03 setembro 2011.

Presser. N.H. (2005). Modelo de Configuração Organizacional para uma Instituição de Idosos. Tese de Doutorado. Universidade Federal de Santa Catarina, Programa de Pós- Graduação em Engenharia de Produção, Florianópolis (SC).

RODRIGUES, Larissa; MENEGÓCIO, Alex Marcos; PEREIRA, Willian Ferreira Santos. Institucionalização: transformações e interpretação de vida dos idosos.   Kairós. Revista da Faculdade de Ciências Humanas e Saúde ISSN 2176-901X, v. 8 (2010).   
Disponível em: <http://revistas.pucsp.br/index.php/kairos/article/view/6916/500>                          Acesso em: 31 outubro de 2011.