Saúde Mental

                   
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Resumo: Esse trabalho de revisão bibliográfica buscou identificar possíveis relações entre solidão e consumo de álcool entre mulheres no Brasil. É possível encontrar estudos envolvendo álcool e mulheres constatados em Vargas (2006), Bauer (l982), Blume apud Zilberman (2005), Cortaza (2007), Hernández (2007).  Além disso, a abordagem sobre solidão aparece como um tema transversal em estudos como o de Angerami-Camon (1999), ao abordar sobre a questão do suicídio afirmando esse autor que a solidão está tão distante das nossas reflexões, tornando-se apenas realidade quando da experiência, vivência e emoção desesperadora. A solidão por si abarca todas as contradições que envolvem a conceituação dos fenômenos humanos. Como resultado foi constatado que o consumo de álcool é um dos fatores que podem ensejar a solidão e que este hábito vem crescendo entre mulheres com possíveis implicações nas relações sociais.

Palavras-chave: Álcool, Solidão, Mulheres, Saúde Mental.

Continue lendo: Uma Reflexão sobre Solidão e sua Relação com o Consumo de Álcool por Mulheres no Brasil

                   
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Resumo: O alvo para a pesquisa foi o Centro de Atenção Psicossocial para tratamento de usuários de álcool e outras drogas (CAPS ad) na Zona norte de Natal/RN, pois trabalha com a produção do cuidado em liberdade, objetivou-se a analisar a implicação do usuário no seu tratamento. Com base em experiências vividas em estágio extracurricular no CAPS Ad Norte e no CAPSi, surgiu à ideia de ser feita uma pesquisa com os usuários de crack no CAPS Ad Norte no município de Natal. O crack foi escolhido para ser o foco desse estudo, por causa da disseminação e destruição causada no seu usuário, assim como a sua evidência na sociedade. Como metodologia utilizou-se a abordagem qualitativa através de entrevista semiestruturada, onde foram entrevistados quatro usuários, assim como participação/observação e registros do grupo terapêutico durante os meses de junho a agosto de 2012. De acordo com os resultados buscou-se analisar a implicação do usuário em suas reflexões feitas em grupo e individuais durante as entrevistas realizadas. Os dados resultaram em categorias temáticas: comunidade terapêutica – CAPS – grupo terapêutico - estratégias de cuidado de si – relação e representação dos usuários com a droga – liberdade. Percebeu-se a implicação do usuário em seu tratamento através de estratégias de cuidado consigo, utilizadas pelos mesmos, nesse sentido nota-se o trabalho realizado em função da redução de danos.  A realização do grupo terapêutico como novo dispositivo da reforma psiquiátrica vem facilitar a reinserção e promover estratégias para melhora do estado biopsicossocial dos usuários.

Palavras chaves: Centro de Atenção Psicossocial, Implicação, Cuidado de si, Reforma Psiquiátrica.

Continue lendo: A Implicação do Usuário de Crack com o Tratamento no CAPS AD Norte em Natal-RN

                   
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Vivemos na era da ansiedade, nunca se ouviu falar tanto dela. É bem provável que você conheça alguém que sofra ou já sofreu com seus sintomas. A ansiedade é uma reação normal do organismo a estímulos que são percebidos como perigosos. Reações emocionais e fisiológicas como medo, palpitação, sudorese, calafrios entre outros são comuns quando estamos ansiosos, a questão é: quando essas sensações ultrapassam a normalidade e se tornam patológicas?

Continue lendo: Ansiedade: quando se torna Patológico?

                   
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Resumo: A infância e a adolescência tal como a conhecemos hoje são uma produção muito recente, até o século XVI acreditava-se que se tratava de um mini-adulto e estes participavam “sem problemas” do universo adulto. Sabe-se que só surgiu na sociedade moderna, pós-industrial, engendrando discursos de cuidados, desde a mais tenra infância como apregoado no Brasil pela Liga Brasileira de Higiene Mental no Rio de Janeiro, sob uma ótica biologicista, médico-pedagógica. Hoje a visão é mais ampla, mas os dados em saúde mental na área da infância e adolescência revelam que uma prevalência de transtornos mentais entre crianças e adolescentes gira em torno de 10 a 15% podendo chegar até 21% se considerada a população de jovens com mais idade. Dessa maneira novas propostas como a desinstitucionalização tem se colocado como formas de enfrentar a questão, articuladas aos novos dispositivos em saúde mental na infância e adolescência levando em consideração a emergência do sujeito, apagado em meio de tantos discursos sobre o humano, principalmente as crianças e adolescentes, com papel fundamental na manutenção da esperança para esses sujeitos que também sofrem.

Palavras-chave: Infância, Adolescência, Saúde mental.

Continue lendo: O Surgimento Recente da Infância e Adolescência e Atuais Políticas de Saúde Mental no Brasil

                   
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Resumo: A adolescência é um período delimitado por transformações que podem acarretar grandes dificuldades de adaptação e conflitos que veem acompanhados de problemas emocionais. O presente artigo teve como objetivo estudar as variáveis sexo, idade e motivação nas tentativas de autoextermínio de adolescentes de 10 a 18 anos, acolhidos no CAPSi de Itabira-MG, no período entre janeiro de 2010 e abril de 2011. Os resultados alcançados comprovaram que houve maior prevalência em adolescentes do sexo feminino, sendo a idade mais atingida dezesseis anos. No quesito motivação, o índice mais alto deveu-se a ambiente familiar conflituoso. Os resultados alertam para a necessidade de desenvolvimento e implementação de políticas públicas preventivas, no sentido de dedicar maior atenção a esses jovens, assistindo-os dentro de seu contexto socioambiental.

Palavras-chave: Tentativa de Autoextermínio, Adolescente, CAPSi, Cidade de Itabira, Minas Gerais.

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Resumo: A saúde mental do professor de ensino fundamental da rede pública representa um grave problema nos tempos atuais. Sem saúde o professor não realiza seu trabalho com louvor e prejudica o ensino e aprendizagem dos alunos perdendo assim o sentido da profissão. Esse estudo trata-se de uma pesquisa bibliográfica em que procuramos apresentar os aspectos referentes à constituição e formação dos professores. Identificar fatores produzidos pela escola que leva o fracasso do professor. Explicitar o conceito de saúde mental e o adoecimento do professor. Investigar o papel do psicólogo junto ao professor, ressaltando a importância do papel do psicólogo frente às demandas do professor como da escola uma vez que o profissional possui ferramentas e age como facilitador entre docentes e escola atuando na saúde mental. Ressalta-se que há poucas referências teóricas a cerca da atuação do psicólogo escolar trabalhando a saúde mental do professor. Portanto foi possível observar que a escola que investe em saúde mental e em qualidade de vida de seus docentes produz profissionais motivados e sadios.

Palavras-chave: Escola; Papel do Psicólogo; Professor; Saúde Mental.

Continue lendo: A Saúde Mental do Professor de Ensino Fundamental da Rede Pública

                   
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1. Introdução

A presente pesquisa está vinculada ao Laboratório de Pesquisa em Saúde Mental (LAPSAM) da Universidade Federal de São João Del-Rei (UFSJ) na linha de Saúde Mental e trabalho. O objetivo deste estudo foi buscar um entendimento das repercussões do trabalho dos profissionais de saúde mental, assim como identificar as dificuldades práticas encontradas para a realização de suas atividades. Para tal procedimento, foram utilizadas duas escalas de avaliação: a Escala de avaliação da satisfação da equipe de profissionais em serviços de saúde mental (SATIS-BR) e a Escala de avaliação do impacto do trabalho em serviços de saúde mental (IMPACTO-BR) - forma abreviada, além de um questionário de dados sócio-demográficos, com o intuito de avaliar a satisfação com o trabalho e a sobrecarga destes profissionais em relação aos serviços.

Continue lendo: Avaliação da Qualidade de um Serviço de Saúde Mental na Perspectiva do Trabalhador: Satisfação, Sobrecarga e Condições de Trabalho dos...

                   
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Resumo: Os programas terapêuticos das Comunidades Terapêuticas (CTs) para pessoas abusadoras/dependentes em substâncias psicoativas definem o processo de trabalho nesta área. Porém, não existe normativa ou lei que defina um modelo para os programas e, além disso, cresce o número de críticas a respeito dessas práticas que em muitos casos são contrárias aos direitos humanos. Faz-se necessário o aperfeiçoamento destes programas dentro do que a literatura sobre o tema destaca como pertinente e coerente com princípios de saúde, direitos e cidadania. Neste sentido, realizou-se revisão literária e quanto às resoluções que demonstram quais parâmetros podem ser estabelecidos para o trabalho na área de dependência química na modalidade de internação. Após constatar exemplos que como o treinamento em habilidades sociais, técnicas cognitivo-comportamentais, princípios legais e históricos em comunidades terapêuticas e as abordagens familiares, foi possível apontar práticas que devem constar em programas terapêuticos e outras que precisam ser extintas no tratamento para dependência química.

Palavras-Chave: Programa Terapêutico. Comunidade Terapêutica. Dependência Química.

Continue lendo: Programa Terapêutico: princípios norteadores para comunidades terapêuticas que trabalham com abusadores e/ou dependentes em substâncias...