Neuropsicologia

                   
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Resumo: O transtorno de humor bipolar (TB) é uma condição psiquiátrica que acarreta grandes prejuízos tanto na vida do paciente como de suas famílias, devido à flutuação do humor, que varia entre fases de mania, hipomania e depressão. A prevalência do TB situa-se em torno de 1,6% da população e seu diagnóstico correto leva em torno de 8 a 9 anos para ser estabelecido, devido à dificuldade em identificar os sintomas que aparecem gradualmente. A neuropsicologia, ciência que investiga a expressão comportamental das disfunções cerebrais, vem contribuindo de modo significativo tanto na compreensão da fisiopatologia da doença quanto na identificação de perfis neuropsicológicos distintos nas diferentes fases da doença. Estudos neuropsicológicos revelam que vários domínios cognitivos mostram-se afetados no TB, alguns persistindo mesmo após a remissão dos sintomas. Nesse sentido, o presente artigo objetiva realizar uma revisão não sistemática da literatura atual sobre o TB, ressaltando o papel da neuropsicologia em identificar as disfunções cognitivas presentes no TB e de que modo interferem na adaptação psicossocial desses indivíduos. A pesquisa foi realizada no período de janeiro à maio de 2013, através dos descritores Cognição, Diagnóstico, Neuropsicologia, Transtorno Bipolar e avaliação.

Palavras-chave: Cognição, Diagnóstico, Neuropsicologia, Transtorno Bipolar, Avaliação.

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Resumo: O presente artigo intitulado: As bases biológicas do medo: uma revisão sistemática da literatura tem o intuito de analisar os processos biológicos sistematizados no âmbito do sistema límbico, discutido e analisado pela Fisiologia Humana, tendo em vista a constituição sensitiva da emoção, tal como o medo. Tem-se como objetivo realizar um levantamento bibliográfico sobre as bases biológicas do medo, levando em consideração seus aspectos anatômicos, fisiológicos e neurobiológicos. A presente pesquisa é do tipo qualitativa, descritiva e exploratória. Os procedimentos utilizados para a realização desta pesquisa, consistiu da análise de artigos publicados nas bases de dados Scientific Eletronic Library Online(SciELO), na Biblioteca Virtual em Saúde (BVS) e na The Cochrane Library, bem como em livros, dissertações e teses. A análise dos dados se deu a partir de reflexões críticas sobre o material obtido e elaboração de sínteses correlatas ao tema. Em relação às bases biológicas, o medo é classificado, nesta revisão sistemática, como um estado emocional que pode apresentar vertentes como: ansiedade, apreensão, nervosismo, preocupação, consternação, cautela, escrúpulo, inquietação, pavor, susto e terror e como psicopatologia, se caracteriza ainda como fobia e o pânico. Neste sentido, pode-se concluir que a Psicologia tem ganhado cada vez mais espaço nos estudos sobre as bases biológicas do medo na medida em que busca contribuir com espaços investigativos para o desvendamento da mesma, porém, por motivos de estudos reduzidos na área da Psicologia, ainda nos limitamos ao desenvolvimento da Fisiologia, Neurologia e a crescente evolução dos estudos psicofisiológicos, para, assim, discutirmos significativamente na condução de uma etiologia mais específica, possibilidades de intervenções em casos específicos e prevenção de ocorrências.

Palavras-Chave: Medo, Psicofisiologia, Fisiologia do Medo.

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Resumo: No presente artigo contemplaremos a reabilitação neuropsicológica em lesão cerebral, buscando conhecer quais mecanismos podem ser utilizados em função da restituição cerebral do indivíduo. O cérebro é um órgão dinâmico que se acomoda diariamente a novas informações e instruções que lhe chegam constantemente e em virtudes dessas características torna-se possível a reabilitação cerebral. Nosso objetivo é discutir sobre os mecanismos envolvidos no processo de reabilitação e Identificar aspectos considerados importantes nesse processo. Para a obtenção desses dados foram feitas pesquisas por meio bibliográficos e eletrônicos. A percepção desses pacientes a partir de um conjunto, abrangendo toda a diversidade do ser, é fundamental para a neurologia, neuropsicológica e para a psicologia, para que dessa forma às necessidades sejam atendidas e reorganizadas e esse paciente retome sua vida fazendo ou buscando fazer suas atividades triviais novamente.

Palavras-Chave: neuro-psicológia, Lesão cerebral, Reabilitação neuropsicológica, Neuropsicologia.

Continue lendo: Reabilitação Neuropsicológica em Lesão Cerebral Adquirida

                   
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Resumo: Atualmente, um campo da psicologia que vem ganhando destaque envolve as atividades realizadas por “cuidadores”, que são pessoas que assumem a responsabilidade de cuidar de idosos ou portadores de necessidades especiais, podendo este tipo de trabalho ser voluntário, envolvendo ou não membros da própria família. Este presente estudo origina-se de uma pesquisa realizada com cuidadores de idosos familiares. O objetivo da presente pesquisa é apurar as principais dificuldades e causas de stress da profissão. Para tanto, utilizou-se a entrevista aberta com trinta profissionais, como instrumento para a coleta dos dados. Os resultados revelaram que a falta de compreensão das alterações, tanto orgânica quanto psicológica, sofridas pelo idoso fazem surgir um ambiente de estresse. Alguns dos cuidadores preferem se capacitar para estar trabalhando com idosos, pois podem estar os socorrendo em eventuais imprevistos enquanto que outros acham complicados demais, pois a ausência da família causa tristeza nos idosos. Nesse sentido, conclui-se que esses profissionais, desde que devidamente qualificados, são fundamentais na tarefa de proporcionar um envelhecimento mais saudável, pois durante o processo de envelhecimento os idosos necessitam da atenção dos familiares por perto e a maioria dos idosos experimenta alguma fragilidade nessa fase da vida, vindo a precisar de ajuda.

Palavras-chave: Cuidadores, envelhecimento, dificuldade.

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Resumo: O conceito de plasticidade não é único, embora seja antigo na literatura científica, não existe teoria unificadora dos fenômenos neuroplásticos, as abordagens experimentais são múltiplas e os resultados muitas vezes conflitantes. Pode-se considerá-la como a tendência do sistema nervoso a ajustar-se perante influências ambientais durante o desenvolvimento, e estabelecer ou restaurar funções desorganizadas por condições patológicas ou experimentais.
Palavras-Chave: conceito, plasticidade, neuroplásticos, sistema nervoso, desenvolvimento, patológicas e experimentais.

Existem hoje em dia vários conceitos sobre a definição de neuroplasticidade humana, desta forma, percebe-se o vínculo dos fenômenos plásticos com o desenvolvimento ontogenético do sistema nervoso, assim como a capacidade de resposta compensatória frente a lesões e outras influências externas; daí a neuroplasticidade poder ser encarada sob vários ângulos, dependendo tanto da abordagem experimental que se fizer, como de cada modo concreto de existência e expressão funcional do sistema nervoso.

Continue lendo: Neuroplasticidade Humana

                   
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Resumo: Este trabalho teve como objetivo fazer uma pesquisa bibliográfica sobre a relação neuropsicológica mãe-bebê na depressão pós-parto. Considerando que, apesar de ser um assunto muito abordado, pouco tem sido desenvolvido em termos de construção teórica sobre a relação mãe-bebê. Utilizamos a pesquisa bibliográfica, devido ao seu caráter exploratório que nos favoreceu compreender o fenômeno na sua complexidade e suas peculiaridades em relevância ao tema. Concluímos que fatores biológicos, obstétricos, psicológicos e sociais podem contribuir para a precipitação do quadro de depressão pós-parto que, por vezes, tem uma apresentação atípica, na medida em que a tristeza e a angústia da mãe tendem a ser minimizadas diante dos cuidados intensivos dispensados ao bebê.
Palavra-chave: Depressão pós-parto; neuropsicologia; relação mãe-bebê.

Continue lendo: A Relação Neuropsicológica Mãe-Bebê na Depressão Pós-Parto

                   
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Há um grande questionamento sobre a percepção que temos do mundo: O mundo existe por que percebemos ou percebemos o mundo que existe? Os neurocientistas acreditam que percebemos apenas uma parte do mundo ao nosso redor e que seria impossível captarmos todos os eventos existentes e que acontecem ao mesmo tempo.

Cada pessoa percebe o mundo ao seu redor de maneira diferente. Isso se dá porque além dos neurônios serem ligeiramente diferentes, nosso genoma é distinto e nós somos submetidos a diferentes experiências. A experiência prévia é importante para a acuidade de nossos sentidos. A mesma pessoa pode ter diferentes percepções de uma mesma coisa, dependendo de seu estado fisiológico (pessoas que fazem uso de álcool ou drogas) e psicológico (pessoas que estão em estado depressivo, maníaco, psicose entre outros).

Continue lendo: A Sensação, a Percepção e as Desordens da Percepção

                   
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Observemos no discurso dos familiares que a maior dificuldade enfrentada por eles é, inicialmente, a aceitação da doença. Após aceitá-la, as pessoas envolvidas com o portador conseguem compreender melhor a complexidade da doença, os sintomas associados e ter uma participação mais efetiva no cuidado com o doente. Além disso, aceitar que seu ente querido possui uma doença evolutiva e sem cura, pode favorecer uma maior aproximação efetiva entre o cuidador direto e p portador, o mesmo ocorrendo com outros familiares. A busca pelo apoio dos profissionais da área de saúde e o encontro com pessoas que enfrentam a mesma situação possibilita receber a orientação necessária em cada etapa da Doença de Alzheimer, compartilhar a dor e o sofrimento. Este apoio pode ser encontrado na própria comunidade (religião, amigos, vizinhos, etc.) e através dos grupos de apoio psicológicos.

Continue lendo: Os Benefícios Adquiridos por Cuidadores/Familiares que Conseguem Compreender e Aceitar a Doença de Alzheimer