4.5                     Avalie este Artigo:

1. Violência contra o Negro

1.1 Histórico

Resgatando o histórico referente ao racismo e a violência contra o negro, iniciamos abordando sobre os primeiros contatos entre conquistadores portugueses e africanos, no século XV, onde é considerado que não houve atritos de origem racial. Os e outros povos da África entraram em acordos comerciais com os europeus, que incluíam o comércio de escravos que, naquela época, era uma forma aceite de aumentar o número de trabalhadores numa sociedade e não uma questão racial. No entanto, quando os europeus, no século XIX, começaram a colonizar o continente negro e as Américas, encontraram justificações para impor aos povos colonizados as suas leis e formas de viver. Uma dessas justificações foi a ideia errônea de que os negros e os índios eram "raças" inferiores e passaram a aplicar a discriminação com base racial nas suas colônias, para assegurar determinados "direitos" aos colonos europeus. Aqueles que não se submetiam era aplicado o genocídio, que exacerbava os sentimentos racistas.

Leia mais:Violência Contra o Negro (Racismo)

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Resumo: Este trabalho objetivou identificar características afetivas de um ex morador de rua e sua família atual. Pode-se constatar um encontro transformador entre a convivência com a criminalidade, exclusão, abandono, vícios e uma nova configuração de sentido de vida. Encontramos o ex morador de rua instalado e acolhido junto a uma família, a qual lhe deu a possibilidade de um possível restabelecimento como indivíduo, o sentimento de confiança deteriorado quando na situação de morador de rua, hoje ele saiu dessa estrutura e possui e vivencia uma referência que inclui um circulo de relacionamentos que proporcionando ao mesmo, um lugar reconhecido e aceito na sociedade. O afeto como um sentimento associado a resiliência [1] e a conteúdos representativos na vida, são outras conquistas constatadas nesta pesquisa em função dele ter hoje uma família. Ele era parte de um mundo portador de prerrogativas sociais em sua grande maioria de cunho negativo e hoje possui uma nova perspectiva de vida.

Palavras-chave: afetividade, morador de rua, resiliência

Leia mais:A Relação de Afeto de um Ex-Morador de Rua e Sua Familia Atual

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Para Rodrigues (apud Bock, 2001), a psicologia social (P. S.) é “o estudo das manifestações comportamentais, suscitadas pela interação de uma pessoa com outras pessoas, ou pela mera expectativa da interação”. O que se pode inferir a respeito, é que a psicologia social se refere, em linhas gerias, ao estudo das interações sociais, mas devemos nos atentar para o fato, de que a psicologia em si, é construída a partir das interações do individuo.

Partimos então do preceito de que toda a psicologia é social a partir do momento que percebe o ser humano como um todo, sem reduzi-lo as suas patologias, seu desenvolvimento, suas especificidades. Com isso não se busca negar que a psicologia social, tem suas especificidades, ela continua preocupada com as interações e relações sociais e grupais, mas ela percebe que o ser humano é ser reflexivo na história, pois ao mesmo tempo em que é modificado por ela, também a modifica.

Leia mais:Psicologia Social: um Compromisso Social

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1. Introdução

Muitas mulheres sofrem violência doméstica, não conseguem afastar de seus parceiros e após sofrerem as violências podem apresentar como consequências psicológicas diversos sinais ou sintomas como, por exemplo: estresse pós-traumático, destruição da autoestima, apatia, depressão, ansiedade, distúrbios sexuais, distúrbios do sono, pânico, abuso na ingestão de substâncias, ansiedade generalizada, fobia, comportamento antissocial dentre outras.

Leia mais:Mulheres Vítimas de Violência Doméstica e a sua Dependência para com os Agressores

4.4285714285714                     Avalie este Artigo:

1. Introdução

Trabalho realizado em empresa de coleta de resíduos numa cidade de porte médio no norte do Rio Grande do Sul.  Realizado no período de março a junho de 2012. Acompanhamos o dia-a-dia dos garis, que vivem invisíveis perante a sociedade, e embora tenham um trabalho honesto e digno, passam despercebidos, como se fossem apenas sombras, pessoas excluídas e invisíveis, eles que nos prestam um inestimável serviço e que são imprescindíveis para a limpeza e conservação dos espaços públicos, como ruas, praças, etc.

Leia mais:O Dia-a-Dia de Quem Limpa a Sujeira da Sociedade: Orgulho ou Vergonha?

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Resumo: Alinha-se nessa pesquisa uma proposta de conhecer como ocorre a violência e a resiliência em crianças vítimas de abuso sexual intrafamiliar e correlacionar com o após, a atuação e o papel do psicólogo para a construção de uma qualidade de vida assim como, analisar e desmistificar o ambiente familiar que ficou cristalizado e suas representações desfalcadas. Esse estudo apresenta um mapeamento de fatores de risco e proteção visando a compreensão real do caso bem como a condução de intervenções necessárias. Tal revisão de literatura deu subsídios para um estudo com o objetivo de prevenir e promover saúde pública frente à violência sexual com crianças no processo intrafamiliar favorecendo a resiliência. Conclui-se um trabalho de ordem preventiva que envolve ações educativas e que implica também uma psicoprofilaxia, uma atitude clínica, um trabalho integrado que possa envolver atendimento a vítima, o encaminhamento do processo e o fortalecimento de apoio às famílias.

Palavras chaves: abuso sexual intrafamiliar, fatores de risco e proteção, ambiente familiar e representações, o papel do psicólogo e resiliência.

Leia mais:A Resiliência em Crianças Vitimas de Abuso Sexual no Processo Intrafamiliar

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Resumo: Este trabalho apresenta elementos voltados para discutir a transformação da gestão social da população, pautada na mudança de comportamentos da sociedade globalizada, e visa aprimorar as normas de condutas que facilitem a vida em comum do ser humano, questionando o profissional de Psicologia quanto à sua atuação e inserção dentro deste contexto e buscando entender o seu posicionamento claro e real sobre a transformação da sociedade, da influência do regime neoliberal e capitalista no comportamento do ser humano, da mudança da condição de vida, do comprometimento com as comunidades menos favorecidas, da deturpação dos valores morais diante do ser humano, da antecipação da competição de mercado ao indivíduo causando também exclusão social, das políticas sociais e do surgimento do Terceiro Setor como base para minimizar as desigualdades das comunidades.
Palavras-chave: Compromisso social. Sociedade globalizada. Políticas sociais. Terceiro Setor.

Leia mais:Compromisso Social do Psicólogo no Terceiro Setor

4.2727272727273                     Avalie este Artigo:

Resumo: Este artigo sugere uma reflexão teórica acerca do ideal de beleza masculina nas publicidades contemporâneas; conforme os teóricos Andrieu (2006), Jodelet (1982, 1984, 1986, 1994), Moscovici (1961/1976, 1978, 1982, 1990, 2003), Vala (1993), Durkheim (1986), as mudanças sociais ocorrem em meio a representações sociais, gerando uma consciência coletiva, em mecanismos de controle social, por sanções e recompensas. Bhaskar (1996), Rouanet (1996), Perrusi (1995), Alexander (1987) tratam dos mecanismos de controle social e do fenômeno do pensamento social, onde a imagem externa do corpo é uma aparente mediadora do lugar social. Ohana, Besis-Monino e Dannenmuller (1982), Althusser (1996), Gramsci (1978), Duveen (2003) e Moscovici (1961/1976, 1978, 1982, 1990, 2003) tratam da preocupação com o corpo masculino funcional, no sentido de preservar a saúde, manter o equilíbrio psíquico e a conservação da aparência estética, como forma de disciplina e de controle moral, na ideologia de regras de orientação e de conduta pela performance de atores sociais. Tavares e Brasileiro (2003), Theodor Adorno (1986), Serra e Santos (2003), Michel Foucault (1987, 1999), Gilbert Durand (1998), Kurz (2001), Camargo & Hoff (2002), Breen (1998) e Giddens (1998) falam sobre a mídia estipular modelos de beleza, no contexto empresarial,  que transforma o corpo masculino em mercadoria, dispositivo de poder do consumo, inserida na peça publicitária, perdendo a identidade de gênero, pela venda de padrões de beleza corporais. Por fim, Castro (2003), Iuri Lotman (LUCID, 1980:213), Roland Barthes (1980), Jean Baudrillard (1985), Featherstone (1993, 1995) e Bourdieu (1988) tratam da distinção social e (re)definição de identidade contemporânea, pelo culto ao corpo, numa dimensão sígnica, cuja construção de estilos pelo consumo define o poder social, como resultante de coerções sociais, onde o corpo masculino é a objetivação representativa e reveladora das disposições e interações dos hábitos sociais.

Palavras-Chave: beleza masculina, publicidade contemporânea, representações;

Leia mais:Ideal de Beleza Masculina nas Publicidades Contemporâneas