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Psicologia Social

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Resumo: Neste artigo, procuramos dar subsídio com relações a alguns fatores que influenciam a aprendizagem humana, bem como apimentar os conteúdos sobre competência e ódio no trabalho. Desta forma, podemos perceber que os fatores que podem prejudicar a recuperação o mais importante é a interferência. Se associarmos diferentes itens a mesma lista, quando tentarmos usar esta lista para recuperar um dos itens os outros itens podem tentar tornar-se ativos e interferir na nossa recuperação. Procuramos também, dar subsídios teóricos a respeito da noção de competência, explicitando o conceito em seus vários níveis de compreensão, relacionando-o à estratégia e aos processos de aprendizagem organizacional.

Palavra-chave: Esquecimento, personalidade, ódio, competência.

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3.4347826086957                     Avalie este Artigo:

Resumo: Este artigo sugere uma reflexão teórica acerca da representação social e a reforma psiquiátrica; conforme os teóricos Pereira et al (1998), Foucault (1979, 1993, 2004), Marinoff (2001), Delgado (1991), Solomon (2002), Lougon (1993), Dalmolin (2000), Cordás (2002), Basaglia (1995) e Miller (1967), a exclusão e isolamento dos doentes mentais como crença do pensamento médico do adoecimento como patologia física irreversível gerou uma institucionalização e medicalização gerando violência institucional no modelo de avaliar os doentes mentais. Ribeiro (1999), Amarante (1998), Rocha (1994), Fernandes (1982), Silva (2003), Bandeira et al (1994), Barros (1996), Rotelli & Amarante (1992, 2003), Holmes (1997), Montero (1985),  Costa-Rosa (2000), Simon (1992), Goffman (1963), Link et al  (1999), Lauber et al (2004) e Corrigan e Gelb (2006) afirmam que a reinserção social do doente mental na comunidade depende de investimentos e de propostas de serviços alternativos e de desconstrução do conceito de “doença mental”, inclundo a remoção de estereótipos negativos da mídia. Andrieu (2006). Jodelet (1982, 1984, 1986, 1994), Moscovici (1978), Vala (1993), Perrusi (1995), Alexander (1987), Perrusi (1995) e Ohana, Besis-Monino e Dannenmuller (1982) falam das mudanças em meio a  representações sociais, que agrupam significados de pessoas que tentam entender o fenômeno psíquico, social,  formado por imagens e símbolos, cuja realidade é  produto e processo de interação e mudança social, envolvendo o corpo (imagem externa), visando prevenir a deterioração e manter o equilíbrio psíquico e a conservação da estética. Durkheim (1986), Moscovici (2010), Bower (1977), Dubar (1997), Bhaskar (1996), Rouanet (1996),  Beck (1999, 2000), Giddens (1994, 1997), Taborda (1996), Motta (2001), Maffesoli (1985) e  Marx (1963) postulam que as diferenças individuais envolvendo socialização e internalização de valores, originam mecanismos de controle social, nos critérios e formas de sanção e recompensa, onde o medo,  na crise da modernidade está relacionado ao risco de agressão e de exposição social, aonde se vive em constantes mutações  de atitudes emocionais. Charlot (2000), Sarti (1996), Chaves et al (2002), Oliveira & Bastos (2000), Cole M. e Cole S. (2004), Devries et al. (2004), Marturano (2002), Lipovetsky (1989), Wahl (2003) e Corrigan & Kleinlein (2005) tratam da essência do humano nas relações sociais, constituindo um filtro por meio do qual traduzem o mundo social, isto é, o conflito entre os valores antigos e o estabelecimento de novas relações, laços afetivos no fenômeno da “socialização”,  constituída pela diversidade de interações entre as pessoas, na busca de informações pelo processo de comunicação, combatendo  as falsas imagens sobre doenças mentais, apresentadas ao público, que criam barreiras para a inserção social dos doentes mentais. Wagner, Halpern & Bornholdt (1999), Piaget (1987), Szymanski (2001), Kreppner (2000), Berger e Luckmann (1985), Médici (1961), Petzold (1996), Kancyper (1999), Campos (2000), Weiner (2000), Exner (2003), Vygotsky (2001, 2003), Bom Sucesso (2000), Sisto (2002), Koga (1997), Quartilho (2001), Borges & Argolo (2002) e Melmam (2002), abordam sobre as mudanças por assimilação e acomodação de esquemas mentais diversificados, aonde a família exerce significativa influência no comportamento dos indivíduos que aprendem as diferentes formas de existir, de ver o mundo e construir suas relações sociais.

Palavras-chave: Representação Social, Reforma Psiquiátrica.

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3.6923076923077                     Avalie este Artigo:

Resumo: BRASIL. País de etnias, de interlocução de culturas, de extremos, de similaridades e de diversidades que formam um grande mosaico sociocultural. Durante a biografia do país, surgiram diversos questionamentos acerca do Brasil, sendo alvo de reflexão de inúmeros literários, antropólogos, sociólogos, psicólogos, historiadores, dentre outros. Porém, tais questionamentos tiveram sempre o intuito de compreender a uma mesma pergunta, que urge enquanto eixo de tal reflexão: Afinal, quem é o brasileiro? Tal questionamento se constitui enquanto uma pergunta histórica, que devido o seu caráter social, suportará sempre novos questionamentos, apresentando diferentes respostas ao longo do tempo. Assim, cada geração, ao formular esta interrogação, encontrará para ela uma resposta, de acordo com inúmeros fatores, subjetivos e socio-históricos, que se entrelaçam na cadeia vital do ser humano. Face ao exposto, esta pesquisa trata-se de Trabalho de Conclusão de Curso que objetivou investigar como o povo brasileiro constrói e manifesta identidades nacionais por meio das suas representações sociais acerca do que é “ser” brasileiro, tendo se buscado ainda: entender os conceitos de identidade nacional e representação social e a relação entre ambos; compreender de que maneira ocorre o discurso dos brasileiros acerca de suas identidades nacionais; compreender de que forma o brasileiro percebe sua nacionalidade; analisar de que forma as identidades nacionais podem estar presente nas formas de agir do cidadão brasileiro; identificar dados socio-históricos brasileiros na construção das identidades nacionais atuais. Para tanto, foi utilizado como metodologia o método Discurso do Sujeito Coletivo (DSC), sendo uma técnica quanti-qualitativa, que apresenta como fundamento a teoria da Representação Social e seus pressupostos psicosociológicos. Foram entrevistados 51 sujeitos de diferentes regiões do Brasil, sendo 14 da região norte (Belém-PA), 11 da região nordeste (Salvador-BA), 15 da região sudeste (Rio de Janeiro-RJ) e 11 da região sul (Porto Alegre-RS). A coleta de dados se deu a partir da realização de entrevista semi-estruturada, sendo o local da coleta as cidades acima descritas. Destacam-se como resultados que há a predominância do discurso do brasileiro enquanto povo alegre, receptivo e batalhador, que enfrenta o problema da corrupção de quem está no poder. Nessa perspectiva, a corrupção se apresenta aplicada ao outro, especialmente à figura dos governantes, não havendo implicação dos participantes enquanto potenciais agentes transformadores de sua realidade social. Tais discursos configuram as identidades nacionais contemporâneas, mas que estão permeadas por representações sociais de caráter histórico. Portanto, observa-se na maioria dos discursos, independente da região do participante, ideias seculares, construídas ao longo da biografia do país, acerca do que é ser brasileiro, como a alegria, a receptividade, o “jeitinho brasileiro” e a noção de diversidade étnico cultural. Conclui-se que as identidades nacionais estão suscetíveis a transformações no decorrer do tempo, sendo alteradas conforme os fatos sociais e mudanças de paradigmas. Assim, “ser” brasileiro remete à construção e reconstrução de identidades nacionais que serão atravessadas por representações sociais, que permeiam a manifestação de comportamentos, a transmissão de valores e o posicionamento individual frente à coletividade.   

Palavras-chave: Identidade nacional, Representações sociais, Brasil.

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3.8125                     Avalie este Artigo:

Resumo: Este trabalho tem como objetivo compreender quais os vínculos, contribuições e desafios da Psicologia com a população em situação de rua. O fenômeno considerado população em situação de rua (PSR) é denominado pelo Decreto nº 7.053, de 23 de dezembro de 2009, Parágrafo único – “Grupo populacional heterogêneo que possui em comum a pobreza extrema, os vínculos familiares interrompidos ou fragilizados e a inexistência de moradia convencional regular, e que utiliza os logradouros públicos e as áreas degradadas como espaço de moradia e de sustento, de forma temporária ou permanente, bem como as unidades de acolhimento para pernoite temporário ou como moradia provisória”. A idealização desta pesquisa documental, surgiu da necessidade de tentarmos responder: O que se tem feito a essas pessoas, sobretudo a psicologia. Observamos ainda que a (PSR), em nosso país, sofreu várias mudanças ao se entrecruzarem, dessa forma, percebemos a fragilidade dessas relações. O psicólogo precisará abandonar suas convicções morais e religiosas, olhar esse sujeito como ser humano e assim realizar a escuta psicológica eficiente com eles; deverá ocupar eticamente inúmeros espaços para inserir e integrar essa população, apoiando e aprimorando o sistema psicossocial existente, atuando sempre em defesa do sujeito e dos direitos humanos para o enfrentamento da violência física, psicológica e sexual contra essa população. O psicólogo (LANCELOTI, J.), afirma; “estabelecer vínculos é uma aprendizagem possível e uma dimensão humana que podemos desenvolver”. A inclusão de (PSR), nos projetos sociais e acesso ás redes de saúde públicas existentes, se faz necessário. para minimizar o sofrimento dessas pessoas nas ruas. Outro ponto importante; é a prática da Cultura de Paz, fazer valer a Justiça Restaurativa e ferramentas como a Mediação e Conciliação que é um instrumento de intervenção social para mudar a cultura punitiva. Baseamo-nos nas diretrizes apontadas, nos documentos de referência sobre o desenvolvimento mundial, artigos científicos, política nacionais, sociais, redes de saúde pública, projetos e ações. São pessoas que muitas vezes, não sairão das ruas, ainda assim, necessitam de cuidados. Dar-lhes atenção e atendê-los em suas necessidades singulares, é tratá-los com equidade. O método utilizado foi pesquisa documental; assemelha-se a pesquisa bibliográfica e ainda coloca a/o pesquisador/a em contato direto com o material em tratamento analítico e ainda podem ser reelaborados de acordo com os objetivos da pesquisa acerca do tema.

Palavras-chave: População em Situação de Rua, Moradores de Rua, Crianças e Adolescentes de rua, Psicologia e Justiça Restaurativa.

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3.3478260869565                     Avalie este Artigo:

Resumo: O presente trabalho tem como tema central o processo grupal um tema muito importante na Psicologia Social. Segundo o dicionário Aurélio grupo é um conjunto de pessoas ou de objetos reunidos num mesmo lugar, um conjunto de pessoas que apresentam o mesmo comportamento e a mesma atitude, e com um objetivo comum que condiciona a coesão de seus membros. Vários autores trabalharam com as perspectivas de grupo e nos deteremos as concepções de Kurt Lewin, Loureau, Lapassade, Calderón e Govia, Pichon- Riviere, Silvia Lane, Martin Baró e Freud.

Continue lendo: O Processo Grupal na Psicologia Social

3.1111111111111                     Avalie este Artigo:

Resumo: Escolheu-se a igreja como instituição a ser pesquisada, assim como o seu significado na vida das pessoas que a frequentam; quais as relações entre a religião, a moral, a cultura, a política, a sexualidade das pessoas e suas escolhas ao longo da vida. A igreja, tanto a católica como as outras linhas religiosas, possuem muitas normas, ou melhor, dogmas: os dogmas religiosos, os quais seus fiéis devem seguir obedientemente. Haveria, portanto, uma ligação bastante estreita entre a pertença religiosa e os comportamentos tanto sexuais, morais e culturais que se teria no curso da vida. Nossa pesquisa, através de observações participativas com o grupo de jovens já citado e através de questionário, contendo 27 questões e sendo respondidas de forma dissertativa, pôde chegar a algumas conclusões.

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3.78125                     Avalie este Artigo:

Resumo: Este estudo tem como objetivo compreender a temática: Polícia, policial e sociedade. Pautado em um trabalho qualitativo, com intuito de reconhecer as bases do modelo institucional da Polícia, posicionando esta como uma máquina de produção de saber, verdades e subjetividades. Relações cercadas por situações estressantes, riscos e violência, com consequências físicas e emocionais para todos os envolvidos. Para uma contribuição da Psicologia a essa área é fundamental entender de onde fala (Quem é essa Polícia?), quem fala (Quem é o policial?) e a quem fala (Polícia e Sociedade) em prol da construção de uma polícia cidadã baseada nos Direitos Humanos.

Palavras-chave: Polícia, policial, sociedade.

Continue lendo: Isso é Coisa de Polícia, Sim Senhor: Interface entre a Psicologia Policial e a Sociedade

3.7954545454545                     Avalie este Artigo:

Resumo: O presente trabalho teve como objetivos identificar e analisar os conteúdos e a estrutura da representação social do uso da maconha de estudantes de psicologia. A amostra foi constituída por 49 estudantes do segundo período de uma faculdade privada da cidade de Natal, de ambos os sexos e com idade entre 17 a 53 anos. A coleta de dados foi realizada por meio da técnica de evocação livre e foram submetidos à análise por categorias. O resultado mostrou que o significado da maconha para esses sujeitos é fortemente marcado por elementos negativos e reflete o posicionamento dos mesmos frente ao uso de maconha por meio de emoções e atitudes como sofrimento, medo e preconceito. Conclui-se que há a necessidade de mudança de atitude e amadurecimento frente ao tema proposto visando auxiliar na formação profissional desses estudantes e que subsidie suas futuras práticas junto aos usuários da droga e seus familiares.

Palavras-chave: Representações Sociais, estudantes, drogas, maconha.

Continue lendo: Representações Sociais de Estudantes de Psicologia Sobre o Uso de Maconha