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Esse artigo tem como objetivo propor uma reflexão sobre a importância de mantermos e/ou reinserirmos nossos idosos no mercado de trabalho. Nossa intenção é refletir e dialogar com as opiniões de alguns autores e entrevistados, que muito contribuíram para a realização desse trabalho. Esperamos ajudar a elucidar a importância de nos prepararmos para uma não tão distante realidade: a demanda de idosos querendo e precisando trabalhar e um mercado de trabalho com escassez de força de trabalho qualificada, onde a contribuição de idosos pode ser de grande relevância.

Durante este processo de reflexão sobre o trabalho, o idoso, e o sentido da aposentadoria para quem trabalha e para quem permanece fora do mercado de trabalho, utilizaremos como ‘pano de fundo’ as opiniões da Ingrid, aposentada, assistente social, que continua trabalhando; de Ângelo, funcionário público, aposentado há 12 anos, que atualmente não trabalha; e também de Alexandre Kalache, 67 anos, aposentado desde 2007 na OMS, médico e pesquisador em Saúde Pública, que estuda o envelhecimento há mais de 30 anos. [1]

Ângelo, 75 anos de idade, casado, completou o ensino médio, tem 3 filhos casados que não residem com ele, atualmente reside com a esposa e está aposentado há 12 anos. Quando perguntamos da sua profissão ele disse:

aposentado”.

Ingrid, 61 anos de idade, solteira, assistente social, pós-graduada, reside sozinha e não tem filhos, trabalha há 12 anos na mesma empresa, mesmo depois de aposentar (há 3 anos). Para ela:

o meu trabalho é a coisa mais importante na minha vida, pois me proporciona a possibilidade de continuar viva pessoal e profissionalmente”.

Perguntamos-nos se o trabalho tem realmente grande significado na vida das pessoas, independente da faixa etária? E para o idoso? Será que existem outros motivos para continuar trabalhando? Conforme Kubo e Gouvêa (2012) o trabalho tem sido visto não somente como forma de obter renda, mas também como atividade que proporciona realização pessoal, status social e possibilidade de estabelecer e manter contatos interpessoais, entre outros.

Para os estudiosos do envelhecimento a importância do trabalho na vida do idoso aposentado pode estar no fato dele entrar novamente no mercado, além de surgir novas possibilidades de interação e de participação da vida social, ou seja, sair das condições de isolamento a que se submetia e ter a oportunidade de convívio com pessoas de outras idades. O trabalho parece ter um significado muito forte na cultura brasileira, principalmente do ponto de vista social de integração e pertencimento. Na opinião de Alexandre Kalache:

existe uma nova transição: da vida adulta para uma velhice ativa, com redução do ângulo descendente da curva de declínio, essa transição eu chamo de gerontolescência”.

Ele afirma ainda, que é exatamente para essa fase que o idoso poderia se reinventar e se preparar para os próximos anos que virão:

“Porque não criarmos uma sociedade que todos possam tirar um ano sabático e se reinventar, protelando a aposentadoria talvez de 65 anos para 75? Pela adoção de mudanças na sociedade que alterem o formato do curso de vida, pela redistribuição das atividades de aprendizagem e trabalho ao longo de toda vida e pela criação de oportunidades que ofereçam qualidade de vida”.

E reforça que quanto mais cedo este começar a estimular o aprendizado e a interação, melhores serão os resultados com relação ao envelhecimento ativo. Concordamos com a importância de garantir os direitos de quem quer e muitas vezes precisa trabalhar, mas existem outros indícios importantes por termos e mantermos idosos no mercado de trabalho? Para Ingrid continuar trabalhando é:

necessidade, pois faço questão de auxiliar minha família financeiramente e ainda pretendo comprar meu imóvel”. O mesmo respondeu Ângelo: “é tudo, o sustento para quem não tem outra renda, só vivi em função do trabalho. Sempre gostei de trabalhar, mas a necessidade sempre falou mais alto, filhos para sustentar, nem sempre eu pude escolher os meus trabalhos.”

Destacamos a opinião de Ângelo a respeito do trabalho, pois parece significar o sustento para sobreviver. Formalmente no Estatuto do idoso (art. 3º), o trabalho, a cidadania e a dignidade são direitos dos idosos. O capítulo VI no artigo 28 reforça a importância do poder público em estimular programas que visem a:

“Profissionalização especializada para os idosos, aproveitando seus potenciais e habilidades para atividades regulares e remuneradas; preparação dos trabalhadores para a aposentadoria, por meio de estímulo a novos projetos sociais, conforme seus interesses, e de esclarecimento sobre os direitos sociais e de cidadania; estímulo às empresas privadas para admissão de idosos ao trabalho” (Estatuto do idoso, capítulo VI, artigo 28, 2003).

O Estatuto do Idoso garante legalmente o direito do idoso ao trabalho e mostra a importância de políticas públicas e privadas, mas observamos que existem poucas ações que promovam a reinserção do idoso ao mercado de trabalho, através de capacitação profissional, como também de sensibilizar o mercado para receber esse novo público. Ângelo mostrou em determinado momento da entrevista uma tendência a se reinserir no mercado de trabalho:

“Se oferecessem um salário digno voltaria a trabalhar. É claro que não vou querer ganhar o mesmo do que quem tem estudo, mas pelo menos sair de casa para ganhar um salário digno”.

Algumas empresas começaram a incluir idosos no quadro de funcionários; um índice muito pequeno em consideração ao número de empresas por porcentagem de funcionários com idade igual ou maior que 60 anos versus de outras idades. O gerente do pão de açúcar mostra a importância social de criar projetos de inclusão de idosos no mercado de trabalho.

“Ao todo, o Grupo Pão de Açúcar possui 1,7 mil profissionais com 60 anos ou mais trabalhando em suas quatro bandeiras, o que representa pouco mais de 1% da força de trabalho total. (...) na época em que foi instaurado o programa, a questão dos trabalhadores idosos ainda não era discutida em profundidade, mas que hoje em dia (...) obrigação moral das empresas contratarem esses profissionais.” (Nascimento, 2012).

Compreendemos que, para que os idosos permaneçam ou sejam reinseridos no mercado de trabalho, precisamos criar novas estratégias de capacitação e educação continuada. Alexandre Kalache relatou, em uma de suas entrevistas, o quanto é relevante aprender novas habilidades para continuar vivendo em sociedade. Na opinião dele é se reinventando, não só internamente, que o idoso mostra para sociedade que tem algo a dizer para contribuir:

É muito importante que a sociedade e as políticas sociais do país invistam nessas oportunidades, por que o próprio Brasil está mostrando nessa fase de crescimento econômico falta de mão de obra”.

Estudos sobre idosos e mercado de trabalho confirmam também que a maior participação de idosos no mercado de trabalho e a sua permanência trabalhando, nos últimos anos, é devido a suas qualificações.

“Trata-se de pessoas que aprenderam algo ao longo da vida e que agora estão sendo reaproveitadas porque o país está precisando” (diz Alexandre Kalache).

Por outro lado, do interior de São Paulo (São Carlos e Araraquara) veio a informação de aumento na contratação de profissionais idosos na região.

“...idosos estão ganhando espaço no mercado de trabalho. No ano passado, o número de empregados nessa faixa etária aumentou 11%. Esse crescimento vem ocorrendo nos últimos dez anos em todo o país, segundo pesquisa do Ministério do Trabalho. Em São Carlos (SP), o setor de serviços é o que mais contratou nos últimos três anos.” (site G1, 2012).

Conforme o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE, 2008), em 2050, a população infantil representará 15% da população total do Brasil e a população idosa ultrapassará os 22% da população total. Este aumento na expectativa de vida do brasileiro será algo muito impactante em diversos setores como a educação, cultura, mercado de trabalho, transporte público, saúde pública e privada, turismo e previdência social.

Como começar a nos preparar para mantermos e reinserirmos nossos idosos e até mesmo muitos de nós como força de trabalho? Isso ajudaria a garantir a sustentabilidade do mercado de trabalho.

"O Brasil ainda é um país com a maioria da população jovem, ainda temos elevado percentual de jovens no mercado de trabalho, mas temos que nos preparar para o envelhecimento da população, principalmente em relação à pressão sobre a Previdência. Entre as iniciativas válidas está a de apoiar a implementação de recursos com Previdência complementar. Precisamos pensar e criar mecanismos que tornem o sistema mais sustentável" (Bárbara Cobo, pesquisadora de indicadores sociais do IBGE, 2012).

Será que teremos condições econômicas para continuar fornecendo essa “ajuda”? Que “ajuda”? Para muitos idosos a Previdência acaba sendo apenas uma parte do valor que precisa para sobreviver; por isso, o que recebem é reconhecido como “ajuda”, além de ser o motivo que leva os idosos a permanecerem no mercado de trabalho, ou seja, a necessidade de ter uma renda maior para melhorar a qualidade de vida. Talvez esta seja a explicação de lermos e ouvirmos relatos de pessoas que se frustram com a aposentadoria “tão desejada”, e que logo após o alcance e formalização do processo junto a Previdência Social continuam a trabalhar para complementação de renda.

Para muitos é importante trabalhar. O trabalho além de ser um meio de garantir o sustento, é, culturalmente, uma forma do brasileiro cultivar o sentimento de pertença na sociedade. Ângelo sente falta de trabalhar:

“Sinceramente: sim. Sinto falta no final do dia da sensação de dever cumprido.”

Sensação de dever cumprido, Ângelo demonstra que encontra no trabalho algo além do sustento, como citado anteriormente, um dever social, trabalhar.

Pesquisas sobre o sentido do trabalho, realizadas por diversos estudiosos com gestores, alunos de cursos de especialização em São Paulo e Porto Alegre (Morin, Tonelli & Pliopas, 2003; Oliveira, Piccinini, Fontoura & Schweig, 2004; Tolfo & Piccinini, 2007), demonstraram que o trabalho continua a ser essencial na vida das pessoas e que estas buscam, ao mesmo tempo, utilidade para suas atividades dentro das organizações e também para a sociedade. Além disso, valores como variedade na natureza das tarefas, aprendizagem, autonomia e reconhecimento, bem como a função de garantir a sobrevivência e segurança, foram citados como fundamentais para que o trabalho tenha sentido.

Ao refletirmos sobre esses resultados, associando a questão do mercado de trabalho e o idoso, percebemos que além da necessidade do idoso se sentir inserido no mercado de trabalho, também existe uma iniciativa das mídias e das empresas no sentido de se incentivar a preparação do mercado para receber esse novo funcionário.

Considerações Finais

Em todas as entrevistas apresentadas, foram ressaltados os benefícios para o idoso aposentado que continua trabalhando e o motivo pelo qual muitas vezes os idosos querem, mas não estão atualmente no mercado de trabalho.

Durante a entrevista pudemos observar que Ingrid, demonstrou orgulho ao relatar que continua trabalhando e sente-se em plena forma para continuar em atividade. Outro ponto importante é o fato da mesma possuir planos para o futuro. Observamos que a entrevistada reconhece e valoriza sua importância para o mercado de trabalho, bem como a importância do mercado de trabalho em sua vida.

A definição de trabalho mostrou diferentes visões sob o ponto de vista de perfis diferentes de idosos, Ângelo, Ingrid e Kalache, pessoas com histórias de vida diferentes, mas que possuem uma percepção muito próxima sobre o significado do trabalho, ambos vêem o trabalho como uma forma de proporcionar ao homem a concretização dos seus sonhos, uma forma de desenvolver habilidades, atingir metas e objetivos de vida, algo que proporciona aprender a conviver com outras pessoas, uma forma de expressão muito significativa, em todos os aspectos da vida, enfim, uma forma de reinventar-se independente da idade que se tem.

Quando escolhemos este tema, percebíamos a necessidade de começarmos a falar sobre ações necessárias para uma demanda que deverá surgir nos próximos anos, mas não tínhamos idéia de tamanha angústia e quantidade de interrogações que surgiriam no decorrer do estudo.

Ângelo, por outro lado, iniciou a entrevista em uma postura de defesa, como se esperasse, talvez, uma crítica por não estar trabalhando, como se tivesse que justificar para ele mesmo o motivo de não trabalhar, ao expressar o cansaço gerado durante o grande período de trabalho e o desanimo pela falta de oportunidades.

Por que o trabalho tornou-se uma cobrança interna tão grande? Por que é tão difícil simplesmente viver com o que conquistou e só voltar a trabalhar caso precise e queira trabalhar?

As pesquisas sobre o tema apontam necessidades de ações urgentes, agora e futuras, devido ao aumento acelerado no crescimento dos idosos em nosso país; descrevem o baixo investimento do poder público e privado, em programas e/ou projetos que visem o estímulo de atender as demandas dos idosos de hoje e do futuro, previstos na Constituição Federal e no Estatuto do Idoso.

A necessidade da força de trabalho continuará existindo e as empresas não terão outra saída senão adequar-se para manterem seus empregados que estão envelhecendo e receber novos candidatos. Por isso, a importância de projetos que visem à integração entre jovens e idosos, de forma a criar uma nova cultura de somar forças em busca de um novo modelo de trabalho e superação torna-se tão urgente.

Sobre os Autores:

Lucineide Pereira da Silva - Assistente Social, graduada em Serviço Social pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo em 2009, cursando pós-graduação em Gerontologia, no COGEAE-PUC/SP. Atualmente atua como assistente social no Instituto de Medicina Física e Reabilitação IMREA HC FMUSP – Rede de Reabilitação Lucy Montoro, na área da saúde; atendimento em programa ambulatorial às pessoas com deficiência física ou com doenças potencialmente incapacitantes e/ou com mobilidade reduzida. Experiência em atendimento à população em situação de vulnerabilidade social, articulação com a rede socioassistencial, elaboração e execução de oficinas; entrevista e seleção de pessoal para encaminhamento ao mercado de trabalho. E-mail: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.

Solange Alves Silva Feitosa - Psicóloga clínica e organizacional, graduada em Psicologia em 2008, cursando pós-graduação em Gerontologia, no COGEAE-PUC/SP. Em 2009 foi parte da equipe interdisciplinar do Hospital das Clínicas de São Paulo, projeto oficina de Reabilitação Cognitiva Computadorizada com idosos com Doença de Alzheimer. Experiência de 6 anos em Psicologia Organizacional e do Trabalho. Ministrante de palestras e workshops sobre Orientação vocacional, Recursos Humanos, Psicologia e Qualidade de Vida e de treinamentos técnicos e comportamentais. Atualmente atua como psicóloga clínica e realiza orientação vocacional individualmente e em grupo com jovens e adultos. E-mail: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.

Referências:

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Comunicação Social. Sala de Imprensa. Fundação Instituto Brasileiro de Georgafia e Estatística (IBGE) – 2000. Perfil dos idosos responsáveis pelos domicílios. Disponível em: www.ibge.gov.br/home/presidencia/noticias/25072002pidoso.shtm‎. Acesso em: 08/05/2013.

COSTA, Silvia. Visão provocativa de Alexandre Kalache no TEDxUFRJ: Você vai viver 30 anos mais do que seus avós. E daí? . Palestra realizada por Kalache, Alexandre no evento TEDxUFRJ realizado no dia 18 de dezembro de 2012, no auditório da Coordenação do Programa de Pós-Graduação em Engenharia (COPPE), da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Disponível em: http://longeva-idade.blogspot.com.br/2012/12/visao-provocativa-de-alexandre-kalache.html. Acesso em: 01/06/2013

GENESTRETIE, Guilherme. Envelhecimento ativo não é só do ponto de vista físico, Entrevista com Kalache, Alexandre ao Jornal a Folha de São Paulo, publicada em Setembro de 2012. Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/saopaulo/1150118-envelhecimento-ativo-nao-e-so-do-ponto-de-vista-fisico-diz-medico.shtml. Acesso em: 01/05/2013.

Idosos aproveitam mercado aquecido para voltar ao trabalho. Publicado em 24/09/2012. Disponível em: http://g1.globo.com/sp/sao-carlos-regiao/noticia/2012/09/idosos-aproveitam-mercado-aquecido-para-voltar-ao-trabalho.html. Acesso em: 19/05//2013.

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