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Psicologia Hospitalar

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Resumo: Este trabalho teve como objetivo a busca pelo despertar de sentimentos através da música e do lúdico e a compreensão dos sentidos dados por pessoas hospitalizadas diante desse encontro. Foi realizada uma pesquisa de campo de cunho qualitativo descritivo exploratório, em uma perspectiva fenomenológica existencial, direcionada pelo olhar analítico de Dulce Critelli para que pudéssemos questionar ao fenômeno através de uma pergunta disparadora aquilo que queríamos saber sobre ele. No primeiro capítulo discorremos sobre a historicidade do hospital, as políticas públicas nacionais de saúde, a entrada e o papel da psicologia no hospital e as implicações do adoecimento e hospitalização para o paciente. O segundo e terceiro capítulos trazem a utilização histórica da música e a importância dos recursos lúdicos no contexto hospitalar. No quarto capítulo objetivamos discorrer sobre o olhar fenomenológico constituído por Husserl e ontologizado por Heidegger retomando a questão do ser.  No quinto e último capítulo nos dedicamos à expor nas entrevistas as implicações individuais dos encontros, que nos levaram a refletir sobre a atitude humanizada do profissional de psicologia diante da possibilidade de lançar mão desses e outros recursos, criando um novo espaço para a abertura e fortalecimento da relação. Entrevistamos sete pessoas, em uma clínica nefrológica de Pernambuco, acometidas pelo adoecimento dos rins, que se encontravam no momento da pesquisa diante da máquina dialisadora. Esses encontros nos proporcionaram experienciar a condição de ser si mesmo com o outro em um processo dialógico e autêntico que fez surgir do silêncio à fala poética aquilo da sua história que, antes velado, pôde ser desvelado, revelado, testemunhado, veracizado e autenticado.

Palavras-chave: Música, Ludicidade, Adoecimento, Fenomenologia, Ser-com.

Continue lendo: (M)e(U) (SI)lêncio (CA)ntará: Vivenciando Sentimentos e Sentidos com o Lúdico à Luz da Psicologia Hospitalar

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1.  Introdução

A hospitalização pode afetar o desenvolvimento da criança, interferindo na qualidade de vida e para lidar com essas situações, o lúdico tem funcionado como estratégia de enfrentamento. Por isso, o objetivo deste estudo é analisar a importância da ludoterapia nas crianças em condição hospitalar, bem como analisar a percepção da criança sobre o contexto hospitalar em relação ao aspecto emocional e verificar a influência dos jogos como fator benéfico para a recuperação da criança hospitalizada.

Continue lendo: A Criança Hospitalizada e a Ludoterapia como Fator Benéfico para o Tratamento


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Resumo: O objetivo desta pesquisa é verificar como o cuidador foi escolhido ou é escolhido por paciente com câncer, e como vivencia o ato de cuidar e as ameaças da pela e sobrecarga no cuidado paliativo. Participaram da pesquisa 18 familiares, sendo o processo de coleta, realizado através de entrevista semi-estruturada adaptada da escala de sobrecarga de Zarit. A análise foi qualitativa, e os resultados revelaram que 83% dos respondentes escolheram serem cuidadores. Verificamos que o ato de cuidar é vivenciado como gerador de mudanças que criam dificuldades e necessidades específicas. Além disso, viver ameaça da morte pelos cuidadores desenvolve sentimentos de perda e melancolia. Os resultados são compatíveis aos de outras pesquisas, surge então à necessidade de estabelecermos estratégias de intervenções constantes junto ao cuidador familiar, com objetivo de fomentar a qualidade de vida e da saúde na elaboração do transcurso do luto.

Palavras-chave: Estresse, Câncer, Cuidadores, Qualidade de vida, Morte.

Continue lendo: Escolhi ou Fui Escolhido? Cuidado Paliativo em Oncologia

3.3928571428571                     Avalie este Artigo:

1. Introdução

O presente trabalho apresenta que o serviço de saúde deve ter como eixo central a humanização e os aspectos subjetivos da condição humana, pois a interação dos conhecimentos técnico-científicos com os aspectos afetivos, sociais, culturais e éticos na relação entre o profissional e o paciente garante maior eficácia do serviço (BRASIL, 2004).

Continue lendo: Assistência de Enfermagem na Unidade de Terapia Intensiva Pediátrica

4.0833333333333                     Avalie este Artigo:

Resumo: O presente artigo resulta de um levantamento bibliográfico sobre as questões que norteiam o trabalho do psicólogo no âmbito hospitalar, e sobre que fatores sua intervenção está pautada. Para tal, serão apresentados os aspectos emocionais desencadeados pela descoberta da doença e a consequente internação hospitalar. Como forma de enfatizar esta questão, apresentar-se-á aspectos do suporte em Unidade de Tratamento Intensivo que vão além do quesito biológico e orgânico, evidenciando o intrincado convívio com sentimentos complexos e de difícil elaboração inerentes a este ambiente. Possibilitando assim, que se visualize qual grande é a demanda e a necessidade da intervenção psicológica.

Palavras-chave: Internação hospitalar, Aspectos emocionais, Intervenção psicológica.

Continue lendo: A Contribuição do Psicólogo no Âmbito Hospitalar e os Aspectos Emocionais da Unidade de Terapia Intensiva

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Resumo: O presente artigo aborda a atuação do Psicólogo Hospitalar diante da morte em Unidades de Terapia Intensiva. Teve-se como objetivo principal realizar o levantamento do conhecimento produzido na literatura científica acerca da importância da presença e das intervenções do Psicólogo Hospitalar diante das situações de iminência e ocorrência da morte nessa unidade hospitalar. Para o alcance desse objetivo foi realizado um levantamento da produção na base de dados BVS-Psi, referente ao período de 2002 a 2012, na qual foram acessadas as fontes de informaçãoLILACS e SCIELO. Pesquisou-se também na fonte eletrônica AMIB, em livros, dissertações e teses publicados entre o mesmo período. Nas buscas pelos artigos, as palavras-chave utilizadas nas fontes de dados foram: “morte na UTI”, “psicólogo hospitalar”, “profissionais de saúde”, “pacientes” e “familiares”, uma vez que elas apresentam relação com os objetivos da pesquisa.  O estudo torna-se relevante por mostrar que a iminência e a ocorrência da morte na UTI podem trazer consequências emocionais para aqueles que fazem parte desse espaço: pacientes, familiares e profissionais e diante disso, insere-se a importância das intervenções do Psicólogo com os referidos grupos. Os dados mostram que é importante que a graduação em Psicologia ofereça em seus currículos disciplinas que abordem mais o tema morte, para melhor preparar os profissionais a lidar e trabalhar com esse fenômeno no contexto de trabalho. Também evidenciam que ao trabalhar a morte em UTI, o psicólogo deve focar não apenas nos pacientes e familiares, mas também na equipe de saúde. Assim, espera-se que essa pesquisa contribua para uma maior reflexão sobre a prática do psicólogo hospitalar em UTI’s diante da morte, sobre a importância de serem realizadas intervenções psicológicas com profissionais de saúde e sobre a necessidade de as graduações em Psicologia abordarem mais o tema morte em seus currículos.

Palavras-Chave: Morte, UTI, Psicólogo Hospitalar, Atuação.

Continue lendo: A Atuação do Psicólogo Hospitalar Diante da Morte em Unidades de Terapia Intensiva

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Resumo: A criança ao ser internada no ambiente hospitalar – por quaisquer que sejam os motivos – irá responder a essa vivência de uma forma bastante particular. Medos, inquietações e conflitos podem ser ativados; e, a depender de como as pulsões inconscientes se deslocam e se representam pelas projeções fantasmáticas, isso poderá revelar a ansiedade da perda dos vínculos afetivos e objetais que foram estruturados de modo a corresponder desejos maternais não satisfeitos. A Ludoterapia, por enfatizar o brincar e propiciar uma produção de sentidos (linguagem) facilitadora para a criança fará com que ela possa expressar as angústias e os sentimentos. Noutras palavras, auxiliará a criança na elaboração e ao psicoterapeuta na identificação das demandas inconscientes.

Palavras-chave: Criança, Ambiente Hospitalar, Fantasma, Ludoterapia.

Continue lendo: A Criança no Ambiente Hospitalar: o Fantasma e a Elaboração pelo Brincar

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Resumo: Este artigo trata-se de uma revisão de literatura que buscou conhecer as repercussões psíquicas do adoecer com o câncer e como a Psicologia pode atuar frente às demandas de pacientes e familiares. A Psicologia hospitalar tem como valor principal a subjetividade do paciente, por vezes esquecida pela medicina. Para tanto, levou-se em consideração a evolução histórica do contexto hospitalar, a nova estrutura familiar e o aumento do número de casos da doença. Sendo assim, o resultado dessa pesquisa nos possibilita identificar as demandas de pacientes e seus familiares, buscando um cuidado mais humanizado, reposicionando o sujeito em relação a sua doença e mobilizando os indivíduos envolvidos com o tema.

Palavras-chave: Psicologia hospitalar, câncer, família, Psico-Oncologia.

Continue lendo: Oncologia e suas Interfaces com a Estrutura Familiar: o Papel da Psicologia na Assistência às Famílias e Pacientes com Câncer