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Resumo: O tema saúde apresenta sempre certa complexidade ao ser discutido, pois necessita de olhares diferentes e adequações sobre este conceito, mais é de suma importância debater propostas, intervenções ou práticas que vêm agregar este tema de bem comum. A Psicologia e o trabalho em equipe no contexto da saúde pública têm contribuído para uma prática de ação. E o presente artigo visa propor uma reflexão a partir de pesquisa bibliográfica e fundamentação teórica sobre o significado da atuação em equipe, buscando refletir a prática da Psicologia na área da saúde, levando em consideração todos os erros e acertos, possibilidades e impossibilidades, apontando uma nova perspectiva que contribua para uma atenção à saúde mais digna e humana, pautadas nos próprios princípios do SUS: equidade, integralidade e universalidade. O estudo permitiu conhecer e refletir sobre a dificuldade encontrada diante da realização do trabalho coletivo, integrado, comprometido em equipe na área da saúde.

Palavras-chave: Psicologia, Trabalho em equipe, Saúde pública.

Introdução

A saúde pública no Brasil tem se mostrado em uma situação grave, pois é de baixa qualidade, de muita quantidade (demanda de pessoas que precisam de atendimento) e ineficaz e quem paga o preço é a população. Atualmente os problemas de saúde pública são cada vez mais crescentes, recorrentes e preocupantes. Partindo da concepção de que saúde é um direito público e a população recorre cotidianamente a este serviço em situações de sofrimento e sabendo ainda que a atuação do psicólogo contempla diversas áreas como educação, segurança, lazer, trabalho, justiça, o social, e a própria saúde tendo como base os princípios do SUS mais especificamente a universalidade e a equidade é que surgiu o presente artigo visando propor uma reflexão sobre o tema “A psicologia e o trabalho em equipe no contexto saúde pública” a partir de pesquisa bibliográfica, pesquisa em artigos científicos e a internet.

O Sistema Único de Saúde

Pensar saúde pública é pensar em algo amplo e complexo e é praticamente impossível obter uma definição clara e objetiva, seu significado pode mudar com o governo que elabora programas que visem atender a demanda emergente, pode mudar de acordo com o período histórico, e de acordo com a própria sociedade em questão. Porém tem como objetivo principal o bem estar, o estudo e a solução de problemas referente à saúde da população, baseando nos princípios doutrinários e organizativos do SUS que são: a integralidade, a universalidade, a equidade, a hierarquização, a regionalização, a descentralização e a participação popular. Tomando Pereira (2003) como guia para esta definição:

Os princípios doutrinários dizem respeito às idéias filosóficas que permeiam a implantação do sistema e personificam o conceito ampliado de saúde. Os princípios organizativos orientam a forma como o sistema deve funcionar, tendo como eixo norteador os princípios doutrinários. (PEREIRA, 2003)

A universalidade segundo o Ministério da Saúde (2000) “é um direito de todos e é um dever do Poder Público a provisão de serviços e de ações que lhe garanta. Não quer dizer somente a garantia imediata de acesso às ações e aos serviços de saúde”, ou seja, é de fundamental importância que toda a população tenha direito a saúde como é definido pelo art. 196 da Constituição de 1988. Já a integralidade ainda segundo o Ministério da Saúde (2000) “é um dos mais preciosos em termos de demonstrar que a atenção à saúde deve levar em consideração as necessidades especificas de pessoas ou grupos” o que quer dizer que o Estado tem o dever de oferecer atendimento integral priorizando atividades preventivas e estabelecer um plano de ação que atue desde a prevenção a promoção efetiva da saúde como consta no art. 198, II da Constituição. Sobre a equidade o art. 5° da Constituição diz que todos somos iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, portanto a população em geral e de forma igualitária devem ter acesso a saúde, o Ministério da saúde (2000) nos fala que “ há uma sinergia e uma série de externalidades positivas geradas a partir da melhora das condições de saúde da população o que faz concluir que de fato a saúde é fundamental na busca de uma maior equidade”.

De acordo com o Ministério da Saúde há três formas de descentralização, cada uma com suas peculiaridades, entre elas estão; a transferência de recursos (repasse fundo a fundo), a remuneração de serviços produzidos e celebração de convênios e instrumentos similares na área da saúde. Dessa forma cria-se um diálogo entre a população local atendida e os gestores das políticas públicas. A hierarquização consolida ao modo que os gestores das políticas públicas assumem suas responsabilidades e/ou compromisso perante o SUS. “Isso é confirmado pela maciça adesão às formas de gestão trazidas pela NOB/96 [01], bem como ao PAB fixo e aos programas do PAB variável.” Com todo este movimento a população vem se mobilizando a participar e formar conselhos que definem os caminhos a serem seguidos pelo SUS, o que é percebido pelo Ministério da Saúde (2000) quando diz que:

Os conselheiros de saúde formam um exercito de pessoas representantes dos mais diversos setores da sociedade, atuantes na área da saúde. Há assim, o aumento e o constante aperfeiçoamento do controle e da participação social no âmbito do SUS. (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2000).

O Art. 200 da Constituição Federal de 1988 e dispositivos da Lei 8080/90 diz ainda que foram atribuídos ao SUS funções além das ações assistenciais, também as de vigilância epidemiológica e sanitária, saneamento básico, fiscalização de insumos, alimentos e água, proteção ao meio ambiente, formação de recursos humanos na área da saúde e desenvolvimento científico e tecnológico. Cabe-nos questionar se o Sistema Único de Saúde ainda está em fase de construção? Particularmente acredito que sim, através da prática diária de seus atores, gestores, profissionais de saúde e usuários. As falhas existem? Sim, principalmente pela dificuldade de compreensão de seu caráter substitutivo em relação ao modelo assistencialista hegemônico, com o qual ainda convive, por parte dos usuários e dos grupos interessados em manter tudo como está.

O Trabalho em Equipe

 O Programa Saúde da Família (PSF) foi implantado em 1994 pelo Ministério da Saúde tendo como objetivo reorganizar a prática da atenção à saúde em novas bases e substituir o modelo tradicional, levando a saúde para mais próximo da família e com isso melhorar a qualidade de vida da sociedade de um modo geral. Segundo o Ministério da Saúde são 87 milhões de pessoas aproximadamente atendidas pelo programa. As equipes contam com um médico, um enfermeiro, um auxiliar de enfermagem, um técnico de enfermagem e até doze agentes comunitários. Estes fazem o trabalho de atendimento básico, exames e consultas e o atendimento é prestado na unidade básica de saúde ou no domicílio, pelos profissionais. A estratégia do PSF prioriza as ações de prevenção, promoção e recuperação da saúde das pessoas, de forma integral e contínua e agora a ordem, com o modelo PSF, é a promoção da saúde e não mais o atendimento às pessoas doentes. Os frutos serão colhidos em breve, ou seja:

É entendida como uma estratégia de reorientação do modelo assistencial, operacionalizada mediante a implantação de equipes multiprofissionais em unidades básicas de saúde, as quais são responsáveis pelo acompanhamento de um número definido de famílias e atuam na promoção, prevenção e recuperação da saúde, na reabilitação de doenças e agravos mais freqüentes e na manutenção da saúde desta comunidade (BRASIL, 2003).

Essa estratégia de reorganização da atenção à saúde destaca que o trabalho em equipe serve como aparato direcional para reorganizar o processo de trabalho em saúde. Starfield citado por Peduzzi (2009) “aponta que, embora o ímpeto inicial para o trabalho em equipe tenha sido aumentar o potencial dos médicos da atenção primária, cuja oferta era baixa, outros imperativos agora estão à frente, pois o envelhecimento da população e o aumento das doenças que duram mais ou recorrem mais freqüentemente têm criado a necessidade de uma abordagem de atenção primária mais ampla e qualificada, o que sustenta o movimento em relação ao trabalho de equipe”. Portanto o trabalho em equipe desenvolve um grande papel e tem inúmeras funções como nos mostra Pinho (2006):

O trabalho em equipe surge assim como uma estratégia para redesenhar o trabalho, promover a qualidade dos serviços. Entre estes processos podemos citar o planejamento de serviços, o estabelecimento de prioridades, a redução da duplicação dos serviços de intervenções mais criativas, a redução de intervenções desnecessárias pela falta de comunicação entre os profissionais, a redução da rotatividade, resultando na redução de custos, com a possibilidade de aplicação e investimentos em outros processos. (Pinho, 2006)

Alguns autores relatam que o trabalho em equipe vem crescendo consideravelmente e todos ganham com os resultados obtidos, pois a prioridade é o bem comum de todos, relatam ainda que este trabalho pode ser interdisciplinar, multidisciplinar ou transdisciplinar. Segundo Bucher (2003); Lo Bianco, Bastos, Nunes & Silva (1994) citado por Tonetto e Gomes (2007), “a interação é interdisciplinar quando alguns especialistas discutem entre si a situação de um paciente sobre aspectos comuns a mais de uma especialidade. É multidisciplinar quando existem vários profissionais atendendo o mesmo paciente de maneira independente. É transdisciplinar quando as ações são definidas e planejadas em conjunto”.

Devido ao aparecimento de novas especialidades, as equipes contam hoje com o auxílio de diversos profissionais de campos emergentes entre eles a Psicologia. Para Romano (1999) “A crescente inserção da Psicologia em equipes de saúde é hoje um fato reconhecido e vem criando oportunidades de participar mais ativamente na definição de condutas e tratamentos”. No que se refere ao papel da psicologia neste âmbito, conforme Spink (2007) citada por Lara e Traesel (s/d) “o psicólogo nas ações em saúde pode desempenhar tarefas ligadas ao planejamento e gestão de trabalho, nas quais todos os profissionais devem estar envolvidos”, como por exemplo, o conhecimento das demandas da região, dos recursos públicos e comunitários que esta região dispõe e o trabalho integrado com o gestor para governar e aperfeiçoar o seu aproveitamento. Um dos pilares fundamentais da psicologia é o compromisso social e a construção de novas possibilidades de existência, através de novas práticas de saúde, sendo assim o psicólogo precisa compreender a relação saúde e subjetividade articulados à sua dimensão social.

Ainda segundo Dimenstein (2001) “os psicólogos necessitam incorporar uma nova concepção de prática profissional, associada ao processo de cidadanização, de construção de sujeitos com capacidade de ação e proposição”. Entretanto utilizo de Tonetto e Gomes (2007) quando diz que “há queixas entre psicólogos de que muitas das suas observações clínicas não são prontamente aceitas pelas equipes.” E com isso criam-se barreiras e discussões sobre qual seria a melhor maneira de atuação da psicologia no trabalho em equipe.

Psicologia versus Trabalho em Equipe

De acordo com Zannon (1994) o papel do psicólogo e da Psicologia na atenção e assistência à saúde dá-se “na integração do conhecimento psicológico e nas ações dos profissionais de saúde – desde a compreensão do processo saúde-doença, passando pelo planejamento do sistema de atenção e pelas intervenções na instituição de saúde e junto aos vários âmbitos do sistema, até a prestação de assistência psicológica a indivíduos e grupos usuários”. Dentro deste contexto Romano (1999) e Chiattone (2000) citado por Tonetto e Gomes (2007) nos alerta que uma primeira condição para o trabalho em equipe efetivo do psicólogo é a clareza de suas atribuições e das expectativas concernentes a sua especificidade. No caso de estarem esclarecidas as atribuições do psicólogo, espera-se que ele seja capaz de se mostrar competente o suficiente para que sua prática seja vista como necessária.

Marques (2007) citado por Leite et al., (2010) nos diz que “cada trabalho possui suas especificidades e diferenças técnicas que contribuem para sua divisão e conseqüente melhoria dos serviços prestados, à medida que a especialidade permite não só o aprimoramento do conhecimento em determinada área de atuação, bem como maior produção. Dessa forma, a proposta do trabalho em equipe é percebida como estratégia para enfrentar o intenso processo de especialização na área da saúde, que tende a aprofundar verticalmente o conhecimento e a intervenção em aspectos individualizados das necessidades de saúde, porém sem contemplar simultaneamente a articulação das ações e dos saberes”. Hoje podemos perceber que a dinâmica do trabalho em equipe no contexto da saúde não é mais tão focada na figura do médico e todos os membros da equipe tem ocupado seu lugar com eficiência. Os profissionais da saúde passam a compreender o homem como sujeito biopsicossocial, reconhecendo que “forças biológicas, psicológicas e sociais agem em conjunto para determinar a saúde e a vulnerabilidade do indivíduo à doença, ou seja, a saúde e a doença devem ser explicadas em relação a contextos múltiplos” diz Straub (2005).

A partir de uma Psicologia da Saúde, o psicólogo é capaz de agregar e compartilhar saberes em busca da visão integral do sujeito, auxiliando na mudança do foco - da doença para o indivíduo - focalizando prevenção e a promoção da saúde, para atingir qualidade de vida. Porém, é necessário resgatar as múltiplas dimensões de saúde e reformular a postura de intervenção profissional, além de incorporar outros saberes para compor a produção do cuidado com a saúde. É um trabalho complexo e requer do psicólogo o embasamento amplo de várias áreas de conhecimento, deve ser dinâmico e visar à intervenção de grupos, e não de sujeitos isolados, por isso é importante ressaltar a necessidade de maior qualificação dos psicólogos para o trabalho, principalmente no nível de atenção primária, a fim de que a Psicologia possa realmente contribuir para o trabalho das equipes de saúde pública. Segundo Paulin e Luzio (2009) “ainda existem obstáculos para a realização deste trabalho. Primeiramente, destaca-se a dificuldade que o psicólogo encontra de trabalhar com grupos, pois a clinica aprendida nos cursos universitários, ainda é uma clinica individual. Outro ponto é a falta de conhecimento acerca do grupo familiar, já que a prática com famílias não é muito usual entre psicólogos”.

Metodologia:

A metodologia utilizada para a elaboração deste artigo foi à pesquisa bibliográfica, a pesquisa documental e a pesquisa em materiais disponíveis na internet. A análise bibliográfica foi feita em livros e artigos científicos que abordam o tema aqui descrito. A análise documental foi feita através de pesquisa na internet e consultas na legislação do setor de saúde pública, também foram utilizadas informações que estão disponíveis nos sites do Ministério da Saúde.

Todo o material consultado para a elaboração deste artigo teve como objetivo contribuir teoricamente para eventuais estudos, pesquisas e informações para profissionais que pretendem atuar neste setor, além de obter créditos suficientes para aprovação de semestre letivo.

Discussão:

Atualmente é perceptível que o trabalho da Psicologia vem se consolidando em todas as áreas de atuação principalmente na área da saúde, o que se deve a uma melhor formação e qualificação do profissional psicólogo. Porém vale ressaltar que o trabalho em equipe deve funcionar como um grupo e deve existir uma inter-relação entre todos os membros e cada um deve saber das atribuições de todos. É um trabalho primordial que visa à humanização e promoção de vida de quem ali for atendido.

O único agravante é que grande maioria dos profissionais de saúde não reconhecem a contribuição que a psicologia oferece, e isto dificulta o trabalho. É preciso redefinir, readaptar este lócus de atuação e inserir de vez o psicólogo na equipe de saúde.

Considerações Finais:

Ainda segundo Tonetto e Gomes (2007) “os serviços de saúde contam hoje com um conjunto diversificado de profissionais em condições de oferecer atendimentos de altíssima qualidade”. Diz ainda que “apesar dos desafios, apresenta-se como uma forma promissora e irreversível de atendimento na área da saúde.” As equipes não estão presentes em todos os hospitais, mas mostra-se uma tendência que isso ocorra ao longo dos tempos, pois cada vez é mais comprovada a eficácia e eficiência, principalmente do trabalho interdisciplinar trazendo resultados imediatos, consistentes e benéficos aos pacientes, às famílias, à equipe como um todo e para a própria instituição hospitalar. Está comprovado que o trabalho que a psicologia vem desenvolvendo dentro das equipes tem crescido com toda eficiência e garantia. Além disso, considera-se importante salientar que a psicologia tem que abrir seu espaço de atuação com uma presença mais efetiva na saúde coletiva, inserindo-se em uma conjuntura interdisciplinar de intervenção, atuando no planejamento e na gestão e contribuindo para a reflexão das políticas e estratégias de ação em saúde.

Portanto, ainda que o psicólogo não faça parte da equipe mínima necessária, esse é sem dúvida um campo para sua atuação, sendo uma das muitas atividades que pode exercer. Conclui-se com isso, a responsabilidade desse profissional em mostrar aos demais profissionais da saúde e usuários suas potencialidades para agregar saberes e qualificar a prática dos serviços de atenção à saúde.

Por todos os motivos é que vale refletir sobre a inserção do psicólogo na saúde e o trabalho em equipe, antes de ser uma questão de disputa de mercado de trabalho, é uma questão de como e quando o psicólogo deve ser inserido nesse contexto. Cabe a nós todos enquanto estudantes, profissionais ou grupos tentar quebrar barreiras e demonstrar que a Psicologia, de fato, pode ser uma profissão de relevância social, desde que se repense algumas práticas.

Sobre o Autor:

Wesley Fernando Felício - Graduando em Psicologia pela Universidade do Estado de Minas Gerais na Fundação Educacional de Divinópolis

Referências:

Brasil. Lei n° 8080/90. Brasília: Diário Oficial da União, n. 182 p. 18055-9, 20 setembro 1990, seção I.

Brasil. Lei n° 8192/90. Brasília: Diário Oficial da União, p. 25694, 31 dezembro 1990, seção I.

Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria Executiva. Sistema Único de Saúde (SUS): princípios e conquistas / Ministério da Saúde, Secretaria Executiva – Brasília: Ministério Saúde, 2000.

Brasil. Constituição: República Federativa do Brasil – Brasília: Senado Federal, Centro Gráfico, 1988.

Brasil. Ministério da Saúde. Manual de assistência domiciliar na atenção primária à saúde. Brasília: Ministério da Saúde, 2003.

Dimenstein, Magda. O psicólogo e o compromisso social no contexto da saúde coletiva. Psicologia em Estudo, Maringá, v. 6, n. 2, p. 57-63, jul./dez. 2001.

Lara, M. P; Traesel, E. S. A psicologia e a saúde coletiva nas políticas de saúde mental – Relato de Estágio Especifico – UNIFRA, s/d. Disponível em < https://docs.google.com/viewer?a=v&q=cache:FEEuGA4m66IJ:www.abrapso.org.br/siteprincipal/images/Anais_XVENABRAPSO/> Acesso em 18 de dezembro de 2012.

Paulin, T; Luzio, C. A. A psicologia na saúde pública: desafios para a atuação e formação profissional. Revista de Psicologia da UNESP, 2009. Disponível em < https://docs.google.com/viewer?a=v&q=cache:C3SKsW5missJ:www2.assis.unesp.br/revpsico/index.php/revista/article/viewFile/138/170 > Acesso em 20 de dezembro de 2012.

Pereira, A.C. Odontologia em Saúde Coletiva. Porto Alegre: Artmed, 2003.

Romano, B. W. Princípios para a prática da psicologia clínica em hospitais. São Paulo: Casa do Psicólogo, 1999.

Straub, R. O. Psicologia da Saúde. Porto Alegre: Artmed, 2005.

Tonetto, A.M. ; Gomes, W. B. A prática do psicólogo hospitalar em equipe multidisciplinar. Estud. psicol. Campinas. 2007, vol.24, n.1, pp. 89-98. ISSN 0103-166X. Disponível em http://dx.doi.org/10.1590/S0103-166X2007000100010. Acesso em 17 de dezembro de 2012.

Zannon, C. M. L. C. Desafios à psicologia na instituição de saúde. Psicol. cienc. prof. 1993, vol.13, n.1-4, pp. 16-21. ISSN 1414-9893. Disponível em <http://dx.doi.org/10.1590/S1414-98931993000100004.> Acesso em 22 de dezembro de 2012.