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Introdução

A teoria dos sonhos proposta por Sigmund Freud em 1900 desperta cada vez mais interesse sobre esse mundo tão incompreensível, rico e cheio de sentimentos, que dá margem a muitas considerações, censuras e novas abordagens. O que antes, era interpretado como símbolos ou premonições agora é visto como particularidades de nosso inconsciente. Destaca-se ainda a importância dos sonhos na vida de qualquer indivíduo, assim como a influência que exerce sobre os mesmos, sua análise em terapia auxiliando o terapeuta durante o tratamento (SILVA & SANCHES, 2011).

Segundo Silva e Sanches (2011), pode-se dizer que o marco da grande história de Sigmund Freud foi “A Interpretação dos Sonhos”, obra na qual antes não tinha grande importância para a ciência, e que logo após tal publicação ganhou de fato seu devido valor. Através destes estudos, foi possível trazer ao consciente os conteúdos inconscientes, onde o sonhar é um fenômeno regressivo; no qual nos devolve aos estados primitivos da infância.

De acordo com Ferza (2009), Freud parte do princípio de que todo sonho tem um significado, embora oculto, da realização de desejos. Os desejos reprimidos na vida de vigília muitas vezes estão relacionados com os nossos desejos mais primitivos vetados fortemente pela moral vigente. Interpretar um sonho significa conferir-lhe um sentido, isto é, ajustá-lo à cadeia de nossas faculdades mentais.

Segundo Martins (2003), a linguagem dos sonhos possui suas particularidades que, ao longo dos séculos, mostrar-se como um grupo de eventos comuns de uma época radicados na vivência dos povos. Possibilitou ainda, um aprofundamento dos níveis mais ocultos da mente, tornando possível a abordagem de variados sintomas, produtos de um ambiente capaz de oprimir e colocar em risco valores naturais de cada ser. Sonhar é mais do que um simples produto do dia-a-dia. É revelar-se diante do enigma invisível, mas possível de compreensão.

1. A História

Os sonhos sempre exerceram fascínio na humanidade desde a antiguidade, inclusive entre os egípcios e, particularmente, entre os judeus do Antigo Testamento.  No livro de Gênesis da biografia do patriarca José vemos também a importância da decifração dos sonhos no contexto bíblico. Em muitas culturas os sonhos eram considerados como uma forma de comunicar-se com o sobrenatural, uma maneira de se prever o futuro das pessoas. Num papiro egípcio datado de 2000 AC discute-se sonhos e suas interpretações. Era crença na Grécia Antiga de que o sonhador estava em contato com os deuses. [2]

Em 1900, Freud publicou sua obra Die Treumdeutung (A Interpretação dos Sonhos). Em seus textos, ele descreveu minuciosamente o trabalho dos sonhos, sua importância e utilização no processo analítico. Ele também afastou essa temática das crenças religiosas e culturais, as quais vinculavam o sonho a uma experiência premonitória e supersticiosa herdada da Antiguidade através do senso comum (OLIVEIRA, 2011).

O livro levou dois anos (1898 e 1899) para ser escrito e nele Freud construiu o pilar da teoria psicanalítica, passando a constituir o ponto de apoio para todo o desenvolvimento posterior da sua obra. Assim Sigmund Freud deu um caráter científico ao assunto. Naquele polêmico livro, Freud aproveita o que já havia sido publicado anteriormente e faz abordagens totalmente novas, definindo o conteúdo do sonho, geralmente como a “realização de um desejo”.

De acordo com Moura (2008), o livro a Interpretação dos Sonhos marca a passagem para um modelo que investiga não apenas as manifestações psicopatológicas, mas capaz de dar conta do psiquismo em geral. No Capitulo VI do livro, Freud elabora o primeiro grande modelo do aparelho psíquico. O psiquismo é composto por dois grandes sistemas: inconsciente e pré-consciente/consciente – que são separados pela censura, que através do mecanismo do recalque, mantêm certas representações inaceitáveis fora do sistema consciente. Mas essas representações exercem uma pressão para tornarem-se conscientes e ativas. Ocorre um jogo de forças, entre os conteúdos reprimidos e os mecanismos repressores. Como resultado desses conflitos há a produção das formações do inconsciente: os sintomas, sonhos, lapsos e chistes.

2. O Sonho e seus Conteúdos

Segundo Freud (1915), sonhos são fenômenos psíquicos onde realizamos desejos inconscientes. O sonho é o resultado de uma conciliação. Dorme-se e, não obstante, vivencia-se a remoção de um desejo. Satisfaz-se um desejo, porém, ao mesmo tempo, continua-se a dormir. Ambas as realizações são em parte concretizadas e em parte abandonadas (SIRONI, s.d.).

Na obra Teoria dos Sonhos, Freud postula que o homem precisa dormir para descansar o corpo e, principalmente, para sonhar: "o sonho é a realização dos desejos reprimidos quando o homem está consciente". Quando o homem dorme, a consciência "desliga-se" parcialmente para que o inconsciente entre em atividade, produzindo o sonho: através do id, os desejos reprimidos são realizados. Para Freud, as causas dos traumas que geram certos comportamentos tidos como anormais estão escondidas no inconsciente das pessoas, onde estão guardados os desejos reprimidos. [1]

Todo o material que compõe o sonho procede de nossas experiências, daquilo que foi por nós vivenciado na vigília. Este material é recordado no sonho, embora não seja imediatamente reconhecido pelo sonhador como originário de suas próprias experiências. Esta é uma das características do conteúdo onírico manifesto: a de ser experimentado pelo sonhador como algo que lhe é estranho, como se não fosse uma produção sua (SIRONI, s.d.).

A elaboração de um sonho, segundo Freud (1915), ocorre porque “existe algo que não quer conferir paz à mente. Um sonho, pois, é a forma com que a mente reage aos estímulos que a atingem no estado de sono”. Alguns dos estímulos dos quais Freud fala podem ser restos diurnos, sensações fisiológicas. Outros estímulos podem ser os pensamentos ocultos, inconscientes, formados por desejos antigos, recalcados pela censura do Superego – configurando-se como o texto original do sonho (RABUSKE, 2011).

2.1 Os Conteúdos Latente e Manifesto dos Sonhos

Em “A Interpretação dos Sonhos” Freud criou o termo conteúdo manifesto para referir-se à experiência consciente durante o sono, correspondendo ao relato ou descrição verbal do sonho, ou seja, aquilo que o sonhante diz lembrar. Já o conteúdo latente corresponde às idéias, impulsos, sentimentos reprimidos, pensamentos e desejos inconscientes que poderiam ameaçar a interrupção do sono se aflorassem à consciência claramente (REIS, 2009).

O conteúdo latente mostra-nos estruturas recalcadas que tentam emergir. O conteúdo latente é o verdadeiro sonho, o conteúdo manifesto é o que o sujeito conta, sendo um disfarce do verdadeiro sonho. O trabalho de sonho ou elaboração onírica é a passagem do latente ao manifesto. Basicamente podemos dizer que o conteúdo latente é inconsciente e o conteúdo manifesto é consciente. Além disso, o conteúdo latente é algo semelhante a um impulso, enquanto o conteúdo manifesto é uma imagem visual. Finalmente, o conteúdo manifesto é uma fantasia que simboliza o desejo ou impulso latente já satisfeito, isto é, trata-se de uma fantasia que consiste essencialmente na satisfação do desejo ou do impulso latente. [1]

Segundo Silva e Sanches (2011), o conteúdo latente do sonho é a primeira parte do processo de sonhar formado por três componentes: I- impressões sensoriais noturnas; II- pensamentos e idéias relacionadas às atividades do dia (fragmentos do nosso cotidiano, antes de pegamos no sono); III- impulsos do ID. São as impressões sensoriais do indivíduo que se referem ao que os sentidos capturam mesmo durante o período de dormência ( os barulhos ao seu redor; seus desejos, como beber água, calor, frio,etc.) tudo o que podemos adquirir nesse estágio se refere ao conteúdo latente do sonho.

O Sonho manifesto não é senão, portanto, nada mais que o resultado de um conjunto de operações (o trabalho do sonho) que transformam os seus componentes, ou seja, transformam os estímulos corporais, os restos diurnos, os pensamentos do sonho, etc. O produto final resultante de todas essas transformações é, então, a experiência onírica (REIS, 2009).

3. A Distorção e a Elaboração Onírica

Segundo Garcia-Roza (1991), a distorção em que é submetido o conteúdo do sonho é produto do trabalho do sonho de não deixar passar algo proibido, interditado pela censura. A censura deforma os pensamentos latentes no trabalho do sonho. Freud concebe a censura como uma função que se exerce na fronteira entre os sistemas inconsciente e pré-consciente, algo que opera na passagem de um sistema para outro mais elevado. Segundo Garcia-Roza, um fragmento não é distorcido ao acaso, mas imposto por uma exigência da censura, a principal responsável pela deformação onírica, apresentando o conteúdo manifesto condensado, deslocado, simbolizado ou através da elaboração secundária.

Ainda em Garcia-Roza (1991), um fragmento não é distorcido ao acaso, mas imposto por uma exigência da censura, a principal responsável pela deformação onírica, apresentando o conteúdo manifesto condensado, deslocado, simbolizado ou através da elaboração secundária.

O sonho, como todo o funcionamento psíquico é multideterminado. À transformação do conteúdo latente em conteúdo manifesto chamamos “trabalho ou labor do sonho”. Consiste no disfarce que acontece porque determinadas idéias causam ansiedade e, como tal não são admitidas no consciente. Por exemplo, a idéia A ao querer surgir na consciência sofre uma censura e é obrigada a transformar-se em B (BARNABÉ, s.d.).

Segundo Garcia-Roza (1991), o sonhador tem acesso ao conteúdo manifesto, ou seja, ao sonho sonhado e recordado por ele ao despertar. Este é o substituto distorcido de algo inteiramente distinto e inconsciente que são os pensamentos latentes. A distorção a que é submetida o conteúdo do sonho é produto do trabalho do sonho de não deixar passar algo proibido, interditado pela censura. A censura deforma os pensamentos latentes no trabalho do sonho. Um fragmento não é distorcido ao acaso, mas imposto por uma exigência da censura, a principal responsável pela deformação onírica.

De acordo com Jablonski (s.d.), a respeito dos sonhos, em geral, Freud conclui que sua função é a de realização disfarçada dos desejos recalcados. Tamanho é o disfarce nos sonhos que a realização dos desejos nos aparece às vezes sob forma de pesadelos. Tais distorções devem-se ao trabalho da censura interna que funciona mesmo durante o sono. Freud destaca quatro mecanismos deste trabalho: condensação, deslocamento, simbolismo, dramatização e processo de elaboração secundária.

3.1 Condensação

Vários elementos (temas, imagens, idéias, etc.) se combinam num só, de forma que o sonho se torna mais compacto que os pensamentos-sonho. Segundo Castro (2009), na transformação dos pensamentos oníricos em conteúdo onírico ocorre necessariamente uma compressão de volume, uma condensação, em graus variáveis de um sonho para outro. Na condensação, segundo Laplanche e Pontalis (2001), “uma representação única representa por si só várias cadeias associativas e traduz-se no sonho pelo fato de o relato manifesto, comparado com o conteúdo latente, ser lacônico: constitui uma tradução resumida.”

A condensação designa o mecanismo pelo qual o conteúdo manifesto do sonho aparece como uma versão abreviada dos pensamentos latentes. Garcia-Roza (2008)

3.2 Deslocamento

O processo de deslocamento de intensidade psíquica é resultado da ação de uma força psíquica que atuará em dois sentidos: retirando a intensidade de elementos que possuem alto valor psíquico e criando, a partir de elementos com baixo valor psíquico, novos valores que vão penetrar no conteúdo dos sonhos. Juntamente com o processo de condensação, o deslocamento é um dos fatores dominantes que determinam a diferenciação entre o pensamento dos sonhos e o conteúdo dos sonhos. [2]

“O aspecto mais significativo do sonho pode se apresentar de modo a quase passar despercebido, ao passo que os aspectos secundários aparecem, às vezes, ricos em detalhes. Nisto constitui o deslocamento da energia de uma imagem para outra” (JABLONSKI, s.d.).

3.3 Simbolismo

Na função de simbolização, há uma transformação dos pensamentos oníricos em símbolos, fornecendo ao sonho uma série de metáforas e conferindo certa poeticidade ao conteúdo manifesto. É nesse estágio que o sonho assume realmente a sua forma peculiar, com uma racionalidade e inteligibilidade bem distinta do pensamento diurno (ALVARENGA & LUCINDA, s.d.).

Certas imagens dos sonhos têm sempre um mesmo significado. Freud fornece uma grande lista de símbolos inconscientes constituída de objetos que se referem, sobretudo à sexualidade. Continentes em geral, como caixas, malas, cofres e etc. Seriam símbolos do órgão sexual feminino e objetos pontiagudos ou inseridos dentro de caixas, cavidades, etc. são geralmente símbolos do órgão sexual masculino. É claro que os sonhos, sendo tão distorcidos por estes quatro mecanismos da censura, devem ser interpretados para se tornarem inteligíveis. O sonho de que nos lembramos constitui apenas o conteúdo manifesto e nos parece absurdo, louco. Interpretado, ele se transforma num texto linear a que chamamos conteúdo latente, no qual vamos perceber com clareza o desejo realizado pelo sonho (JABLONSKI, s.d.).

3.4 Dramatização ou concretização

Segundo Jablonski, s.d., a dramatização é a representação de imagens em ação. O sonho é como um teatro que, como distingue Freud. A dramatização é também um mecanismo responsável pela economia dos sonhos. As operações mentais inconscientes por meio das quais o conteúdo latente do sonho se transforma em sonho manifesto, damos o nome de elaboração do sonho, também chamada dramatização. O processo responsável por essa transformação, que Freud considerava a parte essencial da atividade onírica, é o funcionamento do sonho.

No processo de dramatização os fragmentos do sonho, condensados e deslocados da racionalidade na vigília, são transformados em cenas. Aí é formado todo um contexto para esses elementos e, na maior parte das vezes, trata-se de uma ambientação bem distinta do que foi vivido no dia anterior (ALVARENGA & LUCINDA, s.d.).

3.5 A Elaboração Secundária

Segundo Laplanche e Pontalis (2001), consiste na operação mental inconsciente por intermédio da qual o conteúdo latente de um sonho se transforma em um sonho manifesto, sendo, também, um efeito da censura. Trata-se, portanto, de uma “remodelação do sonho destinada a apresentá-lo sob a forma de uma história relativamente coerente e compreensível”.

A elaboração secundária, que é essa remodelação, consiste, essencialmente, em tirar a aparência de absurdo e de incongruência do sonho, tapando os seus buracos, remanejando parcial ou totalmente seus elementos. Com esse objetivo é possível observar a elaboração secundária em operação, quando o sonhante se aproxima do estado de vigília (REIS, 2009).

4. Simbologia dos Sonhos

Os sonhos possuem uma linguagem que Freud denominou símbolos. Para entender seus diversos conteúdos, temos que distinguir o que os símbolos representam nesse sonho. A simbologia dos sonhos não só está vinculada ao contato que o criador do sonho teve com o objeto, mas também com a forma que ele se relaciona sentimentalmente com esse objeto. Um exemplo prático, o mar pode apresentar distintas simbologias, variando de pessoa a pessoa. Para alguns o mar pode significar destruição (o mar destruindo estruturas deixadas na praia), mas para outros, invasão (a água avançando e invadindo território) de acordo com Freud o que a pessoa sente quanto a esse objeto ou essa situação é fundamental para a interpretação de sonho. [3]

É necessário ter sempre em mente que os sonhos não se manifestam coordenadamente em termos de palavras, frases, proposições, etc. Esses meios de expressão são, nos sonhos, substituídos por “imagens visuais” que, por outro lado, constituem uma linguagem simbólica representativa de desejos e afetos reprimidos. A interpretação de um sonho requer, pelo menos, que se conheçam as principais significações simbólicas, o que deve ser elaborado através do material derivado das Associações Livres. As imagens simbólicas constituem regressões a longínquas formas elementares do pensamento (REIS, 2009).

Certas imagens dos sonhos têm sempre um mesmo significado. Freud fornece uma grande lista de símbolos inconscientes constituída de objetos que se referem sobretudo à sexualidade. Continentes em geral, como caixas, malas, cofres e etc. Seriam símbolos do órgão sexual feminino e objetos pontiagudos ou inseridos dentro de caixas, cavidades, etc. são geralmente símbolos do órgão sexual masculino (JABLONSKI, s.d.).

“Na literatura se encontram exemplos de símbolos que podem ser utilizados em todos os tipos de cultura. Contudo, há a observação de que o significado de um símbolo dependerá sempre da associação e da cultura do paciente que o sonhou” (OLIVEIRA, 2011).

Oliveira (2011) diz ainda que Freud liste uma série de símbolos que ele considera praticamente universais, detectável em quase todas as culturas. Para a figura humana a representação típica é uma casa. Os pais aparecem como imperador e imperatriz, rei e rainha ou outras pessoas de status. Os filhos, irmãos e irmãs são simbolizados por bichinhos ou pequenos animais. O nascimento é quase sempre representado por algo relacionado à água. Morrer tem relação com partir, viajar de trem e a nudez, por meio de roupas e uniformes.

Conclusão

Os sonhos nos oferecem a principal via para adentrar ao inconsciente.  Sua linguagem caracteristicamente simbólica proporciona um desafio ao psicanalista. Procuramos realizar os nossos mais profundo desejos em nossos sonhos, que se feitos à luz do dia seriam a causa de embaraço e aversão para aqueles que junto conosco formam uma sociedade com valores e conceitos estabelecidos. Os sonhos trazem do nosso inconsciente para a consciência desejos mais reprimidos e “proibidos”, desejos recalcados, no qual sublimamos, ou seja, inibimos nossos objetos de desejo. É através dos sonhos que temos a capacidade de vivenciar esses objetos. Entrando profundamente nesse vasto mundo de desejos reprimidos, fazemos um mergulho ao nosso inconsciente, ou seja, para dentro de nós mesmos, tentando procurar o máximo de realização. Dessa forma, é muito importante que o psicanalista em formação compreenda os mecanismos de elaboração do sonho, bem como os princípios que o regem para sua devida interpretação.  

Referências:

ALVARENGA, N. A.; LUCINDA T. V. Um Cão Andaluz: lógica onírica, surrealismo e critica da cultura. Disponível em: http://www.intercom.org.br/papers/ regionais/sudeste2007/resumos/R0081-1.pdf. Acesso em 25 de fevereiro de 2012.

BARNABÉ, F. Freud e a Interpretação dos Sonhos. Disponível em: http://www.psicoastro. com/artigos/freud-e-a-interpretacao-dos-sonhos-i. Acesso em 29 de fevereiro de 2012.

CASTRO, J. C. O Inconsciente como Linguagem: De Freud a Lacan. Cadernos de Semiótica Aplicada, Vol. 7.n.1, julho de 2009. Disponível em: http://seer.fclar.unesp. br/casa/article/download/1773/1436. Acesso em 25 de fevereiro de 2012.

COSTA, Rosane Muller. Os sonhos continuam sendo a via régia para o inconsciente? Disponível em: http://www.gepfor.org.br/administracao/gerenciador/uploads/artigos/a rtigo11.pdf. Acesso em 13 de fevereiro de 2011.

FERZA, Rodrigo. Interpretação dos sonhos, 2009. Disponível em: http://www.redepsi.c om.br/portal/modules/smartsection/item.php?itemid=1602. Acesso em 16 de fevereiro de 2012.

FREUD, S. Conferências introdutórias sobre psicanálise (1915-1916), parte I e II, vol. XV. Edição Standard Brasileira das obras psicológicas completas de S. Freud. Rio de Janeiro: Imago, 2006.
GARCIA-ROZA, L. A. Introdução à metapsicologia freudiana. A Interpretação do sonho
(1900), vol. 2. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1991.

JABLONSKI, BERNARDO. A Realidade dos Sonhos. Disponível em: http://www.b ernardojablonski.com/pdfs/graduacao/realidade_sonhos.pdf. Acesso em 25 de fevereiro de 2011.

LAPLANCHE, J.; PONTALIS, J-B. Vocabulário da psicanálise. Martins Fontes: São Paulo, 2001.

MARTINS, G. A. A Interpretação dos Sonhos na Compreensão do Universo Mítico do Homem, 2003. Disponível em: http://www.usinadeletras.com.br/exibelotexto.ph p?cod=18720&cat=Artigos&vinda=S. Acesso em 26 de fevereiro de 2012.

MOURA, J. Sigmund Freud – Biografia, 2008. Disponível em: http://artigos.psicologado. com/abordagens/psicanalise/sigmund-freud-biografia. Acesso em 26 de fevereiro de 2012.

OLIVEIRA, I. R. O Simbolismo nos Sonhos, 2011. Disponível em: http://www.cbp.org. br/cprs/artigo2.pdf. Acesso em 13 de fevereiro de 2012.

RABUSKE, A. S. Os chistes, o humor e algumas relações com os mecanismos dos sonhos. Jornada de Estudos do Circulo Psicanalítico do RS, 2011. Disponível em: http://www.cbp.org.br/cprs/artigo1.pdf. Acesso em 25 de fevereiro de 2012.

REIS, C. M. Princípios Fundamentais para a Interpretação de Sonhos. Faculdades Integradas Brasil Amazônia. Anais nº 2, 2009. Disponível em: http://www.fibrapara.edu. br/seer/ojs/index.php/anais/article/view/24. Acesso em 25 de fevereiro de 2012.

SIRONI, Sabrina Barbosa. Relação do Devaneio Com O Sonho. Disponível em: http://www.cbp.org.br/cprs/artigo6.pdf. Acesso em 23 de fevereiro de 2012.

SILVA, E. A., SANCHES; J. A. R. Os Sonhos como Manifestação de Desejos Inconscientes, 2011. Disponível em: http://artigos.psicologado.com/abordagens/psica nalise/os-sonhos-como-manifestacao-de-desejos-inconscientes. Acesso em 13 de fevereiro de 2011.

[1] Conteúdo latente e conteúdo manifesto. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2012. Disponível em http://www.infopedia.pt/$conteudo-latente-e-conteudo-manifesto. Acesso em 23 de fevereiro de 2012.

[2] A Interpretação dos Sonhos. In Wikipédia. Disponível em: http://pt.wikipedia. org/wiki/A_Interpreta%C3%A7%C3%A3o_dos_Sonhos#Condensa.C3.A7.C3.A3o. Acesso em 25 de fevereiro de 2012.

[3] Sonho. In Wikipédia. Disponível em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Sonho. Acesso em 25 de fevereiro de 2012.