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1 Introdução

O presente trabalho tem por objetivo realizar uma análise do texto Totem e Tabu (1913), conferindo ênfase à discussão acerca da gênese da moralidade e, mais especificamente, à relação estabelecida entre Lei e desejo.

Estruturado em quatro partes, que seguem a divisão do texto freudiano, procurou-se articular a leitura do original, a obra de uma comentadora e as anotações feitas durante as aulas da disciplina “Ética da Psicanálise”, ministrada no curso de Psicologia da Universidade Federal do Paraná.

Leia mais:Totem e Tabu

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Apresentação

O Estágio Profissionalizante I transcorreu em uma clínica de atendimento a deficiência múltipla. Os atendimentos aconteceram no Espaço Educativo desta instituição, com dois encontros semanais de três horas por dia. Além dos atendimentos semanais aos pacientes, há a supervisão local com uma psicóloga uma vez por semana, onde os estagiários tem a oportunidade de debater as atividades desenvolvidas, sendo um momento muito rico pela troca de impressões com os colegas e pelo espaço de ensino com a supervisora.  Este local também proporciona um ótimo campo de aprendizagem onde o estudante de Psicologia pode compreender a atuação do psicólogo enquanto membro da equipe interdisciplinar nas reuniões da Clínica e do Espaço Educativo que acontecem quinzenalmente.

Leia mais:Percepções Contratransferenciais do Estagiário de Psicologia em Atendimento à Pacientes com Deficiência Múltipla

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“A primeira coisa que constitui o ser atual da alma humana não é senão a idéia de uma coisa singular existente em ato. Tudo o que acontece no objeto da idéia que constitui a alma humana deve ser percebido pela própria alma humana; em outras palavras, a idéia dessa coisa existirá necessariamente na alma. Se o objeto da idéia que constitui a alma humana é um corpo, nada poderá ocorrer com esse corpo que não seja percebido pela alma”, (Baruch Spinoza, Livro II da Ética, P.12).

“Não é à consciência que o sujeito está condenado, mas ao corpo” (Jaques Lacan).

Depois, de que modestamente possamos tentar desvendar e entender pensamentos como estes acima, fica mais claro e lógico, que o corpo físico, é que ocupa um lugar no espaço e é atraído pela força de gravidade, passa a existir. Já o corpo sob o ponto de vista biológico, que apresenta as características gerais dos seres vivos, tanto animais como vegetais, também existe, então o que nos resta? A busca do corpo criativo... O corpo em Artes. Ou seja, a procura de uma melhor reflexão crítica sobre o fazer artístico, problematizando-se sua inscrição na contemporaneidade.

Leia mais:Alguns Fundamentos e Questionamentos da Existência Corpórea e as Fobias Humanas Aplicada às Artes, Mídia e Tecnologia

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Observa-se na sociedade contemporânea uma busca desenfreada por explicações biológicas, fisiológicas e comportamentais que possam dar conta de diversos tipos de sofrimento psíquico, dentre estes, os mais frequentes são a ansiedade, estresse, depressão, síndrome do pânico, transtorno bipolar e fobias. Todos muito divulgados na mídia através de reportagens e documentários que pretendem ajudar os leigos a identificar os principais sinais e sintomas de seu mal estar, contribuindo assim para que muitos pacientes cheguem ao consultório buscando apenas uma validação da hipótese diagnóstica que obteve através de algum site.

Leia mais:A Medicalização da Vida

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A história, a simbologia e a contemporaneidade do divã, móvel emblemático do ambiente psicanalítico com todos os seus significados 

"Meu eu interior derreteu-se, logo que me coloquei no sofá velho, esfarrapado. Como o meu corpo afundou no macio de algodão, a minha alma desmoronou com ela, as lágrimas encheram meus olhos. Não teria sido o mesmo se eu estivesse sentado em uma cadeira. Qualquer coisa que suporta minhas costas reforça minha resistência."

Essa ode ao divã – peça irremovível do cenário psicanalítico que nele persiste mesmo quando nele não está presente – foi entoada por um paciente, conforme descrito por Sebnem Senyener, jornalista e novelista turca, em seu artigo How the divan became the couch?“. Revela também o papel desse móvel – menos um mobiliário inerte, mais um interlocutor da dinâmica psicanalítica – que se tornou tão símbolo da psicanálise como o próprio Freud. Pode-se dizer mesmo que a psicanálise não se reconhece como tal sem o divã, em que pese a peça não ser exclusiva dos consultórios, nem ter “nascido” com o advento da psicanálise. Mas há que se reconhecer que sem a técnica criada, nominada, desenvolvida e difundida por Freud, essa peça de mobília – hoje com ares de vanguarda, art noveau, que serve como espreguiçadeira para o corpo e expansiva para a mente – não passaria de um sofá sem encosto, esquecido no canto da sala.

Leia mais:O Procusto Freudiano

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Introdução

A teoria dos sonhos proposta por Sigmund Freud em 1900 desperta cada vez mais interesse sobre esse mundo tão incompreensível, rico e cheio de sentimentos, que dá margem a muitas considerações, censuras e novas abordagens. O que antes, era interpretado como símbolos ou premonições agora é visto como particularidades de nosso inconsciente. Destaca-se ainda a importância dos sonhos na vida de qualquer indivíduo, assim como a influência que exerce sobre os mesmos, sua análise em terapia auxiliando o terapeuta durante o tratamento (SILVA & SANCHES, 2011).

Segundo Silva e Sanches (2011), pode-se dizer que o marco da grande história de Sigmund Freud foi “A Interpretação dos Sonhos”, obra na qual antes não tinha grande importância para a ciência, e que logo após tal publicação ganhou de fato seu devido valor. Através destes estudos, foi possível trazer ao consciente os conteúdos inconscientes, onde o sonhar é um fenômeno regressivo; no qual nos devolve aos estados primitivos da infância.

Leia mais:Os Sonhos na Concepção de Freud

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Resumo: Este artigo tem como objetivo dar alguns subsídios para se pensar sobre a criança sob a ótica da Psicanálise. Parte de uma breve compreensão histórica, fazendo uma revisão das teorias psicanalíticas sobre a criança e o brincar, além de sintetizar os principais manejos técnicos sugeridos por autores de grande relevância no campo da psicanálise. O estudo aborda ainda a entrevista e o envolvimento dos pais nesse processo.
Palavras-Chave: Psicanálise infantil, brincar, entrevista

Introdução

As particularidades da clínica com crianças inquirem os conhecimentos já organizados sobre os sintomas e as possibilidades de abordagem psicanalítica. Quando se trata de crianças, a clínica se constitui no entrecruzamento de subjetividades, imprimindo impasses e possibilidades para o paciente, seus pais e o analista ( TEIXEIRA, 2006).

Leia mais:Uma Revisão Sobre a Psicanálise Infantil

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Resumo: O presente artigo é resultado de uma revisão da literatura acerca da psicanálise de crianças e das principais psicopatologias desenvolvidas durante esta fase da vida. Além de esclarecer um pouco da psicanálise de crianças, trata-se também de desmistificar o ideário popular de que as crianças não têm uma estrutura psíquica inconsciente, a importância do brincar na clínica psicanalítica como recurso terapêutico importante para o processo de análise, bem como o papel do Psicólogo frente a essa questão e conhecer as formas como essa estrutura se manifesta além do surgimento de psicopatologias na infância até o seu processo de análise.
Palavra-Chave:
brincar, infância, psicopatologia

Leia mais:A Psicanálise de Crianças: o Brincar como Recurso Terapêutico